sábado, 31 de agosto de 2019

área do triângulo no circulo

Em função do raio da circunferência inscrita
Considerando a área S de um triângulo ABC, podemos dizer que o raio da circunferência inscrita mede r, onde a, b e c são as medidas dos lados do triângulo ABC. Com isso podemos calcular sua área, juntando assim as áreas dos triângulos BCO, COA e AOB.

Vejamos:

A evolução da Tabela Periódica

A evolução da Tabela Periódica

Líria Alves




A tabela periódica passou por muitas mudanças
Todos os elementos químicos estão dispostos em uma tabela denominada de Tabela Periódica, mas você já se perguntou por quem ou como ela foi organizada?

É evidente que o trabalho de distribuição dos elementos na tabela merece elogios, a posição de cada elemento é criteriosamente baseada em seu número atômico, número de massa e propriedades comuns que fazem parte da composição de todas as substâncias dispostas na tabela.

A Tabela Periódica atual é formada por 118 elementos distribuídos em 7 linhas horizontais, cada uma sendo chamada de período. Os elementos pertencentes ao mesmo período possuem o mesmo número de camadas de elétrons.

Os metais, semimetais, ametais, gases nobres e hidrogênio são separados por cor, essa divisão foi baseada nas características comuns dos elementos que recebem essas classificações. As famílias e grupos também se subdividem se baseando nesse critério. E para facilitar a procura de um determinado elemento dentro da tabela, existe uma forma prática: eles se organizam em ordem crescente de número atômico e massa.

O trabalho para fazer com que a Tabela Periódica ganhasse uma “cara boa” teve seus responsáveis, foram vários anos de pesquisa e dedicação por parte dos cientistas, estes além do reconhecimento ganharam prêmios e levaram seus nomes para a história da evolução da Tabela Periódica.

Um importante passo foi dado no ano de 1869, pelo professor da Universidade de São Petersburgo (Rússia), Dimitri Ivanovich Mendeleev (1834-1907). Esse cientista escreveu um livro sobre os elementos conhecidos até aquela época. Na época foi constatado cerca de 63 elementos, e Mendeleev os organizou em função da massa atômica de seus átomos, estabelecendo assim as famílias e grupos.

O trabalho de Mendeleev foi tão importante, que se tornou a base da classificação periódica atual. Mas a evolução da Tabela Periódica tem vários outros responsáveis, sendo que foi criada a partir de poucos elementos, a partir daí foi sendo cada vez mais aperfeiçoada e complementada com outros elementos que foram pouco a pouco sendo descobertos.

Multiplicação e divisão de frações

Colégio Estadual Dinah Gonçalves
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As frações possuem o objetivo de representar partes de um inteiro, por exemplo, uma barra de chocolate foi dividida em doze partes, as quais nove foram servidas aos convidados de uma reunião. Para representar esta situação devemos utilizar frações, observe:

As partes distribuídas são referentes ao numerador da fração e o inteiro corresponde ao denominador, no caso da barra de chocolate temos numerador igual a 9 e denominador igual a 12. No conjunto das frações é possível estabelecer todas as operações matemáticas: adição, subtração, multiplicação, divisão, potenciação e radiciação. Iremos abordar os casos da multiplicação e divisão, demonstrando as formas mais práticas para a resolução de tais operações.

Multiplicação

A multiplicação de frações é muito simples, basta multiplicarmos numerador por numerador e denominador por denominador, respeitando suas posições. Observe:


Divisão

A divisão deve ser efetuada aplicando uma regra prática e de fácil assimilação, que diz: “repetir a primeira fração e multiplicar pelo inverso da segunda”.


