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segunda-feira, 24 de fevereiro de 2020

Equação do 1º Grau

equaaoseta.gif

As equações do primeiro grau são aquelas que podem ser representadas sob a forma ax+b=0,em que a e b são constantes reais, com a diferente de 0, e x é a variável. A resolução desse tipo de equação é fundamentada nas propriedades da igualdade descritas a seguir.
Adicionando um mesmo número a ambos os membros de uma equação, ou subtraindo um mesmo número de ambos os membros, a igualdade se mantém.
Dividindo ou multiplicando ambos os membros de uma equação por um mesmo número não-nulo, a igualdade se mantém.
Exemplo:


equacao2.gif



Vejamos alguns exemplos:
Seja a equação:


cachorro1.gif



Seja a equação:


cachorro3.gif



Seja a equação:


cachorro5.gif



Membros de uma equação
Numa equação a expressão situada à esquerda da igualdade é chamada de 1º membro da equação, e a expressão situada à direita da igualdade, de 2º membro da equação.
Exemplo: – 3x + 12 = 2x – 9
1º membro 2º membro
Cada uma das parcelas que compõem um membro de uma equação é chamada termo da equação.
4x – 9 = 1 – 2x
termos
Variável (ou incógnita) de uma equação:
Os elementos desconhecidos de uma equação são chamados de variáveis ou incógnitas.
Exemplos:
A equação x + 5 = 18 tem uma incógnita: x
A equação x – 3 = y + 2 tem duas incógnitas: x e y
A equação a² – 3b + c = 0 tem três incógnitas: a, b e c
Cada um dos valores que, colocados no lugar da incógnita, transformam a equação em uma sentença verdadeira é chamado de raiz da equação. Para verificarmos se um dado número é ou não raiz de uma equação, basta substituirmos a incógnita por esse número e observarmos se a sentença obtida é ou não verdadeira.
1º exemplo: verificar se três é raiz de 5x – 3 = 2x + 6


cachorro6.gif



2º exemplo: verificar se -2 é raiz de x² – 3x = x – 6


cachorro7.gif

O princípio aditivo e o princípio multiplicativo servem para facilitar o entendimento da solução de uma equação, mas para resolvê-la existe um método simples e prático que é o seguinte:
Resolver a equação 5x – 8 = 12 + x
Colocamos no primeiro membro os termos que apresentam variável, e no segundo membro os termos que não apresentam variável. Os termos que mudam de membro tem os sinais trocados.
5x – 8 = 12 + x
5x – x = 12 + 8
Calculamos a somas algebricas de cada termo.
4.x = 20
Quando se passa de um membro para o outro usa-se a operação inversa, ou seja, o que está multiplicando passa dividindo e o que está dividindo passa multiplicando. O que está adicinando passa subtraindo e o que está subtraindo passa adicionando. O número 4 no primeiro membro está multiplicando o x então ele passará dividindo no segundo membro.


eq21.gif



Exercícios resolvidos:
1) Resolver a equação:
2( x + 5 ) – 3( 5 – x ) = 5
Nesse tipo de equação, devemos inicialmente, retirar os parênteses, aplicando a propriedade distributiva da multiplicação e a regra de eliminação de parênteses.


cachorro9.gif



  1. Resolver a equação:

cachorro10.gif Para eliminar os denominadores multiplicamos todos os termos da equação pelo m.m.c. dos denominadores
3) Resolução da equação:
cachorro12.gif
Nessa equação, inicialmente reduzimos todas as frações ao mesmo denominador, e a seguir cancelamos esses denominadores
m.m.c ( 3, 2, 6 ) = 6
3, 2, 6 2
3, 1, 3 3
1, 1, 1 2 . 3 = 6
cachorro13.gif
4) Resolver a equação:
cachorro16.gif
m.m.c ( 2, 3, 4 ) = 12
Efetuando as multiplicações:
cachorro14.gif
Multiplicando os dois membros da equação pelo m.m.c dos denominadores, que é 12, vem:
cachorro18.gif
cachorro20.gif
cachorro21.gif
Resolvendo a mesma equação pelo método da eliminação dos denominadores:
cachorro22.gif
cachorro21.gif
5) Resolver a equação:
cachorro24.gif
equaaox.gif
6) Resolver a equação:
equaaoa.gif
m.m.c ( 2, 3, 4, 5, 7 ) = 420
equaaob1.gif
equaaoc1.gif
equaaod1.gif
equaaoe.gif
7) Quando o número x na equação ( k – 3 ).x + ( 2k – 5 ).4 + 4k = 0 vale 3, qual será o valor de K?
( k – 3 ).3 + ( 2k – 5 ).4 + 4k = 0
3k – 9 + 8k – 20 + 4k = 0
3k + 8k + 4k = 9 + 20
15k = 29
equaaof1.gif
8) De o conjunto solução das equações literais do primeiro grau ( em R )
a) ax + bx + c = 2a + 2b + c
ax + bx = 2a + 2b + c – c
x( a + b ) = 2a + 2b
equaaog.gif
se a -b e b ≠ -a
b) ( a + x )² = ( a + 3 + x )( a – 2 + x )
a² + 2ax + x² = a² – 2a + ax + 3a – 6 + 3x + ax – 2x + x²
2ax + x² – ax – 3x – ax + 2x – x² = – a² + a² – 2a + 3a – 6
x(2a – a – 3 – a + 2) = a – 6
x(-1) = a – 6
equaaoh1.gif
Equação sem solução
Às vezes, uma equação não tem solução para um certo universo de números. Nesse caso, dizemos que ela é impossível ou que a solução é vazia.
Exemplo: resolver a equação.
equaaoj.gif
Não existe nenhum número que multiplicado por 0 que resulte em 2.
Equação com infinitas soluções
Há casos em que todos os números do universo considerado são raízes da equação. Dizemos que ela tem infinitas soluções.
Exemplo: resolver a equação
equaaok.gif
Como qualquer número multiplicado por zero é igual a zero, a equação tem infinitas soluções.
http://xmatematica.com.br

domingo, 23 de fevereiro de 2020

Polinômios Multiplicação aula 2

Sistema de Equação de 1º grau método da Adição aula 1

Polinômios adição e subtração aula 1

Regra de Três - Exercícios resolvidos

Regra de Três - Exercícios resolvidos

01. Uma gravura de forma retangular, medindo 20cm de largura por 35cm de comprimento, deve ser ampliada para 1,2m de largura. O comprimento correspondente será:



a) 0,685m

b) 1,35m

c) 2,1m

d) 6,85

e) 18m



RESPOSTA: C



02. Uma máquina varredeira limpa uma área de 5100m2 em 3 horas de trabalho. Nas mesmas condições, em quanto tempo limpará uma área de 11900m2?



a) 7 horas

b) 5 horas

c) 9 horas

d) 4 horas

e) 6h e 30min



RESPOSTA: A



03. Num acampamento avançado, 30 soldados dispõem de víveres para 60 dias. Se mais 90 soldados chegam ao acampamento, então, por quanto tempo o acampamento estará abastecido?



RESOLUÇÃO: 15 dias



04. Um alfaiate pagou R$ 960,00 por uma peça de fazenda e R$ 768,00 por outra de mesma qualidade. Qual o comprimento de cada uma das peças, sabendo-se que a primeira tem 12m a mais do que a segunda?



RESOLUÇÃO: 60m e 48m

05. De duas fontes, a primeira jorra 18l por hora e a segunda 80l. Qual é o tempo necessário para a segunda

jorrar a mesma quantidade de água que a primeira jorra em 25 minutos?



