Classificação das palavras quanto ao número de sílabas
Monossílabas - aquelas que possuem uma só sílaba: dó, mão, cruz, etc.
Dissílabas - aquelas que possuem duas sílabas: sa/pé, fo/lha, te/la, etc.
Trissílabas - aquelas que possuem três sílabas: fun/da/ção, mé/di/co, etc.
Polissílabas - aquelas que possuem mais de três sílabas: ve/te/ra/no, na/tu/re/za, pa/la/ci/a/no, etc.
Divisão silábica
A fala é o primeiro e mais importante recurso usado para a divisão silábica na escrita.
Regra geral:
Toda sílaba, obrigatoriamente, possui uma vogal.
Regras práticas:
* Não se separam ditongos e tritongos. Exemplos: mau, averigüei
Separam-se as letras que representam os hiatos. Exemplos: sa-í-da, vô-o...
* Separam-se somente os dígrafos rr, ss, sc, sç, xc. Exemplos: pas-se-a-ta, car-ro, ex-ce-to...
* Separam-se os encontros consonantais pronunciados separadamente. Exemplo: car-ta
* Os elementos mórficos das palavras (prefixos, radicais, sufixos), quando incorporados à palavra, obedecem às regras gerais.Exemplos: de-sa-ten-to, bi-sa-vô, tran-sa-tlân-ti-co...
* Consoante não seguida de vogal permanece na sílaba anterior. Quando isso ocorrer em início de palavra, a consoante se anexa à sílaba seguinte.Exemplos: ad-je-ti-vo, tungs-tê-nio, psi-có-lo-go, gno-mo...
Acento tônico/ gráfico
1-Sílaba tônica- A sílaba proferida com mais intensidade que as outras é a sílaba tônica. Esta possui o acento tônico, também chamado acento de intensidade ou prosódico:
cajá, caderno, lâmpada
2-Sílaba subtônica- Algumas palavras geralmente derivadas e polissílabas, além do acento tônico, possuem um acento secundário.A sílaba com acento secundário é chamada de subtônica.
Exemplos:
terrinha, sozinho
3-Sílaba átona- As sílabas que não são tônicas nem subtônicas chamam-se átonas.
Podem ser pretônicas (antes da tônica) ou postônicas (depois da tônica),
Exemplos:
barata (átona pretônica, tônica, átona postônica)
máquina (tônica, átona postônica, átona postônica)
Classificação das palavras quanto ao acento tônico
As palavras com mais de uma sílaba, conforme a tonicidade, classificam-se em:
Oxítonas: quando a sílaba tônica é a última - coração, São Tomé, etc.
Paroxítonas: quando a sílaba tônica é a penúltima - cadeira, linha, régua, etc.
Proparoxítonas: quando a sílaba tônica é a antepenúltima - ibérica, América, etc.
Os monossílabos podem ser tônicos ou átonos:
Tônicos: são autônomos, emitidos fortemente, como se fossem sílabas tônicas.Ex.: ré, teu, lá, etc.
Átonos: apóiam-se em outras palavras, pois não são autônomos, são emitidos fracamente, como se fossem sílabas átonas.São palavras sem sentido quando estão isoladas: artigos, pronomes oblíquos, preposições, junções de preposições e artigos, conjunções, pronome relativo que. Ex.: o, lhe, nem, etc.
Autoria: Regina Suda
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quarta-feira, 22 de janeiro de 2020
Preposição
Preposição é a palavra invariável que liga dois termos da oração, subordinando um ao outro.
Sintaticamente, as preposições não exercem propriamente uma função: são consideradas conectivos, ou seja, elementos de ligação entre termos oracionais. As preposições podem introduzir:
• Complementos verbais
• Complementos nominais
• Locuções adjetivas
• Locuções adverbiais
• Orações reduzidas
As preposições classificam-se em essenciais e acidentais:
1. Preposição essencial: sempre funciona como preposição.
Exemplo: a, ante, de, por, com, em, sob, até...
2. Preposição acidental: palavra que, além de preposição, pode assumir outras funções morfológicas.
Exemplo: consoante, segundo, mediante, tirante, fora, malgrado...
Locução prepositiva
Chamamos de locução prepositiva ao conjunto de duas ou mais palavras que têm o valor de uma preposição.
A última palavra dessas locuções é sempre uma preposição.
Exemplos: por causa de, ao lado de, em virtude de, apesar de, acima de, junto de, a respeito de...
As preposições podem combinar-se com outras classes gramaticais.
Exemplos: do (de + artigo o)
no (em + artigo o)
daqui (de + advérbio aqui)
daquele (de + o pronome demonstrativo aquele)
Emprego das preposições
- as preposições podem estabelecer variadas relações entre os termos que ligam.
Ex.: Viajou de carro (relação de meio)
Saiu com os amigos. (relação de companhia)
Morreu de tuberculose. (relação de causa)
O carro de Joaquim é novo. (relação de posse)
- algumas preposições podem vir unidas a outras palavras. Temos combinação quando na junção da preposição com outra palavra não houver perda de elemento fonético.
Temos contração quando na junção da preposição com outra palavra houver perda fonética.
- a preposição a pode se fundir com outro a, essa fusão é indicada pelo acento grave ( `), recebe o nome de crase.
Ex.: Fui à feira. (a+a)
- Na linguagem culta, não se deve fazer a contração da preposição de com o artigo que encabeça o sujeito de um verbo.
Está na hora de a criança dormir. (a criança é o sujeito do verbo dormir, por isso não podemos contrair a preposição de com o artigo a que encabeça o sujeito.
Essa regra vale também para construções com pronomes pessoais:
Está na hora de ele sair. (ele é sujeito do verbo sair, por isso não se pode contrair a preposição com o sujeito).
www.mundoeducacao.com.br
Sintaticamente, as preposições não exercem propriamente uma função: são consideradas conectivos, ou seja, elementos de ligação entre termos oracionais. As preposições podem introduzir:
• Complementos verbais
• Complementos nominais
• Locuções adjetivas
• Locuções adverbiais
• Orações reduzidas
As preposições classificam-se em essenciais e acidentais:
1. Preposição essencial: sempre funciona como preposição.
Exemplo: a, ante, de, por, com, em, sob, até...
2. Preposição acidental: palavra que, além de preposição, pode assumir outras funções morfológicas.
Exemplo: consoante, segundo, mediante, tirante, fora, malgrado...
Locução prepositiva
Chamamos de locução prepositiva ao conjunto de duas ou mais palavras que têm o valor de uma preposição.
A última palavra dessas locuções é sempre uma preposição.
Exemplos: por causa de, ao lado de, em virtude de, apesar de, acima de, junto de, a respeito de...
As preposições podem combinar-se com outras classes gramaticais.
Exemplos: do (de + artigo o)
no (em + artigo o)
daqui (de + advérbio aqui)
daquele (de + o pronome demonstrativo aquele)
Emprego das preposições
- as preposições podem estabelecer variadas relações entre os termos que ligam.
Ex.: Viajou de carro (relação de meio)
Saiu com os amigos. (relação de companhia)
Morreu de tuberculose. (relação de causa)
O carro de Joaquim é novo. (relação de posse)
- algumas preposições podem vir unidas a outras palavras. Temos combinação quando na junção da preposição com outra palavra não houver perda de elemento fonético.
Temos contração quando na junção da preposição com outra palavra houver perda fonética.
| contração | combinação |
| Do (de+o) | Ao (a+o) |
| Dum (de+um) | Aos (a+os) |
| Desta (de+esta) | Aonde (a+onde) |
| No (em+o) | |
| Neste (em+este) |
- a preposição a pode se fundir com outro a, essa fusão é indicada pelo acento grave ( `), recebe o nome de crase.
Ex.: Fui à feira. (a+a)
- Na linguagem culta, não se deve fazer a contração da preposição de com o artigo que encabeça o sujeito de um verbo.
Está na hora de a criança dormir. (a criança é o sujeito do verbo dormir, por isso não podemos contrair a preposição de com o artigo a que encabeça o sujeito.