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Independência


Professor de Matemática no Colégio Estadual Dinah Gonçalves
E Biologia na rede privada de Salvador-Bahia
Professor Antonio Carlos carneiro Barroso
email accbarroso@hotmail.com
Extraído de http://www.alunosonline.com.br
Independência

Após a chegada dos portugueses ao Brasil, houve um desenvolvimento na colônia. Engenhos de açúcar e a mineração foram a fonte de economia adotada, que tinha todo o lucro enviado para Portugal. Em 1799, Napoleão Bonaparte tomou o poder na França, inaugurando sua revolução. Uma das medidas adotadas por ele foi o Bloqueio Continental, que proibia os países europeus de manter relações comerciais com a Inglaterra. Dom João VI, rei de Portugal, amedrontado com uma possível invasão francesa, embarcou com destino ao Brasil, em 1808.

A presença do governo português no Brasil favoreceu a ruptura do sistema colonial. Foram criadas a Academia Militar, a Imprensa Régia e a Biblioteca Real, e o Brasil foi elevado a “Reino Unido a Portugal e Algarves”. Mas, junto com a chegada dos portugueses, vieram os conflitos.

Os brasileiros estavam sendo prejudicados com a presença portuguesa. A decadência da economia açucareira determinou o aumento das tensões entre ambos os países. Essas tensões influenciaram o surgimento de ideias liberais entre os brasileiros. Em 1820, um conflito obrigou Dom João VI a retornar a Portugal, deixando seu filho, Dom Pedro I, como príncipe regente.

Em 1821, Portugal exigia a volta de Dom Pedro, assim como a de vários órgãos do governo que haviam sido transferidos para o Brasil. Cada província brasileira seria liderada por um governador. Dom Pedro já estava decidido a voltar, mas um abaixo-assinado, composto por milhares de assinaturas brasileiras, pedia-lhe para ficar. Dom Pedro correspondeu aos pedidos, fato este que ficou conhecido como o Dia do Fico.

A situação entre Brasil e Portugal se acirrou. Os conflitos eram constantes e D. Pedro se viu pressionado a decretar a Independência. Após muitas conversas, e o pagamento de dois milhões de libras esterlinas, no dia 7 de setembro de 1822, o Brasil se tornou independente de Portugal.

Independência do Brasil

Professor de Matemática no Colégio Estadual Dinah Gonçalves
E Biologia na rede privada de Salvador-Bahia
Professor Antonio Carlos carneiro Barroso
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Extraído de http://www.alunosonline.com.br

Independência do Brasil

Thiago Ribeiro


Independência ou Morte?
A Independência do Brasil é um dos fatores mais importantes em nossa história, pois determina o fim da dominação portuguesa no Brasil e a conquista de nossa autonomia política.
Como aconteceu a Independência?
No dia 7 de Setembro de 1822, Dom Pedro recebeu uma carta da coroa portuguesa exigindo a sua volta imediata para Portugal, devido as desejos portugueses de recolonizar o Brasil e o fato de Dom Pedro estar em terras brasileiras era um grande obstáculo.
Para se ter idéia de como as exigências foram sérias, o rei Dom João ameaçou enviar tropas ao Brasil, caso o retorno do Príncipe Dom Pedro fosse novamente adiado
Devido pressões da coroa portuguesa e também de seu ministro José Bonifácio e as camadas nobres brasileiras, Dom Pedro no dia 7 de Setembro de 19822, levantou sua espada e gritou às margens do rio Ipiranga "Independência ou Morte".
O Príncipe Português em Dezembro do mesmo ano foi declarado o 1º Imperador do Brasil.
Os dois primeiros países a reconhecerem a Independência do Brasil foram os Estados Unidos e o México, Portugal posteriormente reconheceu a Independência de sua ex-colônia, mas exigiu uma elevadíssima multa que foi paga pelo Brasil através de empréstimos feitos com a Inglaterra.
Daí temos o início da tão famosa: "Dívida Externa".

Função do 1º grau

Uma função do 1º grau pode ser chamada de função afim. Pra que uma função seja considerada afim ela terá que assumir certas características, como: Toda função do 1º grau deve ser dos reais para os reais, definida pela fórmula f(x) = ax + b, sendo que a deve pertencer ao conjunto dos reais menos o zero e que b deve pertencer ao conjunto dos reais.
Então, podemos dizer que a definição de função do 1º grau é:

f: R→ R definida por f(x) = ax + b, com a R* e b R.