RESOLUÇÃO: 5min 37,5seg



06. (FAAP) Uma impressora a laser, funcionando 6 horas por dia, durante 30 dias, produz 150 000 impressões. Em

quantos dias 3 dessas mesmas impressoras, funcionando 8 horas por dia, produzirão 100 000 impressões?



a) 20

b) 15

c) 12

d) 10

e) 5



RESPOSTA: E



07. (PUCCAMP) Sabe-se que 5 máquinas, todas de igual eficiência, são capazes de produzir 500 peças em 5 dias, se operarem 5 horas por dia. Se 10 máquinas iguais às primeiras operassem 10 horas por dia, durante 10 dias, o número de peças produzidas seria de:



a) 100

b) 200

c) 400

d) 500

e) 800



RESPOSTA: C

08. Empregaram-se 27,4kg de lã para fabricar 24m de tecido de 60cm de largura. Qual será o comprimento do tecido que se poderia fabricar com 3,425 toneladas de lã para se obter uma largura de 0,90m?



RESOLUÇÃO: 2 000m



09. Uma destilaria abastece 35 bares, dando a cada um deles 12 litros por dia, durante 30 dias. Se os bares fossem 20 e se cada um deles recebesse 15 litros, durante quantos dias a destilaria poderia abastecê-los?



RESOLUÇÃO: 42 dias



10. Uma família composta de 6 pessoas consome, em 2 dias, 3kg de pão. Quantos quilos serão necessários para alimentá-los durante 5 dias, estando ausentes 2 pessoas?



a) 3

b) 2

c) 4

d) 6

e) 5



RESPOSTA: E

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sábado, 22 de fevereiro de 2020

Briófitas


As briófitas são todas as plantas avasculares (não possuem vasos condutores) de baixa estatura e que se localizam em ambientes úmidos e escuros, incluindo neste grupo, os musgos e plantas fixadas ao solo por meio de rizóides.

A reprodução dessas plantas pode ser assexuada, à custa de gemas ou propágulos, ou sexuada, já que as briófitas possuem dois órgãos reprodutores: anterídeo, que produz o gameta masculino anterozóide, e arquegônio, o qual produz o gameta feminino oosfera.

A água da chuva, ou mesmo o orvalho, leva os anterozóides de uma briófita ao arquegônio de outra, ocorrendo a fecundação. O zigoto sofre mitoses, originando um embrião que permanece no arquegônio. O embrião se desenvolve e forma um esporófito diplóide (2n), preso ao gametófito. Após a produção de esporos (que são responsáveis por outra planta) o esporófito morre e o gametófito permanece, por isso podemos dizer que a fase reprodutora é haplóide (n).

Esses tipos de plantas foram os primeiros a passar do meio aquático para o meio terrestre, por esse motivo, tais plantas possuem uma grande dependência de água líquida para a sua sobrevivência. Por esse motivo, as briófitas são conhecidas como “os anfíbios do reino vegetal”. Geralmente, tais plantas medem menos de 2 cm.
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Equação de 1º grau

Adição de números Inteiros


Na soma de dois números inteiros com sinais iguais, o valor absoluto será a soma das parcelas, e o sinal será o mesmo das parcelas.
Exemplo: (+ 5) + (+ 4) = + 9
(- 5) + (- 4) = - 9

Na soma de dois números inteiros com sinais diferentes, o valor absoluto será a diferença das parcelas e o sinal será o da parcela de maior valor absoluto.
Exemplo: (- 5) + (+ 4) = - 1

A Soma de dois números inteiros opostos é ZERO.
Exemplo: (+ 10) + (- 10) = 0

Simplificando a escrita:


a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_HoaPhQ9Vmy0/TH63ODknaHI/AAAAAAAADtw/YFUk1FF6uB8/s1600/soma.JPG">


Propriedades da Adição:

►Propriedade do fechamento

(+15) + (+8) = +23

(-34) + (+20) = -14

(-60) + (+60) = 0

A soma de dois números inteiros é sempre um número inteiro.

► Propriedade Comutativa

(+20) + (-43) = -23

(-43) + (+20) = -23

(+20) + (-43) = (-43) + (+20)

A ordem das parcelas não altera a soma


► Propriedade Associativa

[(+10) + (-6)] + (-80) (+10) + [(-6) + (-80)] =
= (+4) + (-80) = -76 (+10) + (-86) = -76

Numa adição de três ou mais parcelas, podemos associar as parcelas de formas diferentes, que os resultados serão iguais.

►Elemento Neutro

(-32) + 0 = 0 + (-32) = -32
(+250) + 0 = 0 + (+250) = +250
A subtração é uma operação básica da Matemática, sendo representada pelo sinal de –. O desenvolvimento da subtração entre números Naturais é de certa forma bem simples. Observe os exemplos:

10 – 2 = 8
12 – 6 = 6
22 – 10 = 12
52 – 12 = 40
101 – 10 = 91
200 – 189 = 11

As operações de subtração envolvendo os números Inteiros requerem algumas situações teóricas que relacionam os possíveis sinais operatórios. Para realizar a subtração entre os números inteiros precisamos ter conhecimento sobre o módulo de um número. Módulo de um número inteiro é calculado obtendo o seu valor real. Observe:

Módulo de +1: representado por |+1| = 1
| – 3| = 3
| – 7| = 7

Regras operatórias:
Sinais iguais: soma e conserva o sinal.
Sinais diferentes: subtrai e conserva o sinal do maior módulo.

Operações sem parênteses

+ 10 – 7 = + 3 (Sinais diferentes: subtrai e conserva o sinal do maior módulo)

– 3 – 3 = – 6 (Sinais iguais: soma e conserva o sinal)

+ 20 – 30 = – 10 (Sinais diferentes: subtrai e conserva o sinal do maior módulo)

– 12 + 3 = – 9 (Sinais diferentes: subtrai e conserva o sinal do maior módulo)

– 9 + 9 = 0 (operação entre números opostos, resultado sempre será 0)

– 25 + 24 = – 1 (Sinais diferentes: subtrai e conserva o sinal do maior módulo)


Operações com parênteses

Nesse caso, as operações de subtração podem ser resolvidas eliminando os parênteses, isso será feito aplicando algumas regras que envolvem jogo de sinal, observe:

+ (+) = +
+ (–) = –
– (+) = –
– (–) = +

Eliminado os parênteses, passa a valer as regras operatórias:

(+10) – (–23) = +10 + 23 = + 33

(+20) – (+12) = +20 – 12 = + 8

(–32) + (–5) = – 32 – 5 = – 37

(–27) – (–30) = –27 + 30 = + 3
O zero é o elemento neutro da adição.
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sexta-feira, 21 de fevereiro de 2020

Energia renovável Microbiologia pode gerar fontes alternativas


Bactérias que podem ser transformadas em combustível
Será que a busca por energias renováveis, uma das maiores preocupações globais hoje em dia, poderá ser solucionada por bactérias? Uma resposta afirmativa é a conclusão é de um relatório da Academia Norte-Americana de Microbiologia sobre a demanda por fontes de energia limpa e renovável, divulgado em novembro de 2006.

O relatório "Conversão de Energia Microbiológica" detalha diversos métodos de utilização de micróbios para a produção de combustíveis alternativos, como etanol, hidrogênio, metano e butanol. O documento discute também vantagens, desvantagens e dificuldades técnicas de cada metodologia de produção, além de indicar futuras necessidades de pesquisas.

Confirmando as previsões de outros cientistas, os autores do relatório afirmam que o planeta deverá passar por uma violenta crise energética dentro de 30 a 50 anos. Os meios para prevenir a catástrofe da escassez de energia e da tragédia ambiental são incertos, segundo eles, mas parte da solução pode estar na conversão de energia microbiológica.

Energia microbiológica
Os autores apresentam uma série de recomendações para que a energia microbiológica se transforme em realidade. Será preciso, por exemplo, otimizar os processos de pré-tratamento de diferentes biomassas para substratos variados a fim de viabilizar a produção de etanol a partir das bactérias.