Essa regra vale também para construções com pronomes pessoais:
Está na hora de ele sair. (ele é sujeito do verbo sair, por isso não se pode contrair a preposição com o sujeito).
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terça-feira, 21 de janeiro de 2020
Interjeição
São palavras que exprimem estados emocionais, ou sensações.
Veja alguns exemplos:
Ah! (admiração).
Ai! (dor)
Tomara!, oxalá! (desejo).
Adeus! (saudação).
Vê! , vai! (desapontamento).
Bravo! (aplauso).
Locuções interjetivas
Locuções adjetivas ocorrem quando mais de uma palavra possui a mesma funcionalidade de uma interjeição.
Veja alguns exemplos:
Nossa Senhora!
Raios te partam!
Quem diria!
Ora bolas!
Puxa vida!
Ai de mim!
Quem me dera!
www.colegioweb.com.br
Veja alguns exemplos:
Ah! (admiração).
Ai! (dor)
Tomara!, oxalá! (desejo).
Adeus! (saudação).
Vê! , vai! (desapontamento).
Bravo! (aplauso).
Locuções interjetivas
Locuções adjetivas ocorrem quando mais de uma palavra possui a mesma funcionalidade de uma interjeição.
Veja alguns exemplos:
Nossa Senhora!
Raios te partam!
Quem diria!
Ora bolas!
Puxa vida!
Ai de mim!
Quem me dera!
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domingo, 19 de janeiro de 2020
Complemento nominal
Alguns nomes (substantivos e adjetivos) se comportam de maneira similar aos verbos transitivos. Não entendeu? Pois bem, você vai ver que esse conceito de análise sintática não é tão difícil. Veja essas três orações:
A comunidade aguarda a construção da estrada.
O fechamento da fábrica causou grandes transtornos.
O avião fez uma mudança de rota.
O que essas expressões têm em comum? A resposta é: o fato de trazerem um nome ligado a um complemento, que chamamos de complemento nominal. Veja o esquema:
Há certas palavras (substantivos, adjetivos e advérbios) que apresentam alguma transitividade, isto é, seu sentido fica incompleto sem um complemento. É o mesmo raciocínio dos verbos: "quem constrói, constrói algo"; "se há construção, há construção de algo". O complemento dessas palavras é o complemento nominal.
Outro esqueminha ajudará a entender:
Basta pensar um pouco e você vai verificar que o mesmo ocorre nos outros dois exemplos dados.
Os verbos acima são transitivos diretos e pedem como complemento um objeto direto. Quando comparamos esses verbos com os substantivos, percebemos que os substantivos também pedem um complemento. O nome que se dá a essa função gramatical é complemento nominal. Podemos perceber assim que o complemento integra o sentido do substantivo.
Mas nem sempre os nomes que pedem complemento nominal estão ligados a um verbo. Há casos em que um substantivo abstrato demanda um complemento. Veja os exemplos abaixo:
Há também advérbios acompanhados de complemento nominal, como neste exemplo:
Na lista abaixo, apresentamos vários exemplos de palavras acompanhadas de complemento nominal. Observe como a estrutura gramatical dessas expressões é bem parecida. Só para lembrar: o complemento nominal sempre é precedido de uma preposição (como a, de, com, em, por e outras).
O que essas expressões têm em comum? A resposta é: o fato de trazerem um nome ligado a um complemento, que chamamos de complemento nominal. Veja o esquema:
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Há certas palavras (substantivos, adjetivos e advérbios) que apresentam alguma transitividade, isto é, seu sentido fica incompleto sem um complemento. É o mesmo raciocínio dos verbos: "quem constrói, constrói algo"; "se há construção, há construção de algo". O complemento dessas palavras é o complemento nominal.
Outro esqueminha ajudará a entender:
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Basta pensar um pouco e você vai verificar que o mesmo ocorre nos outros dois exemplos dados.
Os verbos acima são transitivos diretos e pedem como complemento um objeto direto. Quando comparamos esses verbos com os substantivos, percebemos que os substantivos também pedem um complemento. O nome que se dá a essa função gramatical é complemento nominal. Podemos perceber assim que o complemento integra o sentido do substantivo.
Mas nem sempre os nomes que pedem complemento nominal estão ligados a um verbo. Há casos em que um substantivo abstrato demanda um complemento. Veja os exemplos abaixo:
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Há também advérbios acompanhados de complemento nominal, como neste exemplo:
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Na lista abaixo, apresentamos vários exemplos de palavras acompanhadas de complemento nominal. Observe como a estrutura gramatical dessas expressões é bem parecida. Só para lembrar: o complemento nominal sempre é precedido de uma preposição (como a, de, com, em, por e outras).
Nome
|
Complemento nominal
|
sede
|
de viver
|
ávido
|
pelo dinheiro
|
alheio
|
aos estudos
|
prejudicado
|
pelos irmãos
|
sorte
|
no amor
|
atração
|
pelo desconhecido
|
estada
|
em Machu Pichu
|
merecedor
|
do Prêmio Nobel
|
confiança
|
na medicina
|
contrário
|
à pena de morte
|
atenção
|
ao cliente
|
necessidade
|
de dormir
|
farto
|
de ouvir bobeiras
|
invenção
|
do avião
|
acima
|
da lei
|
capaz
|
de voar
|
Regencia verbal
A regência de um verbo é determinada pela relação do mesmo com seu complemento.
Logo, o verbo é o termo regente e o complemento é o termo regido. Observe:
Exemplos: Joana assistiu um paciente no hospital onde trabalha.
Joana assistiu ao jogo da seleção brasileira.
Observe que na primeira oração o verbo assistir é transitivo direto, ou seja, exige complemento (objeto direto) e tem significado aproximado de “prestar assistência”.
Já na segunda oração o verbo “assistir” é transitivo indireto, ou seja, exige complemento, porém precedido de preposição e significa “ver”.
Reger é determinar a flexão de um termo, que neste caso é o complemento, já que o verbo é o termo regente.
Há uma dependência sintática entre regente (verbo) e termo regido (complemento), uma vez que o último completa o sentido do primeiro. Veja:
O verbo “comprou” é transitivo direto e pede um complemento: Joana comprou o que? Uma bolsa (termo regido), para quem? Para Jussara (objeto indireto: precedido da preposição “para”).
Os pronomes pessoais oblíquos o, a, os, as e suas variações la, lo, los, las, no, na, nos, nas são objetos diretos. Já os pronomes lhe, lhes são objetos indiretos.
Exemplos: Joana disse que iria comprá-la. (Joana disse que iria comprar. Comprar o que? La (algo, um objeto, o qual pode ser uma bolsa, uma blusa, etc.)
Joana lhe explicou por que não era para comprar. (Joana explicou. Explicou o que? O motivo pelo qual não era para comprar. Explicou para quem? Lhe (para você: objeto indireto precedido de preposição).
Por Sabrina Vilarinho
Graduada em Letras
Equipe Brasil Escola
Logo, o verbo é o termo regente e o complemento é o termo regido. Observe:
Exemplos: Joana assistiu um paciente no hospital onde trabalha.
Joana assistiu ao jogo da seleção brasileira.
Observe que na primeira oração o verbo assistir é transitivo direto, ou seja, exige complemento (objeto direto) e tem significado aproximado de “prestar assistência”.
Já na segunda oração o verbo “assistir” é transitivo indireto, ou seja, exige complemento, porém precedido de preposição e significa “ver”.
Reger é determinar a flexão de um termo, que neste caso é o complemento, já que o verbo é o termo regente.
Há uma dependência sintática entre regente (verbo) e termo regido (complemento), uma vez que o último completa o sentido do primeiro. Veja:
Joana comprou uma bolsa para Jussara.
Os pronomes pessoais oblíquos o, a, os, as e suas variações la, lo, los, las, no, na, nos, nas são objetos diretos. Já os pronomes lhe, lhes são objetos indiretos.