Veja alguns exemplos de Função afim.

f(x) = 2x + 1 ; a = 2 e b = 1

f(x) = - 5x – 1 ; a = -5 e b = -1

f(x) = x ; a = 1 e b = 0

f(x) = - 1 x + 5 ; a = -1 e b = 5
2 2

Toda função a do 1º grau também terá domínio, imagem e contradomínio.

A função do 1º grau f(x) = 2x – 3 pode ser representada por y = 2x – 3. Para acharmos o seu domínio e contradomínio, devemos em primeiro estipular valores para x.
Vamos dizer que x = -2 ; -1 ; 0 ; 1. Para cada valor de x teremos um valor em y, veja:

x = -2 x = - 1 x = 0
y = 2 . (-2) – 3 y = 2 . (-1) – 3 y = 2 . 0 - 3
y = - 4 – 3 y = -2 – 3 y = -3
y = - 7 y = - 5

x = 1
y = 2 . 1 – 3
y = 2 – 3
y = -1

Os valores de x são o domínio e a imagem e o contradomínio são os valores de y. Então, podemos dizer que Im = R.Estudo dos Sinais

Classes Gramaticais variáveis

Colégio Estadual Dinah Gonçalves
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Em português, existem dez classes gramaticais, ou classes morfológicas, ou ainda classes de palavras. Destas, seis são variáveis (isto é, se flexionam, indo ao plural, ou feminino, ou superlativo), e quatro são invariáveis.

As classes variáveis são: artigo, adjetivo, pronome, numeral, substantivo e verbo. Nas invariáveis, há: advérbio, conjunção, interjeição e preposição.

Existem também as classes sintáticas, que são outra divisão das palavras, de acordo com sua função na frase. Veja, a seguir, a função das classes de palavras variáveis:

Classes gramaticais
Função ou sentido
Palavra que serve para designar os seres, atos ou conceitos; nome.
Substantivos de dois números
Substantivo que tem a mesma forma para o singular e o plural: lápis, vírus, ônibus, mil-folhas.
Substantivos de dois gêneros
São substantivos que têm a mesma forma para seres de ambos os sexos, sendo o gênero marcado pelo artigo que os precede. Exemplos: o/a colega, o/a agente, o/a lojista.
Substantivos sobrecomuns
Têm a mesma forma para o masculino e o feminino, não variando sequer o artigo ou o adjetivo que os acompanha. Exemplos: a pessoa, a vítima, a criança, o cônjuge, o monstro.
Verbo
Palavra que expressa ação, estado ou fenômeno. É a classe gramatical mais rica em variação de formas, podendo mudar para exprimir modo, tempo, pessoa, número e voz. No dicionário, são encontrados no modo infinitivo, que é, por assim dizer, o nome do verbo. Exemplos: Fugir, estar, chover, comprar, ser, anoitecer.
Adjetivo
Palavra que se relaciona com o substantivo para lhe atribuir uma qualidade. Exemplos: mulher linda, livro divertido, árvore alta, olhos azuis.
Adjetivo de dois gêneros
É um adjetivo que mantém a mesma forma tanto quando se refere a substantivos masculinos quanto a femininos. Exemplos: Sugestão aceitável, convite aceitável, obra incrível, livro incrível, rapaz adorável, moça adorável.
Adjetivo de dois gêneros e substantivo de dois gêneros
Trata-se de palavra que pode ser classificada como adjetivo ou como substantivo e mantêm a mesma forma para os dois gêneros. Exemplos: Um jovem rebelde (neste caso, jovem é o substantivo e rebelde, sua qualidade, o adjetivo). Um rebelde jovem (neste caso, ocorre exatamente o contrário)
Artigo
Artigo definido
Artigo indefinido
Palavra que se coloca antes do substantivo, determinando-o e indicando seu gênero e número (artigo definido: a, as, o, os) ou (artigo indefinido: um, uma, uns, umas).
Pronome
Palavra que substitui o nome ou que o acompanha tornar claro o seu significado. Os pronomes se dividem nas seis grandes classes a seguir:
Pronomes pessoais
Designam as três pessoas do discurso (no singular ou no plural). Eu, tu, ele, ela, nós, vós, eles, elas. Me, te, se, lhe, o, a, nos, vos, se, lhes, os, as. Mim, comigo, ti, contigo, si, consigo, conosco, convosco.
Também são pessoais os pronomes de tratamento: você, o senhor, a senhora, vossa senhoria, vossa Excelência, etc.
Pronomes possessivos
Indicam a posse em relação às pessoas do discurso: Meu, minha, meus, minhas, nosso, nossa, nossos, nossas, teu, tua, teus, tuas, vosso, vossa, vossos, vossas, seu, sua, seus, suas.
Pronomes demonstrativos
Indicam o lugar ou a posição dos seres em relação às pessoas do discurso.
1ª. Pessoa: Este, esta, estes, estas, isto.
2ª. Pessoa: Esse, essa, esses, essas, isso.
3ª. Pessoa: Aquele, aquela, aqueles, aquelas, aquilo.
Pronomes relativos
Representam numa oração os nomes mencionados na oração anterior. Exemplo: O livro que comprei é muito bom. São pronomes relativos: Que, quem, quanto(s), quanta(s), cujo(s), cuja(s), o qual, a qual, os quais, as quais.
Pronomes indefinidos
Referem-se à terceira pessoa do discurso num sentido vago ou exprimido quantidade indeterminada. Exemplos: Quem espera sempre alcança. São pronomes indefinidos: algum, nenhum, qualquer, ninguém, onde, etc.
Pronomes interrogativos
Os pronomes indefinidos que, quem, qual, quanto, quando são usados para formular uma pergunta.
Numeral
Palavra que designa os números ou sua ordem de sucessão. Exemplos:
Cardinais: quatro, vinte, trinta.
Ordinais: quarto, vigésimo, trigésimo.
Fracionários: meio, um terço, um quinto.
Multiplicativos: duplo, triplo, quádruplo.

A internet do século XVIII

A internet do século XVIII

Rainer Sousa




O enciclopedismo buscou a divulgação do conhecimento no século XVIII.
No século XVIII, o movimento iluminista não se popularizou somente pelas discussões intelectuais que empreendeu. Além de pautar novas ideias, os partícipes do iluminismo também se preocuparam com a divulgação do conhecimento que estava sendo produzido. Sob essa perspectiva, a criação de enciclopédias se transformou em uma eficiente estratégia de agrupar o conhecimento indispensável para a formação intelectual do homem.

De fato, a ambição dos iluministas acabou gerando bons frutos, tendo em vista que a publicação da famosa “Encyclopédie ou Disctionnaire Raisonné dês Sciences, dês Arts et dês Métiers” (Enciclopédia ou dicionário sistemático das ciências, artes e profissões) acabou sendo um sucesso de crítica e venda. Por outro lado, o elogio a essa iniciativa também gerou reações contrárias de membros do clero e da realeza. Afinal de contas, os enciclopedistas ofereciam ao público uma gama de propostas e questionamentos que iam contra o pensamento religioso e a ordem absolutista.

Ao tomar conhecimento da revolução oferecida pela obra, o rei francês Luis XV organizou um grupo de clérigos que deveria inspecionar a publicação das obras. Apesar da censura, os enciclopedistas continuaram a triunfar no seu intento ao organizar uma série de estratégias de aprovação do seu texto. Utilizando rebuscamentos verbais e construindo uma teia de referências a outros artigos, eles conseguiram preservar o teor de sua mensagem sem despertar a reprimenda de seus fiscais.