Entre as tecnologias mencionadas essa é a mais avançada hoje, segundo o relatório, mas sua produção a partir de biomassas como a celulose é difícil e cara. Já o hidrogênio, segundo o estudo, pode ser produzido a partir da água, aproveitando a fotossíntese em cianobactérias e outros micróbios. Os recursos necessários para essa tecnologia - água e luz solar - são praticamente ilimitados, mas a eficiência do processo ainda é baixa.

O documento também aborda o campo relativamente novo das células a combustível com base microbiológica. Nesse sistema, os microrganismos recebem um suprimento constante de biomassa e seus processos biossintéticos são, na maior parte, desviados para a geração contínua de eletricidade.

"O estudo de células combustíveis microbiológicas ainda está engatinhando, mas identificamos que há grande potencial de dar um salto nesse sentido", disse Judy Wall, da Universidade do Missouri, co-autora do relatório.

Com informações da Agência FAPESP.

Predatismo

Predatismo ou predação é uma relação interespecífica (que ocorre entre espécies diferentes) desarmônica, onde há prejuízo para uma das espécies.

A espécie predadora em busca de alimentos para sobrevivência caça outras espécies (presas), que geralmente estão situadas em um nível trófico inferior ao do predador.

Os predadores necessitam de capturar alimentos saciáveis e por isso se adaptam a reconhecer presas evitando espécies não comestíveis. Sabe reconhecer espécies venenosas ou não palatáveis devido à lembrança das reações adversas de suas caçadas anteriores.

predacao predatismo

As interações entre presas e predadores são muito complexas e sofrem mudanças no tempo evolutivo. Os predadores evoluem em suas várias habilidades de capturar e consumir presas. Da mesma forma as presas evoluem em suas várias formas de defesas (camuflagem, mimetismo, por exemplo).

Os predadores possuem fortes influências sobre a abundância de espécies em vários níveis tróficos e exercem um importante papel no equilíbrio entre estas. Se os predadores carnívoros não existissem, os animais herbívoros, por exemplo, se multiplicariam cada vez mais o que resultaria no declínio de material vegetal disponível.

* Os predadores podem ser divididos de acordo com sua dieta em:
* Monófagos: São espécies que consomem apenas um tipo específico de presa.
* Estenófagos: São espécies que consomem um número restrito de presas.
* Oligófagos: São espécies que consomem um número moderado de presas.
* Polígafos: São espécies que consomem vários tipos de presas.
* Insaciáveis: São espécies que matam indiscriminadamente. Como as aranhas, por exemplo.

Algumas espécies para tentarem sobreviver e diminuir as chances de serem capturados, encontrados ou ingeridos aos ataques de predadores, adaptaram recursos de defesas como:

* Mimetismo: Através do mimetismo alguns animais conseguem se tornarem similares a outros animais, com a intenção de aparentar uma espécie que na verdade não é, obtendo assim uma grande chance de sobrevivência. Como exemplo pode-se citar a cobra falsa-coral que com o mimetismo se assemelha a cobra coral verdadeira que é bastante venenosa e assim não é importunada por alguns predadores.
* Camuflagem: Com a camuflagem alguns animais conseguem se tornarem parecidos com o meio em que vivem. Como exemplo pode-se citar o inseto bicho-pau que tem aparência de um graveto e vive em galhos de árvores semelhantes a sua forma, conseguindo disfarçar o predador.
* Aposematismo: Alguns animais através do aposematismo adquirem cores vivas e acentuadas pelo corpo, causando um sinal de advertência aos predadores que reconhecem como presas perigosas ou impalatável evitando assim atacá-las. Como exemplo as rãs que com cores fortes chamam a atenção do predador de que é portadora de toxinas.
* Tanatose: Alguns animais para disfarçarem seus predadores têm a capacidade de se fingir de morto. É muito comum este tipo de comportamento em anfíbios anuros, principalmente os pertencentes da subfamília Phyllomedusinae (Hylidae).

Referências Bibliográficas:
http://ecopoptarefas.tripod.com/id1.html
http://www.biologia.ufrj.br/labs/labvert/Ecobasica/Aula 6.pdf
http://pt.wikipedia.org/wiki/Predação

Mudanças de estado físico da matéria



Exercícios sobre mudanças de estado



Testes:

01. A fusão de uma substância pura, sob pressão constante, é uma transformação:

a) endotérmica e isocórica

b) endotérmica e isotérmica

c) exotérmica e isométrica

d) exotérmica e isotérmica

e) n.d.a.




02. (FMSC-SP) A formação de gelo no inverno constitui um fator que:

a) dificulta a continuação da queda de temperatura;

b) favorece a queda de temperatura;

c) não se pode prever como irá influir no clima;

d) não tem influência na queda de temperatura;

e) torna os efeitos do inverno muito mais rigorosos.




03. (PUC-MG) Para fundir 100g de gelo a 0ºC, precisa-se 8000 cal e, para aquecer de 10ºC 100g de água, precisa-se de 1000 cal. Quantas calorias serão necessárias para transformar 200g de gelo a 0ºC em água a 20ºC?

a) 10 000 cal

b) 20 000 cal

c) 30 000 cal

d) 26 000 cal

e) 36 000 cal




Para as questões 04 e 05

Um cubo de 1,0kg de gelo acha-se no interior de um recipiente de alumínio, de massa 2,0kg, ambos inicialmente a -10°C. Através de um aquecedor com potência de 1,0kW, o gelo é aquecido, transformando-se em vapor a 100°C, sob pressão normal.

Dados: Calor específico sensível do gelo = 0,50 cal/g°C

Calor específico sensível da água = 1,0 cal/g°C

Calor específico sensível do alumínio = 0,215 cal/g°C

Calor específico latente de fusão do gelo = 80 cal/g

Calor específico latente de vaporização da água = 539 cal/g

Equivalente mecânico da caloria = 4,18 J/cal

04. Nessa transformação, a quantidade de calor fornecida ao sistema é de, aproximadamente:

a) 156kcal

b) 593kcal

c) 771 kcal

d) 829 kcal

e) 1000 kcal




05. Nesta transformação, o aquecedor deverá permanecer ligado por aproximadamente:

a) 8,0 min

b) 15 min

c) 28 min

d) 54 min

e) 96 min




06. (UNIP-SP) O calor específico latente de fusão do gelo é de 80 cal/g. Para fundir uma massa de gelo de 80g, sem variação de temperatura, a quantidade de calor latente necessária é de:

a) 1,0 cal

b) 6,4 cal

c) 1,0 kcal

d) 64 kcal

e) 6,4. 103cal




07. (FUVEST - FGV - SP) Dispõe-se de água a 80°C e gelo a 0°C. Deseja-se obter 100gramas de água a uma temperatura de 40°C (após o equilíbrio), misturando água e gelo em um recipiente isolante e com capacidade térmica desprezível. Sabe-se que o calor específico latente de fusão do gelo é 80 cal/g e o calor específico sensível da água é 1,0 cal/g°C. A massa de gelo a ser utilizada é:

a) 5,0g

b) 12,5g

c) 25g

d) 33g

e) 50g




08. Considere um copo contendo uma massa M de água pura, à temperatura de 20°C. Um bloco de gelo de massa 50g e a uma temperatura de -20°C é colocado dentro da água do copo. Admita que o sistema gelo-água esteja isolado termicamente do ambiente externo e que o copo tenha capacidade térmica desprezível.