Exemplos: Joana disse que iria comprá-la. (Joana disse que iria comprar. Comprar o que? La (algo, um objeto, o qual pode ser uma bolsa, uma blusa, etc.)
Joana lhe explicou por que não era para comprar. (Joana explicou. Explicou o que? O motivo pelo qual não era para comprar. Explicou para quem? Lhe (para você: objeto indireto precedido de preposição).
Por Sabrina Vilarinho
Graduada em Letras
Equipe Brasil Escola
Advérbio
Classe invariável que expressa circunstâncias.
Os advérbios se ligam a verbos, adjetivos ou outros advérbios.
Ex.:"O aluno estudou muito".(advérbio ligado ao verbo estudou),
"A mesa estava muito brilhante".(advérbio muito ligado ao adjetivo brilhante),
"O trabalho ficou pronto muito tarde".(advérbio ligado ao advérbio tarde)
Algumas circunstâncias expressas pelos advérbios:
* Tempo (sempre, amanhã...)
* Lugar (aqui, ali...)
* Modo (amavelmente, rapidamente...)
* Intensidade (tão, muito...)
* Afirmação (sim, realmente...)
* Negação (nem, não...)
* Dúvida (provavelmente, talvez...)
Locução adverbial
Duas ou mais palavras com valor de advérbio. Ex.: Rubens estava morrendo de medo. ( locução adverbial que expressa a circunstância de causa);
A bela mulher apareceu na porta. (locução adverbial que expressa a circunstância de lugar)
Atenção
Não procure decorar os advérbios ou locuções adverbiais. O que faz com que uma palavra pertença a uma classe é a relação que ela estabelece com as outras.
Por exemplo, a palavra meio pode ser advérbio, mas nem sempre o será.
Veja:
"Estava meio atrasado" (advérbio)
"Resolvi dar meia volta" (numeral)
"O meio universitário era favorável para a disseminação daquelas idéias" (substantivo)
Autoria: Ivan Amaral Ribeiro
Os advérbios se ligam a verbos, adjetivos ou outros advérbios.
Ex.:"O aluno estudou muito".(advérbio ligado ao verbo estudou),
"A mesa estava muito brilhante".(advérbio muito ligado ao adjetivo brilhante),
"O trabalho ficou pronto muito tarde".(advérbio ligado ao advérbio tarde)
Algumas circunstâncias expressas pelos advérbios:
* Tempo (sempre, amanhã...)
* Lugar (aqui, ali...)
* Modo (amavelmente, rapidamente...)
* Intensidade (tão, muito...)
* Afirmação (sim, realmente...)
* Negação (nem, não...)
* Dúvida (provavelmente, talvez...)
Locução adverbial
Duas ou mais palavras com valor de advérbio. Ex.: Rubens estava morrendo de medo. ( locução adverbial que expressa a circunstância de causa);
A bela mulher apareceu na porta. (locução adverbial que expressa a circunstância de lugar)
Atenção
Não procure decorar os advérbios ou locuções adverbiais. O que faz com que uma palavra pertença a uma classe é a relação que ela estabelece com as outras.
Por exemplo, a palavra meio pode ser advérbio, mas nem sempre o será.
Veja:
"Estava meio atrasado" (advérbio)
"Resolvi dar meia volta" (numeral)
"O meio universitário era favorável para a disseminação daquelas idéias" (substantivo)
Autoria: Ivan Amaral Ribeiro
Adjetivo
Palavra variável que qualifica o substantivo ou palavra substantivada.
Locução adjetiva é uma expressão que equivale a um adjetivo. Geralmente é constituída de preposição e substantivo ou preposição e advérbio.
Ex.: mesa de madeira, casa da frente
FLEXÃO
Como o adjetivo concorda sempre com o substantivo, sofrerá as mesmas flexões que ele: gênero, número e grau.
Flexão de Gênero- quanto ao gênero, os adjetivos podem ser:
Biformes- possuem duas formas, uma para indicar cada gênero. Ex.: Que garoto bonito!/ Que garota bonita!
Uniformes- possuem apenas uma forma para indicar os dois gêneros. Ex.: Marcos era um aluno inteligente./Carla era uma aluna inteligente.
Nos adjetivos compostos, somente o gênero do último elemento varia. Ex.: sapato azul-claro/ sandália azul-clara
Flexão de Número
Os adjetivos simples seguem as mesmas regras dos substantivos simples para flexionarem em número. Ex.: útil/úteis, feroz/ferozes
Adjetivos compostos: só o segundo elemento varia. Ex.: sapato marrom-escuro/ sapatos marrom-escuros·
Quando o segundo elemento do adjetivo composto for um substantivo, o adjetivo permanecerá invariável. Isso acontece principalmente para adjetivos que indicam cor. Ex.: sofá marrom-café/ sofás marrom-café.
O adjetivo composto surdo-mudo varia os dois elementos: surdos-mudos
Flexão de Grau
A flexão de grau corresponde à variação em intensidade da qualidade expressa pelo adjetivo.
Grau comparativo
Igualdade. Ex.: Este cão é tão feroz quanto aquele.
Superioridade. Ex.: Este cão é mais feroz que aquele.
Inferioridade. Ex.: Este cão é menos feroz que aquele.
Grau superlativo
Absoluto
sintético. Ex.: Este cão é ferocíssimo.
analítico. Ex.: Este cão é muito feroz.
Relativo
superioridade. Ex.: Este cão é o mais feroz do bairro.
inferioridade. Ex.: Este cão é o menos feroz do bairro
Alguns adjetivos possuem formas especiais para o comparativo e o superlativo sintéticos.
Observe:
Adjetivo
Comparativo
Superlativo
pequeno
menor
mínimo
grande
maior
máximo
mau
pior
péssimo
bom
melhor
ótimo
Autoria: Alisson Antonio Rodrigues
Locução adjetiva é uma expressão que equivale a um adjetivo. Geralmente é constituída de preposição e substantivo ou preposição e advérbio.
Ex.: mesa de madeira, casa da frente
FLEXÃO
Como o adjetivo concorda sempre com o substantivo, sofrerá as mesmas flexões que ele: gênero, número e grau.
Flexão de Gênero- quanto ao gênero, os adjetivos podem ser:
Biformes- possuem duas formas, uma para indicar cada gênero. Ex.: Que garoto bonito!/ Que garota bonita!
Uniformes- possuem apenas uma forma para indicar os dois gêneros. Ex.: Marcos era um aluno inteligente./Carla era uma aluna inteligente.
Nos adjetivos compostos, somente o gênero do último elemento varia. Ex.: sapato azul-claro/ sandália azul-clara
Flexão de Número
Os adjetivos simples seguem as mesmas regras dos substantivos simples para flexionarem em número. Ex.: útil/úteis, feroz/ferozes
Adjetivos compostos: só o segundo elemento varia. Ex.: sapato marrom-escuro/ sapatos marrom-escuros·
Quando o segundo elemento do adjetivo composto for um substantivo, o adjetivo permanecerá invariável. Isso acontece principalmente para adjetivos que indicam cor. Ex.: sofá marrom-café/ sofás marrom-café.
O adjetivo composto surdo-mudo varia os dois elementos: surdos-mudos
Flexão de Grau
A flexão de grau corresponde à variação em intensidade da qualidade expressa pelo adjetivo.
Grau comparativo
Igualdade. Ex.: Este cão é tão feroz quanto aquele.
Superioridade. Ex.: Este cão é mais feroz que aquele.
Inferioridade. Ex.: Este cão é menos feroz que aquele.
Grau superlativo
Absoluto
sintético. Ex.: Este cão é ferocíssimo.
analítico. Ex.: Este cão é muito feroz.
Relativo
superioridade. Ex.: Este cão é o mais feroz do bairro.
inferioridade. Ex.: Este cão é o menos feroz do bairro
Alguns adjetivos possuem formas especiais para o comparativo e o superlativo sintéticos.