Além de promover a divulgação dos saberes, a “Encyclopédie” teve a ousadia de empreender um novo modelo de organização do conhecimento. Vários especialistas, estudiosos, escritores, livreiros, encadernadores e impressores foram economicamente beneficiados pela vendagem dos seus volumes. Em termos comparativos, o desenvolvimento dessa obra esteve próximo ao espírito de planejamento e controle que seriam determinantes ao sucesso da Revolução Industrial.

No ano de 1759, a produção dos próximos volumes da Enciclopédia foi definitivamente proibida na França. Engrossando o coro contra os iluministas, o papa determinou que todos os volumes da obra fossem incluídos no “Index Librorum Proibitorium”, a lista de obras proibidas pela Igreja. Naquele momento, Diderot e D’Alembert, organizadores fundamentais do enciclopedismo, observavam que seu ambicioso projeto editorial poderia não ser concluído.

De fato, a ação das autoridades não seria eficiente para ir contra uma iniciativa que representava os novos valores de uma época. Não por acaso, os enciclopedistas contaram com apoio de funcionários do Estado para que a obra fosse terminada e distribuída sem chamar a atenção das autoridades repressoras. Dessa forma, em 1776, os jornais publicaram a falsa notícia de que volumes finais da Enciclopédia foram publicados fora da França.

Na verdade, a conclusão havia acontecido na própria França graças ao esforço dos publicadores que se entusiasmavam com o retorno financeiro da obra. Por fim, esse movimento acabou lançando bases para que outros valores fossem disseminados pela sociedade europeia. De forma semelhante, os enciclopedistas defenderam o papel de acesso livre à informação que a internet busca hoje cumprir.

Misturas Homogênea ou heterogênea, azeotrópica ou eutética


Colégio Estadual Dinah Gonçalves
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Misturas, como sabemos, são constituídas por mais de uma substância. O ar atmosférico, a água do mar, e até água mineral são misturas. Em nosso dia a dia lidamos muito mais com misturas do que com substâncias puras, mesmo que nem saibamos que algumas o são.

Para entendermos melhor essa questão, é importante conhecermos o conceito de fase, bastante simples e intuitivo. Quando olhamos para uma amostra e conseguimos detectar uma porção uniforme, com características iguais em toda sua extensão, detectamos uma fase. Pense em um copo contendo água do mar. Embora saibamos que se trata de uma mistura, não percebemos qualquer diferença na amostra, ou seja, ela possui apenas uma fase.

Pense agora em um copo contendo água e óleo. Você sabe que eles não se misturam e facilmente identificamos uma porção com água e uma com óleo. Esse sistema (amostra) possui duas fases. Importante: Fases não estão ligadas ao estado físico. Você pode, como no exemplo da água e óleo, ter duas fases líquidas no mesmo sistema.

Misturas homogêneas
São aquelas cujos componentes não conseguimos distinguir. Ela é perfeitamente uniforme, portanto monofásica. O ar atmosférico e a água do mar são exemplos de misturas homogêneas.

Misturas heterogêneas
São aquelas formadas por mais de uma fase. Nelas conseguimos distinguir mais de um componente. Água e óleo, ar e poeira, são exemplos de misturas heterogêneas.

Identificando misturas homogêneas e heterogêneas
Misturas heterogêneas são facilmente identificáveis já que, na maioria das vezes, visualmente reconhecemos mais de uma fase. Mas e nas misturas homogêneas? Como podemos saber se uma amostra é pura ou uma mistura?

A resposta para isso é a curva de aquecimento.

Curva de aquecimento é o gráfico que mostra a variação de temperatura de uma amostra quando aquecida ou resfriada, incluindo-se as mudanças de estado físico.



Sabemos que durante uma mudança de estado físico a temperatura permanece constante (Q=mL) e que, durante o aquecimento sem mudança de estado, sua variação é linear (). Assim, a curva acima é característica, mostrando dois patamares, um no ponto de fusão (PF) e outro no ponto de ebulição (PE).