São dados: (1) Calor específico sensível do gelo = 0,50 cal/g°C

(2) Calor específico sensível da água = 1,0 cal/g°C

(3) Calor específico latente de fusão do gelo = 80 cal/g

Sabendo que a temperatura final de equilíbrio térmico é de 10°C, concluímos que M é igual a:

a) 2,5 . 102g

b) 4,0 . 102g

c) 4,5 . 102g

d) 5,0 . 102g

e) 1,0 . 103g




09. (ITA) Num dia de calor, em que a temperatura ambiente era de 30°C, João pegou um copo com volume de 200cm3 de refrigerante à temperatura ambiente e mergulhou nele dois cubos de gelo de massa 15g cada um. Se o gelo estava à temperatura de -4,0°C e derreteu-se por completo e supondo que o refrigerante tem o mesmo calor específico sensível da água, a temperatura final da bebida de João ficou sendo aproximadamente de:

Dado: densidade absoluta da água = 1,0 g/cm3

a) 0°C

b) 12°C

c) 15°C

d) 20°C

e) 25°C




10. (EN - RJ) Uma barra de gelo de massa 100g a -20°C é colocada num recipiente com 15g de água líquida a 10°C. Sabe-se que o calor específico sensível do gelo vale 0,55 cal/g°C, o calor específico latente de fusão do gelo, 80 cal/g e o calor específico sensível da água líquida, 1,0 cal/g°C. A temperatura de equilíbrio será, em °C, igual a:

a) -10

b) 0

c) +10

d) +20

e) n.d.a.







Resolução:


01 - B
02 - A
03 - B
04 - C
05 - D
06 - E 07 - C
08 - D
09 - C
10 - B
Exercícios sobre calorimetria



Testes:

01. (FUVEST) Um ser humano adulto e saudável consome, em média, uma potência de 120J/s. Uma “caloria alimentar” (1kcal) corresponde, aproximadamente, a 4,0 x 103J. Para nos mantermos saudáveis, quantas “calorias alimentares” devemos utilizar, por dia, a partir dos alimentos que ingerimos?

a) 33

b) 120

c) 2,6x103

d) 4,0 x103

e) 4,8 x105




02. (MACKENZIE) Uma fonte calorífica fornece calor continuamente, à razão de 150 cal/s, a uma determinada massa de água. Se a temperatura da água aumenta de 20ºC para 60ºC em 4 minutos, sendo o calor especifico sensível da água 1,0 cal/gºC, pode-se concluir que a massa de água aquecida, em gramas, é:

a) 500

b) 600

c) 700

d) 800

e) 900




03. (UFPR) Durante o eclipse, em uma das cidades na zona de totalidade, Criciúma-SC, ocorreu uma queda de temperatura de 8,0ºC. (Zero Horas – 04/11/1994) Sabendo que o calor específico sensível da água é 1,0 cal/gºC, a quantidade de calor liberada por 1000g de água, ao reduzir sua temperatura de 8,0ºC, em cal, é:

a) 8,0

b) 125

c) 4000

d) 8000

e) 64000




04. (UFSE) A tabela abaixo apresenta a massa m de cinco objetos de metal, com seus respectivos calores específicos sensíveis c.

METAL


c(cal/gºC)


m(g)

Alumínio


0,217


100

Ferro


0,113


200

Cobre


0,093


300

Prata


0,056


400

Chumbo


0,031


500

O objeto que tem maior capacidade térmica é o de:

a) alumínio

b) ferro

c) chumbo

d) prata

e) cobre




05. (MACKENZIE) Um bloco de cobre (c = 0,094 cal/gºC) de 1,2kg é colocado num forno até atingir o equilíbrio térmico. Nessa situação, o bloco recebeu 12 972 cal. A variação da temperatura sofrida, na escala Fahrenheit, é de:

a) 60ºF

b) 115ºF

c) 207ºF

d) 239ºF

e) 347ºF




06. (MACKENZIE) Quando misturamos 1,0kg de água de água (calor específico sensível = 1,0cal/g°C) a 70° com 2,0kg de água a 10°C, obtemos 3,0kg de água a:

a) 10°C

b) 20°C

c) 30°C

d) 40°C

e) 50°C




07. (UFSM - RS) Um corpo de 400g e calor específico sensível de 0,20cal/g°C, a uma temperatura de 10°C, é colocado em contato térmico com outro corpo de 200g e calor específico sensível de 0,10cal/g°C, a uma temperatura de 60°C. A temperatura final, uma vez estabelecido o equilíbrio térmico entre os dois corpos, será de:

a) 14°C

b) 15°C

c) 20°C

d) 30°C

e) 40°C




08. (FUVEST) Num calorímetro contendo 200g de água a 20°C coloca-se uma amostra de 50g de um metal a 125°C. Verifica-se que a temperatura de equilíbrio é de 25°C. Desprezando o calor absorvido pelo calorímetro, o calor específico sensível desse metal, em cal/g°C, vale:

a) 0,10

b) 0,20

c) 0,50

d) 0,80

e) 1,0




09. (VEST - RIO - RJ) Um confeiteiro, preparando um certo tipo de massa, precisa de água a 40°C para obter melhor fermentação. Seu ajudante pegou água da torneira a 25°C e colocou-a para aquecer num recipiente graduado de capacidade térmica desprezível. Quando percebeu, a água fervia e atingia o nível 8 do recipiente. Para obter a água na temperatura de que precisa, deve acrescentar, no recipiente, água da torneira até o seguinte nível:

a) 18

b) 25

c) 32

d) 40

e) 56




10. (PUCCAMP) Uma barra de cobre de massa 200g é retirada do interior de um forno, onde estava em equilíbrio térmico, e colocada dentro de um recipiente de capacidade térmica 46cal/°C que contém 200g de água a 20°C. A temperatura final de equilíbrio é de 25°C. A temperatura do forno, em °C, é aproximadamente igual a: Dado: CCu = 0,03 cal/g°C

a) 140

b) 180

c) 230

d) 280

e) 300







Resolução:


01 - C
02 - E
03 - D
04 - E
05 - D
06 - C 07 - C
08 - B
09 - D
10 - C
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Marlim-azul


O Marlim-azul (Makaira nigricans) é um peixe teleósteo, que habita águas salgadas, pertencente à família Istiophoridae. Atingem até 4,5 metros de comprimento e 900kg.
Marlim-Azul
Marlim-Azul
Classificação científica
Reino: Animalia
Filo: Chordata
Classe: Actinopterygii
Ordem: Perciformes
Família: Istiophoridae
Gênero: Makaira
Espécie: M. nigricans

Costumam nadar sozinhos e vivem em águas subtropicais, em mar aberto, com profundidade superior a 200 metros. No Brasil, são encontrados em diversas regiões, como na costa do Amapá, Pará, Espírito Santo, Rio de Janeiro, São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul.

Este é um dos peixes mais cobiçados da pesca oceânica, pois reúne características irresistíveis para qualquer pescador esportivo: é veloz, briguento, exigindo o máximo dos equipamentos pesados e toda técnica e força bruta do pescador.

Seu corpo é roliço, alto e robusto, seu dorso é preto-azulado, ventre branco-prateado, primeira nadadeira dorsal preta ou azul-escura e as outras marrom-escuras e azul-claras. Possui a capacidade de alterar sua cor, variando de todo escuro a um branco-sujo geral mesmo com as amplas áreas avermelhadas, devido ao seu nível de excitação. Quando esse peixe está calmo, os melanóforos (pequena células) de distendem e cobrem a maior parte do corpo, abaixo da camada de muco que recobre os peixes em geral. Durante a excitação, essas células se contraem e estruturas cristalizadas são expostas, estas, por sua vez, refletem a luz existente ao redor, dando a impressão da cor azul em geral.