Observe:
Adjetivo
Comparativo
Superlativo
pequeno
menor
mínimo
grande
maior
máximo
mau
pior
péssimo
bom
melhor
ótimo
Autoria: Alisson Antonio Rodrigues
Particípio

Colégio Estadual Dinah Gonçalves
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accbarroso@hotmail.com
O particípio é a forma nominal do verbo que expressa ações plenamente concluídas.
Exemplos: escrito, falado, pensado, acontecido, ido.
O particípio dos verbos abundantes possui mais de uma forma. O particípio dos verbos abundantes pode ter forma regular ou irregular.
Exemplos: Forma regular: aceitado, entregado; Forma irregular: aceito (ou aceite), entregue.
As formas regulares do particípio são empregados na voz ativa.
Exemplos: Ele já havia entregado a prova; Todos já haviam aceitado o acordo.
As formas irregulares por sua vez, empregam-se na voz passiva.
Exemplos: A prova foi entregue por ele; O acordo foi aceito por todos.
www.algosobre.com.br
Descrição - Narração - Dissertação
DESCRIÇÃO
|
NARRAÇÃO
|
DISSERTAÇÃO
| |
Conteúdo específico
|
Retrato verbal: imagem: aspectos que caracterizam, singularizam o ser ou objeto descrito.
|
Fatos - pessoas e ações que geram o fato e as circunstâncias em que este ocorre: tempo, lugar, causa, conseqüência, etc.
|
Idéias - exposição, debate, interpretação, avaliação - explicar, discutir, interpretar, avaliar idéias.
|
Faculdade humana
|
Observação-percepção-relativismo desta percepção
|
Imaginação (fatos fictícios) -pesquisa-observação(fatos reais)
|
Predomínio da razão - reflexão - raciocínio-argumentação.
|
Trabalho de Composi-ção
|
.Coleta de dados -. .Seleção de imagens, aspectos - os mais singularizantes.
.Classificação - enumeração das imagens e/ou aspectos selecionados
|
.Levantamento (criação ou pesquisa) dos fatos
. Organização dos elementos narrativos (fatos, personagens, ambiente, tempo e outras circunstâncias).
.Classificação-sucessão
|
. Levantamento das idéias
.Definição do ponto de vista dissertativo: exposição, discussão, interpretação.
|
Formas
|
Descrição subjetiva: criação, estrutura mais livre.
Descrição objetiva: precisão, descrição e modo científico.
|
Narração artística: subjetividade, criação, fatos fictícios.
Narração objetiva: fatos reais, fidelidade.
|
Dissertação científica – objetividade, coerência, solidez na argumentação, ausência de intervenções pessoais, emocionais, análise de idéias.
Dissertação literária - criatividade e argumentação.
|
quinta-feira, 16 de janeiro de 2020
Adjunto adnominal
Em sintaxe, os artigos, pronomes e adjetivos que modificam um substantivo são chamados de adjuntos adnominais. Entenda para que eles servem e como funcionam.
Observe a primeira estrofre do Hino Nacional:
A letra fica tão interessante porque muitos substantivos vêm cercados por adjetivos. Vamos observar alguns:
as margens plácidas
um povo heroico
o brado retumbante
o sol da Liberdade
raios fúlgidos
Podemos verificar que os substantivos margens, povo, brado, sol e raios aparecem especificados por adjetivos de grande impacto: plácidas, heróico, retumbante, fúlgidos, o que confere um tom grandioso e brilhante ao texto. Os substantivos também são especificados por artigos, como as, um e o. Podemos observar também o uso de uma locução adjetiva: da Liberdade.
Todos esses termos são chamados de adjuntos adnominais. São palavras que acompanham o núcleo do sujeito ou do predicativo do sujeito dando-lhes características, delimitando-os. São termos acessórios da oração, do ponto de vista da análise sintática
Um substantivo pode vir acompanhado de vários adjuntos adnominais. Vamos ver mais um exemplo. Observe o verso seguinte.
Se em teu formoso céu, risonho e límpido
Nesse caso, o substantivo céu vem acompanhado do pronome teu e dos adjetivos formoso, risonho e límpido. Todos esses termos têm a função de adjunto adnominal.
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Observe a primeira estrofre do Hino Nacional:
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A letra fica tão interessante porque muitos substantivos vêm cercados por adjetivos. Vamos observar alguns:
Podemos verificar que os substantivos margens, povo, brado, sol e raios aparecem especificados por adjetivos de grande impacto: plácidas, heróico, retumbante, fúlgidos, o que confere um tom grandioso e brilhante ao texto. Os substantivos também são especificados por artigos, como as, um e o. Podemos observar também o uso de uma locução adjetiva: da Liberdade.
Todos esses termos são chamados de adjuntos adnominais. São palavras que acompanham o núcleo do sujeito ou do predicativo do sujeito dando-lhes características, delimitando-os. São termos acessórios da oração, do ponto de vista da análise sintática
Um substantivo pode vir acompanhado de vários adjuntos adnominais. Vamos ver mais um exemplo. Observe o verso seguinte.
Nesse caso, o substantivo céu vem acompanhado do pronome teu e dos adjetivos formoso, risonho e límpido. Todos esses termos têm a função de adjunto adnominal.
quarta-feira, 15 de janeiro de 2020
Acentuação Gráfica das Oxítonas
OXÍTONA (definição)
Palavra cuja sílaba tônica é a última. Quanto à acentuação gráfica, vejam-se os verbetes seguintes.
OXÍTONAS ACENTUADAS
Levam acento gráfico todos os vocábulos oxítonos terminados em:
a) a, as – Dofá, sofás, cajá, cajás, ananás, amá-la, cortejá-la, beijá-la, apresentá-la, amá-la-ás, cortejá-la-ei, beijá-la-á, apresentá-la-emos;
b) e, es – você, vocês, candomblé, café, cafés, aloés, socorrê-la, prendê-lo, entendê-la, socorrê-la-ás, prendê-lo-emos, entendê-la-á;
c) o, os – avô, avós, carimbó, cipó, cipós, repô-lo, transpô-lo, propô-la, repô-la-ás, transpô-lo-emos, propô-lo-ei;
d) em, ens – armazém, armazéns, também, amém, além, detém, contém, retém, intervém, provém, detém-no, detém-lo, retém-no, retém-lo.
OXÍTONAS SEM ACENTO
a) Oxítonas terminadas em “u” – É quase mania nacional acentuar oxítonas terminadas em “u”. Nos vocábulos seguintes, o acento gráfico é proibido.
Palavra cuja sílaba tônica é a última. Quanto à acentuação gráfica, vejam-se os verbetes seguintes.
OXÍTONAS ACENTUADAS
Levam acento gráfico todos os vocábulos oxítonos terminados em:
a) a, as – Dofá, sofás, cajá, cajás, ananás, amá-la, cortejá-la, beijá-la, apresentá-la, amá-la-ás, cortejá-la-ei, beijá-la-á, apresentá-la-emos;
b) e, es – você, vocês, candomblé, café, cafés, aloés, socorrê-la, prendê-lo, entendê-la, socorrê-la-ás, prendê-lo-emos, entendê-la-á;
c) o, os – avô, avós, carimbó, cipó, cipós, repô-lo, transpô-lo, propô-la, repô-la-ás, transpô-lo-emos, propô-lo-ei;
d) em, ens – armazém, armazéns, também, amém, além, detém, contém, retém, intervém, provém, detém-no, detém-lo, retém-no, retém-lo.