Levantando experimentalmente a curva de aquecimento de uma amostra, quatro coisas podem acontecer:

# A curva apresenta temperatura constante no ponto de fusão e de ebulição;
# A curva apresenta variação de temperatura no ponto de fusão e de ebulição;
# A curva apresenta variação de temperatura apenas no ponto de fusão e no de ebulição permanece constante;
# A curva apresenta temperatura constante no ponto de fusão e variação de temperatura no de ebulição.

Quando os dois pontos (PF e PE) são constantes - caso 1 - a amostra corresponde a uma substância pura. Em qualquer outro caso (2, 3 ou 4), trata-se de uma mistur


Mistura Comum, Eutética e Azeotrópica

Quando a curva apresenta variação nos dois pontos (PF e PE), dizemos que é uma mistura comum. Quando um, e apenas um dos pontos apresenta variação, essa mistura receberá um nome especial.

# PF varia e PE constante: mistura azeotrópica
# PF constante e PE varia: mistura eutética

Exemplos comuns dessas misturas são: água e álcool para mistura azeotrópica e gelo e sal de cozinha para mistura eutética.

Exercícios sobre transmissão de calor

Exercícios sobre transmissão de calor



Questão:

01. Sabe-se que a temperatura do café se mantém razoavelmente constante no interior de uma garrafa térmica perfeitamente vedada.

a) Qual o principal fator responsável por esse bom isolamento térmico?



b) O que acontece com a temperatura do café se a garrafa térmica for agitada vigorosamente? Explique sua resposta.




Testes:

02. (UNISA-SP) Uma panela com água está sendo aquecida num fogão. O calor das chamas se transmite através da parede do fundo da panela para a água que está em contato com essa parede e daí para o restante da água. Na ordem desta descrição, o calor se transmitiu predominantemente por:

a) radiação e convecção

b) radiação e condução

c) convecção e radiação

d) condução e convecção

e) condução e radiação




03. (UFES) Para resfriar um líquido, é comum colocar a vasilha que o contém dentro de um recipiente com gelo, conforme a figura. Para que o resfriamento seja mais rápido, é conveniente que a vasilha seja metálica, em vez de ser de vidro, porque o metal apresenta, em relação ao vidro, um maior valor de:



a) condutividade térmica

b) calor específico

c) coeficiente de dilatação térmica

d) energia interna

e) calor latente de fusão.




04. (UNIFENAS) A transmissão de calor por convecção só é possível:

a) no vácuo

b) nos sólidos

c) nos líquidos

d) nos gases

e) nos fluidos em geral.





05. (UFES) Um ventilador de teto, fixado acima de uma lâmpada incandescente, apesar de desligado, gira lentamente algum tempo após a lâmpada estar acesa. Esse fenômeno é devido à:

a) convecção do ar aquecido

b) condução do calor

c) irradiação da luz e do calor

d) reflexão da luz

e) polarização da luz.




06. Assinale a alternativa correta:

a) A condução e a convecção térmica só ocorrem no vácuo.

b) No vácuo, a única forma de transmissão do calor é por condução.

c) A convecção térmica só ocorre nos fluidos, ou seja, não se verifica no vácuo nem em materiais no estado sólido.

d) A radiação é um processo de transmissão do calor que só se verifica em meios sólidos.

e ) A condução térmica só ocorre no vácuo; no entanto, a convecção térmica se verifica inclusive em matérias no estado sólido.




07. (FAPIPAR - PR) Uma carteira escolar é construída com partes de ferro e partes de madeira. Quando você toca a parte de madeira com a mão direita e a parte de ferro com a mão esquerda, embora todo o conjunto esteja em equilíbrio térmico:

a) a mão direita sente mais frio que a esquerda, porque o ferro conduz melhor o calor;

b) a mão direita sente mais frio que a esquerda, porque a convecção na madeira é mais notada que no ferro;

c) a mão direita sente mais frio que a esquerda, porque a convecção no ferro é mais notada que na madeira;

d) a mão direita sente menos frio que a esquerda, porque o ferro conduz melhor o calor;

e) a mão direita sente mais frio que a esquerda, porque a madeira conduz melhor o calor.