A alimentação do marlim-azul é bem eclética, dependendo do que encontre. No entanto, preferem atum, sororocas, cavalinhas, dourados, lulas e polvos. O horário da alimentação varia, alimentando-se pela manhã e de tarde, preferindo sempre o período de subida das marés. Quando esses peixes encontram-se sob estresses (por exemplo, quando é fisgado por um pescador), realizam um mecanismo de defesa no qual expelem o conteúdo estomacal, engolindo-o novamente.

Durante o dia, esses animais preferem ficar na superfície das águas, enquanto que durante a noite procuram águas mais profundas para se abrigarem e não manifestam grande interesse por alimento nesse período.

Fontes:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Marlim-azul
http://www.enchova.com/marlin_azul.htm
http://eptv.globo.com/terradagente/NOT,0,0,271689,Um+peixe+bom+de+bico+trofeu+dos+pescadores.aspx
http://www.brasilfishing.com.br/peixe2.htm
http://www.adriaticdiving.com/divingadriatic/slike/bimie0002/sabljarka.jpg

Barata


As baratas apresentam-se nas cores marrom escuro e preto brilhante.

Reino: Animalia
Filo: Arthropoda
Classe: Insecta
Ordem: Blattodea
Família: Blattidae
Gênero: Periplaneta
Espécie: Periplaneta americana

As baratas apareceram sobre a face da terra há aproximadamente 400 milhões de anos e, em nosso país, são conhecidas 644 espécies, sendo que a maioria habita ambientes de floresta. Aproximadamente cinco espécies destas estão associadas a ambientes urbanos e, portanto, presentes em habitações humanas de diversas regiões do globo terrestre.

A barata de esgoto ou barata voadora, Periplaneta americana, é uma das espécies domésticas mais comuns em nosso país. Este animal pode viver em vários ambientes, preferindo locais mais isolados, quentes e úmidos. Rodapés, rachaduras, cantos, frestas, ralos e caixas de gordura de nossas casas podem abrigar estes seres cuja presença não é muito bem-vinda.

Estes animais são mais ativos no período noturno, quando saem de seus abrigos em busca de alimento, geralmente rico em açúcar e/ou gordura, embora fiações, caixas e roupas também possam fazer parte da dieta, para nossa infelicidade. Surpreendentemente, indivíduos desta espécie têm condições de ficar até 15 dias sem se alimentar.

Corpo oval e achatado, com aproximadamente 50mm de comprimento, coloração que pode variar entre os tons negro e pardo, cabeça curta, antenas e olhos grandes e compostos fazem parte da morfologia deste animal.

Quanto à reprodução, as baratas depositam aproximadamente 15 ovos em uma cápsula denominada ooteca, podendo carregá-la por até 24 horas, depositando-a em abrigos geralmente quentes e úmidos. O período de incubação é de aproximadamente 30 dias, até que nasçam as ninfas, as quais são desprovidas de asas e sexualmente imaturas. Leva-se entre 9 e 19 meses até que um indivíduo esteja completamente desenvolvido em sua forma adulta, sendo que este terá condições de viver por até três anos, dando origem a um valor médio de 800 indivíduos durante este período.

São responsáveis pela transmissão de uma gama de doenças: gastroenterites, como salmoneloses e disenterias; infecções, alergias, verminoses, micoses e amebíase. O controle destas espécies, retirando destas seus possíveis abrigos e fontes de alimentação, é necessário. Medidas de higiene, como: isolar o lixo, manter quintal capinado e sem lixo, eliminar frestas, vãos, rodapés e batentes; conservar os alimentos em embalagens seguras e aplicação de inseticidas são alguns exemplos do que se pode ser feito.
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Fungos

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► Fungos

Fungos, grupo formado por diversos organismos unicelulares ou pluricelulares que se alimentam através da absorção direta de nutrientes. Os alimentos dissolvem-se por causa das enzimas que eles secretam; em seguida, são absorvidos através da fina parede da célula e distribuem-se por difusão simples no protoplasma. Junto com as bactérias, os fungos são os causadores da putrefação e decomposição de toda a matéria orgânica.

Existem fungos em qualquer parte onde existam formas de vida. Alguns são parasitas de organismos vivos e produzem graves doenças em plantas e animais. Certos fungos vivem em simbiose com algas formando estruturas características chamadas líquens. A disciplina científica que estuda os fungos chama-se micologia. Os fungos figuravam nas antigas classificações como uma divisão do reino das Plantas; mas, atualmente, muitos cientistas os consideram um grupo completamente separado dos outros, que evoluiu a partir de flagelados sem pigmentos. Ambos os grupos se incluem no reino Protista. Também se classifica os fungos como um reino à parte, devido à complexidade de sua organização.

Existem cerca de cem mil espécies de fungos conhecidas. Os fungos são, em sua maioria, constituídos por fibras finas que contêm protoplasma, chamadas hifas. Em geral, elas são separadas por divisórias que recebem o nome de septos. Em cada hifa existe um ou dois núcleos e o protoplasma se move através de um pequeno poro situado no centro de cada septo. A proliferação de hifas, por alargamento das pontas ou por ramificação, chama-se micélio. Quando o micélio se desenvolve, pode chegar a formar grandes corpos frutíferos, tais como os cogumelos e a bufa-de-lobo. A maior parte dos fungos se reproduz por esporos, diminutas partículas de protoplasma rodeadas pela parede celular. Os esporos são formados de duas maneiras. No primeiro processo, originam-se depois da união de dois ou mais núcleos, o que ocorre dentro de uma ou de várias células especializadas. Os quatro tipos de esporos que se produzem desta maneira (oósporo, zigósporo, ascósporo e basidiósporo) definem os quatro grupos principais de fungos. Os oósporos se formam pela união de uma célula macho e outra fêmea; os zigósporos formam-se pela combinação de duas células sexuais similares. Os ascósporos, que costumam dispor-se em grupos de oito unidades, ficam contidos em bolsas chamadas ascos. Os basidiósporos, por sua vez, reúnem-se em conjuntos de quatro unidades dentro de estruturas com dentículos chamadas basídios. O outro processo mais comum de produção de esporos implica na transformação das hifas em numerosos segmentos sem a união prévia de dois núcleos.

Os principais tipos de esporos reprodutivos formados assim são: oídios, conídios e esporogônios. Estes últimos originam-se no interior de receptáculos, parecidos com vesículas, chamados esporângios. A maioria dos fungos produz esporos sexuais e assexuais. Os fungos são utilizados em diversos processos industriais, como a fermentação alcoólica, o processo de elaboração do pão, a fabricação de cola líquida, de tintas e corantes e a elaboração de antibióticos. Os micólogos englobam os fungos em quatro filos (divisões) principais: oomicetos (Oomycota), zigomicetos (Zygomycota), ascomicetos (Ascomycota) e basidiomicetos (Basidiomycota) e seus indivíduos formam, respectivamente, oósporos, zigósporos, ascósporos e basidiósporos. Muitas espécies são classificadas, de forma arbitrária, em um quinto filo: os deuteromicetos (Deuteromycota), também chamados fungos imperfeitos. Nesse grupo se incluem as espécies das quais se desconhece a forma pela qual produzem esporos.

"Fungos do lodo" (protistas semelhantes a fungos)

Estes protistas têm algumas semelhanças significativas com as amibas, como o alimentar por fogocitose, ou a quitina presente nas paredes celulares.

Reino Fungi: Os fungos tratam-se de microorganismos eucariontes, podendo ser uni ou pluricelulares (mais frequente) que não possuem clorofila, pelo que não podem sintetizar o seu próprio alimento a partir da matéria orgânica, ocorrendo assim que a sua alimentação se dá heterotroficamente, sendo: do tipo saprófito, caso apenas transformem a matéria orgânica em matéria inorgânica, através do lançamento de enzimas pelas hifas que degradam a matéria orgânica; ou simbiótico, caso dependam de um outro indivíduo para sobreviver, quer seja com benefício mútuo (como é o caso das cianobactérias que entram em simbiose com certas algas, obtendo glicose em troca de azoto), quer seja com benefício apenas para o fungo - parasita.