OXÍTONAS SEM ACENTO
a) Oxítonas terminadas em “u” – É quase mania nacional acentuar oxítonas terminadas em “u”. Nos vocábulos seguintes, o acento gráfico é proibido.
| angu | anu | Aracaju | babaçu | belzebu | baiacu | bambu | beiju |
| iglu | Iguaçu | inhambu | aracu | Itaipu | Itu | jaburu | jacu |
| peru | pirarucu | pitu | rebu | surucucu | sururu | tatu | tutu |
| buçu | caititu | calundu | candiru | canguçu | caracu | Caramuru | |
| jambu | jucurutu | jururu | jus | Manacapuru | mandacaru | menu | |
| umbu | umbundu | uru | Uruaçu | urubu | urucu | uruçu |
| Chuchu | cru | cupu | cupuaçu | cururu | exu | hindu |
| meru | nu | Pacaembu | pacu | pacuguaçu | pacuçu | Paraguaçu |
| uirapuru | vodu | vuvu | xampu | xuru | zebu | zulu |
Acentuação Gráfica nas palavras Paroxítonas
a) Terminações “em”, “ens” – Não levam acento gráfico as palavras paroxítonas terminadas em “em” ou “ens”.
b) Prefixos paroxítonos – Não levam acento gráfico os prefixos paroxítonos anti, semi, super, inter, hiper, maxi, mini, por serem considerados elementos átonos. Mas os prefixos podem virar substantivos; então, justifica-se o acento: as múltis, as mínis, a máxi.
c) Timbre fechado – Palavras paroxítonas de sílaba tônica fechada e sem relação nenhuma com as regras expostas não se acentuam jamais.
4. PAROXÍTONAS (prosódia e sinonímia)
Abside
Recinto semicircular; qualquer recinto abobadado. Fonética: b-s = encontro consonantal.
Acórdão
Decisão proferida em grau de recurso por tribunal coletivo. Plural: acórdãos. Fonética: r-d = encontro consonantal; ão = ditongo decrescente nasal.
Acrimônia
Sabor amargo; aspereza; acridez. Fonética: a-cri-mô-nia – cr = encontro consonantal; ia = ditongo crescente oral.
Acrobacia
Arte ou profissão de acrobata; acrobatismo. Fonética: a-cro-ba-ci-a – cr = encontro consonantal; i-a = hiato.
Albifloro
Que tem flores alvas; albiflor. Fonética: l-b e fl = encontros consonantais.
Algaravia
Confusão de vozes; língua árabe; linguagem confusa e ininteligível. Fonética: al-ga-ra-vi-a – lg = encontro consonantal; i-a = hiato.
Alimária
Animal irracional; animal de carga, besta, animália. Fonética: a-li-má-ria – ia = ditongo crescente oral.
Aljôfar
O orvalho da manhã; lágrima de mulher bela. Plural: aljôfares. Fonética: l-j = encontro consonantal.
Alopecia Ausência, congênita ou não, dos cabelos ou dos pêlos do corpo; atricose, atriquia, falacrose, peladura. Fonética: i-a = hiato.
Anidrido Substância derivada de um ácido pela eliminação de uma ou mais moléculas de água.
Apoteose
Final deslumbrante. Fonética: e-o = hiato.
Ambrosia
Comida gostosa, deliciosa; não confundir com Ambrósia, nome próprio. Fonética: am-bro-si-a – am = dígrafo; br = encontro consonantal; i-a = hiato; oito letras e sete fonemas.
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b) Prefixos paroxítonos – Não levam acento gráfico os prefixos paroxítonos anti, semi, super, inter, hiper, maxi, mini, por serem considerados elementos átonos. Mas os prefixos podem virar substantivos; então, justifica-se o acento: as múltis, as mínis, a máxi.
c) Timbre fechado – Palavras paroxítonas de sílaba tônica fechada e sem relação nenhuma com as regras expostas não se acentuam jamais.
4. PAROXÍTONAS (prosódia e sinonímia)
Abside
Recinto semicircular; qualquer recinto abobadado. Fonética: b-s = encontro consonantal.
Acórdão
Decisão proferida em grau de recurso por tribunal coletivo. Plural: acórdãos. Fonética: r-d = encontro consonantal; ão = ditongo decrescente nasal.
Acrimônia
Sabor amargo; aspereza; acridez. Fonética: a-cri-mô-nia – cr = encontro consonantal; ia = ditongo crescente oral.
Acrobacia
Arte ou profissão de acrobata; acrobatismo. Fonética: a-cro-ba-ci-a – cr = encontro consonantal; i-a = hiato.
Albifloro
Que tem flores alvas; albiflor. Fonética: l-b e fl = encontros consonantais.
Algaravia
Confusão de vozes; língua árabe; linguagem confusa e ininteligível. Fonética: al-ga-ra-vi-a – lg = encontro consonantal; i-a = hiato.
Alimária
Animal irracional; animal de carga, besta, animália. Fonética: a-li-má-ria – ia = ditongo crescente oral.
Aljôfar
O orvalho da manhã; lágrima de mulher bela. Plural: aljôfares. Fonética: l-j = encontro consonantal.
Alopecia Ausência, congênita ou não, dos cabelos ou dos pêlos do corpo; atricose, atriquia, falacrose, peladura. Fonética: i-a = hiato.
Anidrido Substância derivada de um ácido pela eliminação de uma ou mais moléculas de água.
Apoteose
Final deslumbrante. Fonética: e-o = hiato.
Ambrosia
Comida gostosa, deliciosa; não confundir com Ambrósia, nome próprio. Fonética: am-bro-si-a – am = dígrafo; br = encontro consonantal; i-a = hiato; oito letras e sete fonemas.
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Adjunto Adnominal e Adjunto Adverbial
I. Adjunto adnominalTodo adjunto adnominal, vem acompanhado de um nome, ou seja, de um substantivo, qualificando-o e determinando-o, vejamos:
* Os bons professores saíram da escola.
onde na frase acima, a palavra professores, é o nome.
* Os bons professores saíram da escola.
onde na frase acima, a palavra professores, é o nome.
II. Adjunto adverbial
Se tratando de adjunto adverbial, podemos dizer que ele é considerado o termo da oração que é capaz de modificar o verbo, representando uma circunstância. Existem 17 tipos de adjuntos adverbiais. Vejamos cada um deles:
Adjunto adverbial de afirmação:* Estou certa de que irei viajar.
Adjunto adverbial de causa:
* Faltou na escola por causa da chuva.
Adjunto adverbial de assunto:
* Os homem discutiam sobre futebol.
Adjunto adverbial de companhia:
* Irei viajar com meus irmãos.
Adjunto adverbial de condição:* Sem estudar, não irá bem na prova.
Adjunto adverbial de concessão:
* Não fui bem na prova, apesar de ter estudado.
Adjunto adverbial de direção:
* Jogou a bola para cima.
Adjunto adverbial de dúvida:
* Talvez irei viajar para o interior.
Adjunto adverbial de exclusão:
* Todos tiraram férias menos eu.
Adjunto adverbial de fim:
* João não de preparou para a prova.
Adjunto adverbial de frequência:* Visito minha mãe frequentemente.
Adjunto adverbial de instrumento:
* Derrubaram o martelo.
Adjunto adverbial de intensidade:
* Amo muito meu namorado.
Adjunto adverbial de lugar:
* Viajei para Minas Gerais.
Adjunto adverbial de meio:
* Mande a carta pelo correio.
Adjunto adverbial de modo:
* Cantas bem.
Adjunto adverbial de tempo:
* Voltarei logo.
III. Agente da passiva
O agente da passiva é considerado um termo, que na voz passviva é capaz de praticar a ação.
É sempre acompanhado das preposições de, por.
Vejamos um exemplo:O dinheiro foi levado pelos ladrões.
Se tratando de adjunto adverbial, podemos dizer que ele é considerado o termo da oração que é capaz de modificar o verbo, representando uma circunstância. Existem 17 tipos de adjuntos adverbiais. Vejamos cada um deles:
Adjunto adverbial de afirmação:* Estou certa de que irei viajar.
Adjunto adverbial de causa:
* Faltou na escola por causa da chuva.
Adjunto adverbial de assunto:
* Os homem discutiam sobre futebol.
Adjunto adverbial de companhia:
* Irei viajar com meus irmãos.
Adjunto adverbial de condição:* Sem estudar, não irá bem na prova.
Adjunto adverbial de concessão:
* Não fui bem na prova, apesar de ter estudado.