08. (FMABC - SP) Atualmente, os diversos meios de comunicação vêm alertando a população para o perigo que a Terra começou a enfrentar já há algum tempo: o chamado "efeito estufa!. Tal efeito é devido ao excesso de gás carbônico, presente na atmosfera, provocado pelos poluentes dos quais o homem é responsável direto. O aumento de temperatura provocado pelo fenômeno deve-se ao fato de que:

a) a atmosfera é transparente á energia radiante e opaca para as ondas de calor;

b) a atmosfera é opaca à energia radiante e transparente para as ondas de calor;

c) a atmosfera é transparente tanto para a energia radiante como para as ondas de calor;

d) a atmosfera é opaca tanto para a energia radiante como para as ondas de calor;

e) a atmosfera funciona como um meio refletor para a energia radiante e como meio absorvente para as ondas de calor.




09. (UNITAU - SP) Num dia quente você estaciona o carro num trecho descoberto e sob um sol causticante. Sai e fecha todos os vidros. Quando volta, nota que "o carro parece um forno". Esse fato se dá porque:

a) o vidro é transparente à luz solar e opaco ao calor;

b) o vidro é transparente apenas às radiações infravermelhas;

c) o vidro é transparente e deixa a luz entrar;

d) o vidro não deixa a luz de dentro brilhar fora;

e) n.d.a.




10. (MACKENZIE) Uma parede de tijolos e uma janela de vidro de espessura 180mm e 2,5mm, respectivamente, têm suas faces sujeitas à mesma diferença de temperatura. Sendo as condutibilidades térmicas do tijolo e do vidro iguais a 0,12 e 1,00 unidades SI, respectivamente, então a razão entre o fluxo de calor conduzido por unidade de superfície pelo vidro e pelo tijolo é:

a) 200

b) 300

c) 500

d) 600

e) 800






Resolução:



01 - a) A condução não ocorre no vácuo.

b) Aumenta, pois há transformação de energia mecânica em térmica.


02 - D 03 - A 04 - E 05 - A
06 - C 07 - D
08 - A
09 - A
10 - D
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Cálculo estequiométrico Equação química, reação e reagentes

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O cálculo estequiométrico é um assunto muito abordado nos vestibulares. Vamos tentar entender:

Para fazermos um bolo simples é necessário respeitar uma receita padrão:

3 xícaras de farinha de trigo
4 ovos
1 copo de leite

É evidente que aqui não levaremos em conta o recheio. Este fica a critério do freguês.

Observe então:


Podemos identificar que a receita nos traz os ingredientes e suas quantidades.

No Cálculo Estequiométrico, temos a mesma situação. Para resolvê-lo precisamos de uma receita (reação) que traga os ingredientes (reagentes e/ou produtos) e suas quantidades (coeficientes estequiométricos da reação).

Exemplo:

Por analogia,
temos:


Devemos lembrar que as quantidades em uma reação não podem ser dadas em xícaras, copos e etc., mas em quantidade de matéria (mols). Assim a reação em exemplo estabelece uma proporção:

Para cada mol de carbono são necessários 2 mols de gás hidrogênio e meio mol de gás oxigênio. Se pusermos para reagir 2 mols de carbono, será necessário dobrar a receita.

Em tempo, a quantidade de matéria (mol) é equivalente à massa molar de uma substância ou então a 6,02 . 1023 moléculas e se for um gás que esteja nas condições normais de temperatura e pressão, o mol pode significar 22,4 litros.
*Perseu Lúcio Alexander Helene de Paula é professor de química desde 1985.