Quando saprófitos, os fungos vivem sobre a matéria orgânica, entre a qual lançam as suas hifas, que vão proceder à digestão extracorporal descrita, fazendo passar os nutrientes por todo o organismo do fungo.

Existem dois tipos de fungos: os bolores e as leveduras. Os bolores são caracterizados por crescerem em micélios, que se trata de uma espécie de tecido próprio dos fungos, constituído por filamentos celulares, chamados hifas. É de salientar que as hifas, podendo ser ou não septadas, possuem um citoplasma contínuo que pode conter vários núcleos. Quando as hifas septadas possuem um núcleo, são denominadas monocarióticas, mas quando possuem dois núcleos, são dicarióticas. Por sua vez, as hifas não septadas são sempre multinucleadas (hifas asseptadas cenocíticas).

Os fungos podem reproduzir-se sexuada ou assexuadamente. Quando se reproduzemn assexuadmente, podem fazê-lo através se fragmentação (cada fragmento do micélio origina novo fungo), gemiparidade (quando, nos unicelulares, se forma uma protuberância com um núcleo ligada à célula-mãe, que depois se liberta ou não), embora o processo mais frequente seja a esporulação. N aesporulação, formam-se estruturas, denominadas esporors, que são obtidas através de mitoses, e que ficam encerradas em esporângios (cuja ruptura provoca a libertação dos esporos) - endósporos obtidos pelo processo endogénico - ou se formam por gemulação sobre hifas especializadas, formamndo rosários que utilizam a membrana da hifa - exósporos obtidos por processo exogénico. Tanto os esporos endósporos como os exósporos são libertados em determinadas alturas do ano, sendo transportados por vários agentes naturais para outros locais, onde vão germinar.

Por sua vez, para que a taxa de variabilidade aumente, é necessário ocorrer reprodução sexuada. Nos fungos, que são organismos haploides, passa-se o seguinte: duas hifas de micélios diferentes, designadas estirpe + e estirpe -, formam na sua extremidade um gametêngio, os quais se vão fundir, após o que vai ocorrer fusão dos núcleos. Forma-se então o zigósporo, estrutura que possui uma parede bastante resistente, e no qual vai ocorrer uma meiose, dando de novo origem a células haplóides, ao que se vai seguir a formação de micélio a partir destas estruturas.

Os fungos foram inicialmente considerados plantas, mas cedo se notou as granmdes diferenças existentes entre estes doi stipos de organismos, nomeadamente a organização estrutural, a reprodução, e a nutrição (enqunato nas plantas é por fotossíntese, nos fungos é por absorção).

Os fungos possuem uma grande importância económica actualmente. As leveduras, por exemplo, são seres unicelulares que sob determinadas condições, podem desenvolver hifas densas. A ocorrência de fermentação nestes organismos permitiu a sua utilização na indústria, nomeadamente na fermentação do vinho e da cerveja.

Líquenes:Os líquenes não são mais do que uma associação entre bactérias (cianobactérias) ou algas (clorófitas) e as hifas de fungos simbiontes. Nestas associações, uma hifa especializada penetra na célula da alga, se for o caso, e retira nutrientes, enquanto fornace protecção e sais minerais áquela. No caso das cianobactérias, o fungo utiliza o axoto atmosférico criado por aquelas. Crê-se terem sido os líquenes que primeiro colonizaram o ambiente terrestre. Esta associação de organismo é sensível à a«poluição atmosférica, logo é mais provável encontrar-mos um destes organismos num local não poluido.

Micorrizas: Também estes são associações entre fungos e as raízes das plantas. Trata-se de uma simbiose com benefício mútuo, pois enquanto o fungo absorve água, com a sua estrutura esponjosa que penetra na raíz, e sais minerais, que partilha com a planta, esta fornece ao fungo açúcares a aminoácidos. Há uma maior taxa de spbrevivência em plantas que se associam a fungos do que as que não o fazem. É de salienter que se acredita que esta simbiose é já de longa data, pois foram encontrados fósseis de plantas que se encontraram em simbiose com fungos.

Haustórios: Este trata-se também um caso de fungo simbiote, mas desta vez parasita. As hifas destes fungos penetram nas células das plantas, captando o seu alimento, e por vezes provacando a sua morte.

Os fungos parasitas são um dos maiores pesadelos dos agricultores, pois são responsáveis pela destruição de culturas de pêssegos, milho, ameixas, damascos, entre outros. Há também exemplos de fungos parasitas do corpo humano, como é o exemplo do Tricophyton, que provoca o pé-de-atleta.
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Classificação e nomenclatura dos seres vivos


Professor de Matemática e Biologia Antônio Carlos Carneiro Barroso
Colégio Estadual Dinah Gonçalves
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Quando nos deparamos com uma grande variedade de objetos ao nosso redor, temos a tendência de reunir em grupos aqueles que consideramos semelhantes, classificando-os. Está é uma característica inerente ao ser humano. O ser humano classifica as coisas porque isso as torna mais fáceis de serem compreendidas.

É provável que o homem primitivo distribuísse os seres vivos em grupos: os comestíveis e os não-comestíveis, perigosos e não-perigosos etc..

No nosso dia-a-dia, temos constantemente exemplos de classificação de coisas; ao se classificar os selos, por exemplo, levamos em conta critérios de semelhanças como país, o ano do selo, o motivo da estampa etc..

Em qualquer sistema de classificação são usados determinados critérios. Num supermercado, a disposição dos produtos nos corredores e nas prateleiras obedece a certas regras estabelecidas pelo proprietário. Por exemplo, os produtos de higiene pessoal ficam numa determinada prateleira de uma determinada seção, os refrigerantes numa outra e os chocolates em uma terceira etc.. É claro que o dono de um supermercado pode usar critérios diferentes de arrumação.

Os cientistas também classificam. Mas no caso da Ciência, não é aconselhável a existência de muitos sistemas diferentes de classificação. Podemos perceber que isso tornaria muito difícil a “comunicação” entre cientistas.

A importância da classificação biológica é facilitar a compreensão da enorme variedade de seres vivos existentes.

- Os grupos básicos de Linnaeus

A primeira tentativa conhecida de classificação foi feita pelo filósofo grego Aristóteles (384- 322 a.C.).

Aristóteles trabalhou principalmente com animais e classificou várias centenas de espécies. Ele dividia os animais em dois grandes grupos: os com sangue e os sem sangue. Teofrasto, um discípulo de Aristóteles, descreveu todas as plantas conhecidas no seu tempo: ao classificar as plantas, um dos critérios utilizados foi o tamanho; ele as dividia em árvores, arbustos, subarbustos e ervas.

De Aristóteles até o começo do século XVIII houve pouco progresso. Foram elaborados alguns sistemas de classificação mas com pouco sucesso. Os critérios eram arbitrários, alguns Biólogos classificavam os animais de acordo com seu modo de locomoção, outros conforme o ambiente em que ele vivia etc.

Um exemplo disso pode ser notado ao analisarmos a classificação de um animal tendo por base apenas o ambiente onde ele vive. Pássaros, morcegos e insetos são classificados como animais aéreos e, no entanto, são muito diferentes entre si. Certamente um beija-flor tem mais semelhança com uma ema (terrestre) do que com uma mosca.

Podemos notar que escolher como critério apenas o ambiente não acrescenta muito sobre o grupo.

Estas primeiras classificações eram consideradas artificiais, pois utilizavam critérios que não refletiam as possíveis relações de parentesco entre os seres vivos.