Adjunto adverbial de direção:
* Jogou a bola para cima.
Adjunto adverbial de dúvida:
* Talvez irei viajar para o interior.
Adjunto adverbial de exclusão:
* Todos tiraram férias menos eu.
Adjunto adverbial de fim:
* João não de preparou para a prova.
Adjunto adverbial de frequência:* Visito minha mãe frequentemente.
Adjunto adverbial de instrumento:
* Derrubaram o martelo.
Adjunto adverbial de intensidade:
* Amo muito meu namorado.
Adjunto adverbial de lugar:
* Viajei para Minas Gerais.
Adjunto adverbial de meio:
* Mande a carta pelo correio.
Adjunto adverbial de modo:
* Cantas bem.
Adjunto adverbial de tempo:
* Voltarei logo.
III. Agente da passiva
O agente da passiva é considerado um termo, que na voz passviva é capaz de praticar a ação.
É sempre acompanhado das preposições de, por.
Vejamos um exemplo:O dinheiro foi levado pelos ladrões.
quarta-feira, 8 de janeiro de 2020
Pronomes de Tratamento
Quando nos dirigimos às pessoas do nosso convívio diário utilizamos uma linguagem mais informal, mais íntima. Ao passo que, se formos nos dirigir a alguém que possui um prestígio social mais alto ou um grau hierárquico mais elevado, necessariamente temos que utilizar uma linguagem mais formal. Lembrando que isto prevalece tanto para a escrita quanto para a fala.
Para isto, podemos usufruir de um completo aparato no que se refere às normas gramaticais e à maneira correta de como e onde utilizá-las. E fazendo parte deste aparato, estão os pronomes, os quais pertencem às dez classes gramaticais e possuem a função de acompanhar ou substituir o nome, ou seja, o próprio substantivo, relacionando-o à pessoa do discurso.
De acordo com a classificação, os mesmos classificam-se em: pronomes pessoais, possessivos, demonstrativos, indefinidos, interrogativos e relativos.
Em se tratando dos pronomes pessoais, eles se subdividem em: retos, oblíquos e de tratamento.
Especificamente, iremos conhecer um pouco mais sobre os pronomes de tratamento. É importante lembrarmos que eles representam a forma pela qual nos atribuímos às pessoas, como já foi dito anteriormente. São eles:
Observação importante:
# O pronome de tratamento concorda com o verbo na 3ª pessoa. Por exemplo: Vossa Senhoria está feliz.
#Quando se referir à 3ª pessoa, o pronome de tratamento é precedido de sua:
Sua Majestade, a rainha da Inglaterra, chega hoje ao Brasil.
Por Vânia Duarte
Grauduada em Letras
Para isto, podemos usufruir de um completo aparato no que se refere às normas gramaticais e à maneira correta de como e onde utilizá-las. E fazendo parte deste aparato, estão os pronomes, os quais pertencem às dez classes gramaticais e possuem a função de acompanhar ou substituir o nome, ou seja, o próprio substantivo, relacionando-o à pessoa do discurso.
De acordo com a classificação, os mesmos classificam-se em: pronomes pessoais, possessivos, demonstrativos, indefinidos, interrogativos e relativos.
Em se tratando dos pronomes pessoais, eles se subdividem em: retos, oblíquos e de tratamento.
Especificamente, iremos conhecer um pouco mais sobre os pronomes de tratamento. É importante lembrarmos que eles representam a forma pela qual nos atribuímos às pessoas, como já foi dito anteriormente. São eles:
| Pronomes de tratamento | Abreviatura Singular | Abreviatura Plural | Usados para: |
| Você | V. | VV. | Pessoas familiares, íntimas |
| Senhor, Senhora | Sr., Sr.ª | Srs., Srª.s | Pessoas com as quais mantemos um certo distanciamento mais respeitoso |
| Vossa Senhoria | V. S.ª | V. Sª.s | Pessoas com um grau de prestígio maior. Usualmente, os empregamos em textos escritos, como: correspondências, ofícios, requerimentos, etc. |
| Vossa Excelência | V. Ex.ª | V. Ex.ªs | Usados para pessoas com alta autoridade, como: Presidente da República, Senadores, Deputados, Embaixadores, etc. |
| Vossa Eminência | V. Em.ª | V. Em.ªs | Usados para Cardeais. |
| Vossa Alteza | V. A. | V V. A A. | Príncipes e duques. |
| Vossa Santidade | V.S. | - | Para o Papa. |
| Vossa Reverendíssima | V. Rev.mª | V. Rev.mªs | Sacerdotes e Religiosos em geral. |
| Vossa Paternidade | V. P. | VV. PP. | Superiores de Ordens Religiosas. |
| Vossa Magnificência | V. Mag.ª | V. Mag.ªs | Reitores de Universidades |
| Vossa Majestade | V. M. | V V. M M. | Reis e Rainhas. |
Observação importante:
# O pronome de tratamento concorda com o verbo na 3ª pessoa. Por exemplo: Vossa Senhoria está feliz.
#Quando se referir à 3ª pessoa, o pronome de tratamento é precedido de sua:
Sua Majestade, a rainha da Inglaterra, chega hoje ao Brasil.
Por Vânia Duarte
Grauduada em Letras
terça-feira, 7 de janeiro de 2020
Fator comum
Para fatorar expressões algébricas é necessário observar atentamente qual caso de fatoração pode ser aplicado.
São sete os casos diferentes utilizados na fatoração de expressão algébricas. O primeiro caso é a fatoração por meio do termo em comum ou colocação de termos em evidência.
Para fatorar uma expressão algébrica utilizando esse primeiro caso de fatoração, todos os monômios da expressão algébrica devem ter pelo menos algum termo em comum.
A fatoração é feita colocando o termo comum em evidência, veja alguns exemplos:
►a – ab é uma expressão algébrica, veja como devemos fatorar:
É preciso analisar se o 1º caso poderá ser utilizado para a fatoração, então é necessário analisar todos os seus monômios (termos) para ver se há termos em comum.
a – ab essa expressão tem dois monômios a e ab
Os dois possuem termos semelhantes: o termo semelhante é a. Então, colocamos esse termo comum em evidência.
Quando colocamos a em evidência devemos dividir a e ab (os monômios) por a (termo comum), assim:
a : a = 1, pois todo número (ou letra) dividido por ele mesmo é igual a 1.
ab : a = b, pois a : a = 1, então ficaria 1b que é o mesmo que b.
Portanto a – ab = a (1 – b)
↓
Termos
em evidência
►a3 – 4a2 é uma expressão algébrica, veja como fatorar:
Essa expressão algébrica tem 2 monômios a3 e 4a2, eles têm o a como termo semelhante, então podemos colocá-lo em evidência, mas poderá surgir uma dúvida, devemos colocar o a3 ou a2? Devemos colocar sempre o de menor expoente, então colocamos a2.
Assim, devemos dividir a3 e 4a2 por a2, assim:
a3 : a2 = a, pois a3 = a .a .a, então a . a . a : a2 é o mesmo que 1a = a.
4a2 : a2 = 4, pois a2 : a2 = 1, então ficaria 4 . 1 que é mesmo que 4.
Portanto a3 – 4a2 = a2 (a – 4).
↓
Termos
em evidência
►x4 - 2x3 + x2 + x é uma expressão algébrica que tem quatro monômios, eles têm termos em comum, como esses termos têm mesma base devemos pegar o de menor expoente, então o termo em comum é x.
O termo em evidência deverá ser dividido pelos monômios x4 , 2x2 , x2 e x, assim:
x4 : x = x3, pois em bases iguais conservamos a base e diminuímos os expoentes.
2x3 : x = 2x2, pois em bases iguais conservamos a base e diminuímos os expoentes.
x2 : x = x, pois em bases iguais conservamos a base e diminuímos os expoentes.
x : x = 1, pois qualquer número ou letra dividido por ele mesmo é igual a 1.
Portanto x4 - 2x3 + x2 + x = x (x3 – 2x2 + x – 1).
↓
Termos
em evidência
► 4r + 12 é uma expressão algébrica, olhando rapidamente podemos pensar que não existe termo semelhante, o que seria errado, pois o número 12 pode ser fatorado em dois fatores 12 = 4 . 3, com essa fatoração percebemos que há um termo em comum na expressão algébrica, esse é o 4.
Então, pegamos os monômios 4r e 12 e dividimos por 4, ficando assim:
4r : 4 = 1r ou r
12 : 4 = 3
Portanto, 4r + 12 = 4 (r + 3)
↓
Termos
em evidência
► Para fatorarmos a expressão algébrica (x + 1) (x – 3) + 2 (x + 1) devemos ter um pouco mais de cuidado, pois em primeiro lugar separamos os termos:
(x + 1) (x – 3) + 2 (x + 1) a expressão possui dois termos.
↓ ↓
1º termo 2º termo
O termo semelhante é (x + 1), pois é encontrado tanto no 1º termo, como no 2º.
Então, devemos dividir o 1º termo e o 2º por (x + 1), ficando assim:
[(x + 1) (x – 3)] : (x + 1) = (x – 3)
2 (x + 1) : (x + 1) = 2
Portanto, (x + 1) (x – 3) + 2 (x + 1) = (x + 1) (x – 3 + 2)
(x + 1) (x – 3) + 2 (x + 1) = (x + 1) (x – 1)
↓
Termos
em evidência
Para conferir se as fatorações estão corretas, basta efetuar as fatorações, veja:
Para verificar se a fatoração 4r + 12 = 4 (r + 3) está correta, basta pegar a expressão algébrica fatorada 4 (r + 3) e resolvê-la:
Aplicando a propriedade distributiva temos: 4 (r + 3) = 4 . r + 4 . 3 = 4r + 12. Podemos concluir que a fatoração está correta.
São sete os casos diferentes utilizados na fatoração de expressão algébricas. O primeiro caso é a fatoração por meio do termo em comum ou colocação de termos em evidência.
Para fatorar uma expressão algébrica utilizando esse primeiro caso de fatoração, todos os monômios da expressão algébrica devem ter pelo menos algum termo em comum.
A fatoração é feita colocando o termo comum em evidência, veja alguns exemplos:
►a – ab é uma expressão algébrica, veja como devemos fatorar:
É preciso analisar se o 1º caso poderá ser utilizado para a fatoração, então é necessário analisar todos os seus monômios (termos) para ver se há termos em comum.
a – ab essa expressão tem dois monômios a e ab
Os dois possuem termos semelhantes: o termo semelhante é a. Então, colocamos esse termo comum em evidência.
Quando colocamos a em evidência devemos dividir a e ab (os monômios) por a (termo comum), assim:
a : a = 1, pois todo número (ou letra) dividido por ele mesmo é igual a 1.
ab : a = b, pois a : a = 1, então ficaria 1b que é o mesmo que b.
Portanto a – ab = a (1 – b)
↓
Termos
em evidência
►a3 – 4a2 é uma expressão algébrica, veja como fatorar:
Essa expressão algébrica tem 2 monômios a3 e 4a2, eles têm o a como termo semelhante, então podemos colocá-lo em evidência, mas poderá surgir uma dúvida, devemos colocar o a3 ou a2? Devemos colocar sempre o de menor expoente, então colocamos a2.
Assim, devemos dividir a3 e 4a2 por a2, assim:
a3 : a2 = a, pois a3 = a .a .a, então a . a . a : a2 é o mesmo que 1a = a.
4a2 : a2 = 4, pois a2 : a2 = 1, então ficaria 4 . 1 que é mesmo que 4.
Portanto a3 – 4a2 = a2 (a – 4).
↓
Termos
em evidência
►x4 - 2x3 + x2 + x é uma expressão algébrica que tem quatro monômios, eles têm termos em comum, como esses termos têm mesma base devemos pegar o de menor expoente, então o termo em comum é x.
O termo em evidência deverá ser dividido pelos monômios x4 , 2x2 , x2 e x, assim:
x4 : x = x3, pois em bases iguais conservamos a base e diminuímos os expoentes.
2x3 : x = 2x2, pois em bases iguais conservamos a base e diminuímos os expoentes.
x2 : x = x, pois em bases iguais conservamos a base e diminuímos os expoentes.
x : x = 1, pois qualquer número ou letra dividido por ele mesmo é igual a 1.
Portanto x4 - 2x3 + x2 + x = x (x3 – 2x2 + x – 1).
↓
Termos
em evidência
► 4r + 12 é uma expressão algébrica, olhando rapidamente podemos pensar que não existe termo semelhante, o que seria errado, pois o número 12 pode ser fatorado em dois fatores 12 = 4 . 3, com essa fatoração percebemos que há um termo em comum na expressão algébrica, esse é o 4.
Então, pegamos os monômios 4r e 12 e dividimos por 4, ficando assim:
4r : 4 = 1r ou r
12 : 4 = 3
Portanto, 4r + 12 = 4 (r + 3)
↓
Termos
em evidência
► Para fatorarmos a expressão algébrica (x + 1) (x – 3) + 2 (x + 1) devemos ter um pouco mais de cuidado, pois em primeiro lugar separamos os termos:
(x + 1) (x – 3) + 2 (x + 1) a expressão possui dois termos.
↓ ↓
1º termo 2º termo
O termo semelhante é (x + 1), pois é encontrado tanto no 1º termo, como no 2º.
Então, devemos dividir o 1º termo e o 2º por (x + 1), ficando assim:
[(x + 1) (x – 3)] : (x + 1) = (x – 3)
2 (x + 1) : (x + 1) = 2
Portanto, (x + 1) (x – 3) + 2 (x + 1) = (x + 1) (x – 3 + 2)
(x + 1) (x – 3) + 2 (x + 1) = (x + 1) (x – 1)
↓
Termos
em evidência
Para conferir se as fatorações estão corretas, basta efetuar as fatorações, veja:
Para verificar se a fatoração 4r + 12 = 4 (r + 3) está correta, basta pegar a expressão algébrica fatorada 4 (r + 3) e resolvê-la:
Aplicando a propriedade distributiva temos: 4 (r + 3) = 4 . r + 4 . 3 = 4r + 12. Podemos concluir que a fatoração está correta.
Numerais coletivos
A classe gramatical representada pelos numerais apresenta características semelhantes à classe representada pelos substantivos. Tal semelhança refere-se a uma particularidade por excelência: o fato de um numeral, grafado sob a forma singularizada, representar uma coletividade, ou seja, assim como temos o cardume, que mesmo tratando-se de um termo expresso no singular representa uma multiplicidade de seres de uma mesma espécie, como também temos o semestre, o qual indica um período de vários meses, para sermos mais precisos, seis.
Diante de tais constatações, ampliemos nossos conhecimentos no intento de conhecermos melhor como se materializa essa ocorrência linguística. Portanto, vejamos:

Por Vânia Duarte
Graduada em Letras
Equipe Brasil Escola
Diante de tais constatações, ampliemos nossos conhecimentos no intento de conhecermos melhor como se materializa essa ocorrência linguística. Portanto, vejamos:

Por Vânia Duarte
Graduada em Letras
Equipe Brasil Escola
Dificuldades no Emprego do S e do Z

Em latim, o s intervocálico tinha valor fonético eqüivalente ao ss do português, tal como em espanhol. Em nossa língua, entretanto, o s intervocálico adquiriu som de z, o que gera, freqüentemente, confusão e incerteza na grafia de certas palavras, quando titubeamos entre s e z.
Não raro, lemos em escritos médicos expressões como estas: "hérnia hiatal por deslisamento", "retardo de esvasiamento", "extravazamento de líquido", "atrazo na eliminação do contraste", e outras semelhantes.