Hoje em dia classificações são naturais, pois procuram agrupar os seres vivos de acordo com o maior número possível de semelhanças, tentando estabelecer relações de parentesco evolutivo entre os mesmos.

Um grande marco na classificação dos seres vivos foi estabelecido pelo Naturalista e Médico sueco Linnaeus (lê-se Linô).

Linnaeus desenvolveu um sistema de categorias hierárquicas que, com algumas modificações, é usada hoje. No entanto, ele não levou em conta as relações de parentesco evolutivo entre seres vivos, pois acreditava que as espécies existentes na Terra tinham sido criadas uma a uma por Deus e que, desde o instante da criação até então, elas teriam permanecido sem qualquer alteração. Esse princípio da imutabilidade, denominado fixismo, era crença generalizada entre os naturalistas da época de Linnaeus.

Atualmente o fixismo não é mais aceito, tendo sido contestado a partir dos trabalhos de Darwin em 1 859. Darwin desenvolveu idéias sobre a evolução dos seres vivos através da seleção natural.

A teoria da evolução biológica ou simplesmente teoria da evolução diz que todos os seres vivos, dos mais simples até o homem, estão sujeitos a contínuas modificações ao longo do tempo. Assim, acredita-se que todas as espécies atuais ou as já extintas se originaram a partir de outras, pelo acúmulo de novas características, que revelam as suas adaptações ao diferentes ambientes durante a história da Terra.

Com a aceitação da teoria evolutiva, as espécies deixaram de ser vistas como grupos estáticos de seres vivos.

No sistema proposto por Linnaeus a espécie é a unidade de classificação e pode ser definida como sendo “um grupo de organismos que se acasalam na Natureza e cujos descendentes são férteis”.

O atual sistema de classificação dos organismos também considera a espécie como unidade de classificação.

As diferentes categorias de classificação, chamadas de categorias taxonômicas, foram ampliadas. Linnaeus elaborou um sistema de classificação onde havia 5 categorias de espécies semelhantes, que eram agrupadas em um mesmo gênero; os gêneros semelhantes são agrupados numa mesma família; famílias semelhantes são reunidas numa ordem; ordens semelhantes são agrupadas em uma classe; classes semelhantes são agrupadas em um filo ou divisão, e filos ou divisões semelhantes são agrupadas em um reino. As categorias podem ser representadas, da mais ampla para a mais restrita, da seguinte maneira:
REINO FILO CLASSE ORDEM FAMÍLIA GÊNERO ESPÉCIE
Além dessas categorias, muitas vezes são utilizadas categorias intermediárias, tais como subfilo, infraclasse, superordem, superfamília, subgênero, subespécie.

Para exemplificar o atual sistema de classificação, vamos ver a classificação do cão, desde a categoria mais geral, que é o reino, até a mais restrita, que é a espécie.

Um exemplo de classificação taxonômica: o cão
- Uma classificação geral dos seres vivos
Muitos sistemas de classificação de seres vivos foram propostos, mas esse assunto ainda é muito controvertido.

As Ciências Biológicas estão em plena expansão e tem sido possível conseguir mais e melhores informações a respeito dos seres vivos, trazendo assim maiores subsídios para a compreensão de suas histórias evolutivas. Por essa razão, a classificação tem sofrido modificações, pois trata-se de um tema dinâmico, não existindo um sistema que contente a todos.

Num dos primeiros sistemas de classificação, na época de Linnaeus, era comum a divisão dos seres da natureza em 3 reinos: Vegetalia ou Plantæ, Animalia e Mineralia. Essa divisão perdurou até cerca de 60 anos atrás. Em conseqüência, ainda há quem insista em considerar os seres vivos unicamente em dois reinos: Vegetalia e Animalia.

Num outro sistema proposto, os seres vivos eram colocados em 3 reinos: Protista, Plantæ e Animalia. Este sistema também não é mais utilizado.

Posteriormente surgiu um sistema de classificação onde os seres vivos eram divididos em 4 reinos: Reino Monera (bactérias e cianobactérias), Reino Protista (algas, protozoários e fungos), Reino Plantæ (desde musgos até angiospermas) e Reino Animalia (desde esponjas até os mamíferos).

Esse sistema ainda é utilizado por algumas pessoas, mas está pouco a pouco sendo substituído por um sistema que agrupa os seres vivos em 5 Reinos:

* Reino Animalia: todos os animais desde as esponjas até os mamíferos
* Reino Plantae: desde algas pluricelulares até angiospermas
* Reino Fungi: todos os fungos
* Reino Protista: algas unicelulares e protozoários
* Reino Monera: bactérias e cianobactérias

O sistema dos 5 Reinos foi proposto em 1 969 pelo Biólogo norte-americano R. H. Wittaker e é o utilizado atualmente.
- Nomenclatura dos seres vivos
Se você consultar um dicionário verificará que o fruto conhecido como ABÓBORA também pode ser chamado de jerimum, jerimu, jurumum, zapolo e zapolito-de-tronco.

É provável que você não conheça todos esses nomes.

Se em uma única língua de um único País existem tantos nomes para um mesmo organismo, calcule, então, como seria confuso se considerarmos todas as línguas e dialetos que existem no mundo!

Para facilitar a comunicação entre pessoas de diferentes nacionalidades, que falam diferentes idiomas, e entre pessoas de diferentes regiões geográficas de um mesmo país, são utilizados nomes científicos para designar as várias espécies de seres vivos.

O sistema atual de nomenclatura segue proposta de Linnaeus:

* é binomial, isto é, composto por dois nomes escritos em latim, ou latinizados;
* o primeiro nome refere-se ao gênero e deve ter a inicial com letra maiúscula, ex.: Canis
* o segundo nome é o epíteto específico e deve ser escrito com inicial minúscula, ex.: familiaris
* Os dois juntos formam o nome da espécie, ex.: Canis familiaris, que é o cão doméstico.
* Os nomes científicos devem ter grafia diferenciada no texto. Se este for manuscrito, deve-se passar um único traço embaixo do nome. Se for impresso pode-se, por exemplo, deixar a letra em itálico.

Observe o exemplo abaixo:
Tendo em vista que a classificação correta é em latim (ou em palavras latinizadas), apresentaremos os tópicos desta forma. No decorrer do texto, porém, vamos usar a classificação em língua portuguesa. Note também que, em alguns nomes, há a presença de radicais gregos.

Para pensar 3 : O gato pertence a família dos felinos e à ordem dos carnívoros. Em qual desses dois grupos há maior quantidade de seres?

Leitura complementar: Vírus, um ser diferente
Os vírus são o limite entre a matéria bruta e a matéria viva.

Esses seres são muito especiais, pois não são formados por células. Seu organismo é formado por proteínas e outras substâncias.

De todas as características dos seres vivos, os vírus apresentam somente duas: a capacidade de se reproduzir e de sofrer mutações. Por essa razão, os cientistas ainda não chegaram a um acordo se devem ou não classificar esses seres como organismos vivos. Conseqüentemente, os vírus não estão agrupados em nenhum reino. Quando as dúvidas que se tem hoje sobre as características desses seres forem esclarecidas, é provável que eles sejam classificados em um reino exclusivo deles.

O vírus só consegue sobreviver e se reproduzir no interior das células.

Para isso, ele tem que injetar o seu material genético no interior de uma célula viva.

Quando isso ocorre podemos dizer que, de certa forma, o vírus inativa (desliga) o programa da célula e a obriga a fabricar novos vírus. Esses novos vírus irão contaminar novas células e, se o processo não for interrompido, ocorre o que chamamos de infecção.

Um ser que vive às custas de outros causando prejuízos denomina-se parasita.

O vírus é um parasita intracelular, pois para se manifestar necessita penetrar numa célula.