Analisemos os exemplos citados:
1. Deslizamento - Derivado do verbo deslizar. Há em português o verbo deslisar, com s (des + liso + ar), com o mesmo sentido de alisar, tornar liso, e deslizar, com z, que significa escorregar, resvalar, passar de manso.[1]
O verbo deslizar, de origem incerta e de formação mais antiga que deslisar, já se encontra registrado no dicionário de Moraes (1813). Em espanhol, o verbo deslizar também se escreve com z enquanto liso se escreve com s, fato este que, segundo Nascentes indica origens diversas para ambos os vocábulos.[2] Para outros, o vocábulo teria vindo para o português através do espanhol, o que explicaria a grafia com z.[3]
2. Esvaziamento - Derivado de esvaziar, que por sua vez, origina-se de vazio, do latim vacivus, vago, desocupado. Neste caso, entende-se mais facilmente porque vazio se deve grafar com z. Segundo a fonética histórica, os grupos ti e ci, do latim vulgar, evoluíram naturalmente para z. Ex.: judiciu, juízo; cinícia, cinza; ratione, razão. Somente em palavras introduzidas posteriormente pelas camadas mais cultas da população, ti evoluiu para ç. Ex.: gratia, graça; capitia, cabeça.[4]
3. Extravasamento - Embora vazio e vazar se escrevam com z, extravasar, do mesmo modo que envasar, deve grafar-se com s. Todos os léxicos relacionam estes verbos com vaso, do latim vasum.
4. Atraso - Deverbal de atrasar, formado de atrás + ar. Atrás por sua vez, formou-se da preposição a + trás, que se escreve com s, ao contrário de traz, do verbo trazer, que se escreve com z. É óbvio, portanto, que atraso e todos os seus cognatos devem ser escritos com se não com z.
Muitas outras palavras existem em que vacilamos entre s e z. Na dúvida, o melhor é recorrer a um bom dicionário ou, se possível, a mais de um, pois muitas vezes há divergências até mesmo entre os lexicógrafos.
Nos exemplos citados as formas corretas são: "hérnia hiatal por deslizamento", "retardo de esvaziamento", "extravasamento de líquido" e "atraso na eliminação do contraste".
Referências
1. FERREIRA, A.B.H., Novo dicionário da língua portuguesa, 3.ed. Rio de Janeiro, Ed. Nova Fronteira, 1999.
2. NASCENTES, A., Dicionário etimológico da língua portuguesa. Rio de Janeiro, Liv. Francisco Alves, 1932.
3. CARVALHO, J.M., Dicionário prático da língua nacional. Rio de Janeiro, Editora Globo, 1957.
4. COUTINHO, Ismael de Lima - Pontos de gramática histórica, 5.ed. Rio de Janeiro, Liv. Acadêmica, 1962, p.149.
domingo, 5 de janeiro de 2020
Orações Coordenadas
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Dois são os processos de estruturação fraseológica, ou seja, as orações se relacionam umas com as outras e se interligam num período através dos mecanismos coordenativos ou subordinativos.
A oração coordenada é aquela que se liga a outra oração da mesma natureza sintática.
Num período composto por coordenação, as orações são independentes. Ela podem ser sindéticas (quando a outras se prendem por conjunções), ou assindéticas (quando não se prendem a outras por conectivo)
As coordenadas sindéticas podem ser:
Aditivas: e, nem, não só... mas também, não só... como, assim... como.
Adilson foi ao trabalho a pé e voltou de automóvel.
Simão não era rico nem pobre.
Estudou não somente Português, como também Geografia.
Adversativas: mas, contudo, todavia, entretanto, porém, no entanto, ainda, assim, senão.
Argumentou durante duas horas, mas não convenceu.
Nesse particular, você tem razão, contudo não me convenceu.
Alternativas: ou... ou; ora...ora; quer...quer; seja...seja.
A babá ora acariciava o nem-nem, ora beslicava-o.
Conclusivas: logo, portanto, por fim, por conseguinte, conseqüentemente.
Vivia zombando de todos; logo, não merecia complacência.
Explicativas: isto é, ou seja, a saber, na verdade, pois.
Ele caminhava apressadamente, pois estava atrasado.
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sábado, 4 de janeiro de 2020
Interjeição
Classe invariável que expressa emoções, sensações...
Algumas expressões das interjeições: alívio (Ufa!); dor (Ai!); espanto (Quê!); medo (Credo!); satisfação (Viva!)...
Locução interjeitiva é o conjunto de duas ou mais palavras com valor de interjeição. Ex.: Que horror!; Queira Deus!
Uma palavra pertencente a outra classe pode transformar-se em interjeição, tudo depende do contexto e da expressividade com que é falada.
Ex.: Cuidado!; Coragem!
www.coladaweb.com
Algumas expressões das interjeições: alívio (Ufa!); dor (Ai!); espanto (Quê!); medo (Credo!); satisfação (Viva!)...
Locução interjeitiva é o conjunto de duas ou mais palavras com valor de interjeição. Ex.: Que horror!; Queira Deus!
Uma palavra pertencente a outra classe pode transformar-se em interjeição, tudo depende do contexto e da expressividade com que é falada.
Ex.: Cuidado!; Coragem!
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Crase – Preposição “a” + artigo feminino “a”
valor de substantivo. Por esta razão, a crase não virá diante de verbos, nem tão pouco de pronomes pessoais (sujeito).
Contudo, tanto a preposição “a” quanto o artigo feminino “a” virão diante de substantivos femininos, já que os substantivos masculinos não admitem artigo feminino.
Observe:
Não irei à farmácia. Irei ao supermercado.
O verbo “ir” exige preposição, veja: Não irei. Onde? A algum lugar. Qual? A farmácia. Quem vai, vai a algum lugar. Na resposta “a qual lugar?” temos o artigo “a”. Logo, a preposição “a” mais o artigo feminino “a”, que acompanha o substantivo na resposta (a farmácia), formam a crase.
Agora, observe:
O verbo “ler” ou a locução verbal “quero ler” não exigem preposição, portanto, o termo “a” que está na oração acima é um artigo feminino.
Na oração acima, o pronome pessoal “ele” não admite artigo e, por isso, o termo “a” é uma preposição. Declarei algo a alguém. Quem? Ele (e não “a ele”).
• Preposição “a” e os pronomes demonstrativos
Os pronomes demonstrativos em que a crase pode ocorrer são: aquele, aquela, aqueles, aquelas, aquilo, a(s). Para isso, o termo regente deve exigir preposição. Por exemplo:
Assisti àquele programa horrível de TV.
Àquilo chamam de programa educativo?
Refiro-me àquela aluna estudiosa.
Sabrina Vilarinho
Graduada em Letras
Contudo, tanto a preposição “a” quanto o artigo feminino “a” virão diante de substantivos femininos, já que os substantivos masculinos não admitem artigo feminino.
Observe:
Não irei à farmácia. Irei ao supermercado.
O verbo “ir” exige preposição, veja: Não irei. Onde? A algum lugar. Qual? A farmácia. Quem vai, vai a algum lugar. Na resposta “a qual lugar?” temos o artigo “a”. Logo, a preposição “a” mais o artigo feminino “a”, que acompanha o substantivo na resposta (a farmácia), formam a crase.
Agora, observe:
Não quero ler a capa deste livro.
O verbo “ler” ou a locução verbal “quero ler” não exigem preposição, portanto, o termo “a” que está na oração acima é um artigo feminino.
Declarei a ele que sou inocente.
Na oração acima, o pronome pessoal “ele” não admite artigo e, por isso, o termo “a” é uma preposição. Declarei algo a alguém. Quem? Ele (e não “a ele”).
• Preposição “a” e os pronomes demonstrativos
Os pronomes demonstrativos em que a crase pode ocorrer são: aquele, aquela, aqueles, aquelas, aquilo, a(s). Para isso, o termo regente deve exigir preposição. Por exemplo:
Assisti àquele programa horrível de TV.
Àquilo chamam de programa educativo?
Refiro-me àquela aluna estudiosa.
Sabrina Vilarinho
Graduada em Letras
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