Ao se reproduzirem no interior dos seres vivos, os vírus desequilibram o organismo causando o que denominamos doença.

Existem vírus que atacam animais e outros que atacam somente vegetais.

Na espécie humana podemos destacar doenças que são causadas por vírus: a gripe, a caxumba, o sarampo, a hepatite, a febre amarela, a poliomielite (ou paralisia infantil), a raiva, a rubéola etc..

Quando substâncias estranhas (chamadas antígenos) penetram no nosso organismo (o vírus, por exemplo), existem células do nosso sangue (certos glóbulos brancos) que são capazes de percebê-las, alertando outras células para o perigo de uma infecção. As células alertadas, outros glóbulos brancos, fabricam proteínas de defesa chamadas anticorpos, que inativam os antígenos.

Dessa forma o nosso corpo identifica e neutraliza a ação de certos microorganismos, inclusive os vírus. Essa capacidade de defesa denomina-se imunização.

Não existem medicamentos para combater os vírus depois que eles passam a parasitar um organismo. Nesse caso o único procedimento possível é esperar que o organismo reaja e produza anticorpos específicos para destruí-los. É o caso, por exemplo, da gripe. Não existem remédios para essa doença. O que há são medicamentos para livrar os sintomas desconfortáveis que ela provoca, como dores de cabeça, febre etc..

No entanto alguns vírus são responsáveis por doenças fatais ou que deixam seqüelas graves, é o caso da AIDS, onde o vírus baixa radicalmente a resistência do organismo por atacar as células de defesa. O indivíduo, então, contrai infecções com mais facilidade e que se tornam graves, podendo matar a pessoa. A poliomielite é outro exemplo que pode deixar uma pessoa paralítica ou com sérios problemas motores.

Contra algumas doenças viróticas existem vacinas, que são medicamentos preventivos. A vacinas não curam um organismo já infectado por vírus. São produzidas a partir de vírus “mortos” ou enfraquecidos. Uma vez introduzidos num indivíduo, esses vírus não têm condições de provocar a doença, mas são capazes de estimular o organismo a produzir anticorpos, imunizando-o.
- Questões para auto-avaliação
1) Com que finalidade se classificam os seres vivos?
2) Considere os seguintes seres vivos: mosca, homem, cavalo, macaco, borboleta e zebra. Adote um critério de classificação e separe-os em grupos.
3) Quais as características que definem um ser vivo como pertencente à mesma espécie do outro?
4) Quais são as regras básicas para nomear os seres vivos, de modo a serem identificados com facilidade no mundo todo?
5) Quais são os cinco reinos da Natureza? Cite um ser de cada reino, como exemplo.
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Equação de 1º grau Aula 9

Juros simples

Os juros simples são calculados com base no capital inicial (C), período a período. Por isso o valor dos juros simples é constante em cada período de tempo. Observe o exemplo a seguir:

Carlos aplicou R$ 500,00 a taxa de 3% no regime de juros simples. Qual será o montante no fim de 8 meses de aplicação?


Após 8 meses, Carlos terá um montante de R$ 620,00

Exemplo 2

Fernando aplicou R$ 1.200,00 em uma instituição bancária que paga juros simples de 2,5% ao mês. Qual será o montante no final de 10 meses?

O montante do juro simples e dado pela expressão: M = C + J
Fórmula para o cálculo de juros simples: J = C * i * t , em que:
J = juros
C = capital
i = taxa
t = tempo (período de aplicação)
M = montante

Dados do exercício:
J = ?
C = 1.200
i = 2,5% = 2,5/ 100 = 0,025 (taxa unitária)
t = 10 meses

Desenvolvendo
J = 1200 * 0,025 * 10
J = 300

M = 1200 + 300
M = 1500

O montante ao final de 10 meses será de R$1.500,00.

Exemplo 3

Um capital de R$ 2.000,00, aplicado no sistema de juros simples, produziu um montante de R$ 2.720,00 após 12 meses de aplicação. Qual foi a taxa de juros?
Dados:
C = 2.000
M = 2.720
J = M – C = 2720 – 2000 = 720
t = 12 meses
i = ?

J = C * i * t
720 = 2000 * 12 * i
720 = 24000 * i
i = 720/24000
i = 0,03 ou 3%

A taxa de juros usada foi de 3%.


Exemplo 4

Um capital de R$ 1.000,00, aplicado a juros simples com uma taxa de 2% ao mês, resultou no montante de R$ 1.300,00 após certo tempo. Qual o tempo da aplicação?

C = 1.000
M = 1.300
J = 1300 – 1000 = 300
i = 2% = 2/100 = 0,02
t = ?

J = C * i * t
300 = 1000 * 0,02 * t
300 = 20 * t
t = 300/20
t = 15 meses

O tempo de aplicação foi de 15 meses.
extraido de www.mundoeducacao.com.br

Gineceu

Colégio Estadual Dinah Gonçalves
email accbarroso@hotmail.com


Gineceu é a denominação dada ao conjunto reprodutor feminino de uma flor. Essa estrutura agrega carpelos e óvulos, sendo que o carpelo é composto por estilete, estigma e ovário. E o ovário guarda os óvulos ou o óvulo, a quantidade vai variar de espécie para espécie. O gineceu pode ainda ser classificado de acordo com o número e disposição de seus carpelos. Na figura abaixo, por exemplo, podemos visualizar esta diferença. Se temos um ou mais de um carpelo agregado (carpelos unidos) na base, este gineceu será denominado de sincárpico. Se os carpelos não estão unidos na base e podem ser contados separadamente, distintamente um do outro, então este gineceu é denominado de apocárpico. Se há apenas um carpelo, ele será monocárpico.

Observando esta outra figura abaixo, podemos facilmente perceber por que é o estigma da flor que serve justamente para receber o pólen e dar início ao processo germinativo: porque ele está no topo. O pólen repousa no estigma, se hidrata e se rompe, formando o tubo polínico que se desenvolverá ao longo do estilete. Então quando o tubo polínico chega até o ovário consegue alcançar o óvulo e penetrá-lo. É quando então acontecerá uma dupla fecundação. Este óvulo fecundado vira uma semente, e depois de sucessivas divisões mitóticas se torna um embrião. Vale ressaltar também que a disposição (organização) dos órgãos reprodutores tem uma explicação: o óvulo fica dentro do ovário, logo o ovário é a parte mais importante da flor. Por isso não pode ficar no topo, vulnerável e exposto às intempéries e possíveis predadores.

O ovário também obedece a uma outra classificação: quanto ao número lóculos. O ovário é designado unilocular quando somente um carpelo está presente e portanto apenas um lóculo. Para ser designado plurilocular é necessário que esta flor tenha mais de um carpelo, porém estes carpelos compartilham uma mesma abertura interna, portanto um mesmo lóculo comum aos carpelos. Neste caso cada estigma recebe o pólen, passam pelo estilete correspondente e chegam ao mesmo lóculo, comum à todos. E ainda há o ovário plurilocular, que é quando a flor apresenta mais de um carpelo e mais de um lóculo individual, ou seja, cada carpelo tem um lóculo próprio, correspondente com aberturas individuais.

Bibliografia:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Gineceu
http://professores.unisanta.br/maramagenta/flor.asp
http://www.brasilescola.com/biologia/gineceu.htm
http://www.biologados.com.br/botanica/taxonomia_vegetal/flor_angiosperma_ovario_estigma_estilete_sincarpico_apocarpico.htm
http://www.life.illinois.edu/ib/335/Flowers/FloralTerms.html
http://www.rc.unesp.br/ib/ecologia/geecas/polinizacaogeral.htm

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Fatoração e Sistema de 1º grau autor Antonio Carlos Carneiro Barroso