Tabela periódica As propriedades periódicas dos elementos

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A física e a química têm tanto em comum que hoje é mais fácil enxerga-las como duas especialidades da mesma ciência do que como duas ciências distintas, com limites claramente definidos entre si. Mas a vida dos estudantes de física seria bem mais simples se esta disciplina oferecesse um quadro sinóptico de seus conteúdos tão bem construído quanto é a tabela periódica dos elementos químicos.




Em um único quadro a tabela periódica nos exibe todos os elementos químicos em ordem de número atômico, agrupa metais, não metais e gases nobres, cada qual em um bloco próprio, e ainda classifica todos eles por famílias, nas quais os elementos constituintes possuem propriedades químicas semelhantes.

Tudo parece muito óbvio agora, depois de pronto. Igualzinho à velha história do ovo de Colombo. Mas chegar a essa classificação visual dos elementos químicos foi um trabalho demorado, que envolveu os melhores estudiosos do assunto em sua época. E só se chegou ao resultado atual após várias tentativas frustradas e seguidos aperfeiçoamentos na idéia inicial.

Parafuso telúrico
Uma das primeiras tentativas de construir essa classificação foi desenvolvida na década de 1860 por Alexandre de Chancourtois, cientista francês que ordenou os elementos em ordem crescente de suas massas atômicas numa superfície cilíndrica.

Essa construção ficou célebre com o nome de parafuso telúrico. Era organizado de modo a mostrar nas verticais do cilindro uma seqüência de elementos químicos com propriedades semelhantes.

#
O parafuso telúrico de Chancourtois

A idéia era boa, mas Chancourtois foi prejudicado pelo fato de muitas das massas atômicas terem sido calculadas erradas, na sua época. De qualquer modo, o princípio da coisa tinha sido dado. Os elementos pareciam apresentar uma periodicidade em suas propriedades químicas, como Chancourtois tentara provar.

Se os elementos químicos apresentavam periodicidade, ou seja repetiam as mesmas propriedades após uma seqüência, restava descobrir qual seria a regra de periodicidade válida para todos os elementos.

Notas musicais
O inglês Alexander Reina Newlands partiu de um palpite interessante. Ele correlacionou os elementos químicos com as notas musicais, que após uma escala seqüencial de sete sons repetia o primeiro. Esta tentativa foi chamada de lei das oitavas, pois o cientista acreditava que os elementos químicos se comportavam como as notas musicais no teclado de um piano, onde após uma seqüência do Dó ao Si retornava-se ao Dó, o oitavo elemento da seqüência deveria ter as mesmas propriedades do primeiro.

A idéia, porém, mostrou-se válida somente até o Cálcio. Depois não funcionava para o restante dos elementos. Ainda assim, ajudou a reforçar a idéia de que as propriedades dos elementos eram periódicas, apenas não havia sido descoberto como esta periodicidade se manifestava.

Tabela periódica moderna
Quem conseguiu este feito, finalmente, foi o russo Dimitri Ivanovitch Mendeleiev, em 1869, que descobriu que as propriedades dos elementos decorriam de suas massas atômicas. A partir deste princípio montou uma tabela tão consistente com os resultados experimentais que chegou a defender que os elementos que não se encaixavam em sua tabela tiveram suas massas atômicas calculadas erradamente.

Mendeleev montou um quadro em que os elementos químicos eram posicionados em ordem crescente de massa atômica, dispostos de tal forma que as verticais da tabela reuniam famílias de elementos com propriedades semelhantes. O alemão Lothar Meyer, em trabalho independente, chegou a conclusões semelhantes, mas a solução de Mendeleev, mais bem elaborada, lhe valeu o reconhecimento da paternidade da tabela periódica moderna (clique no link do começo do texto para vê-la).

Identificação, separação, destaques
Na tabela periódica moderna se identifica de imediato a separação entre os metais, à esquerda da tabela, os não metais à direita e os semi-metais entre os dois grupos anteriores. O hidrogênio não se classifica em nenhuma destas definições e ocupa um lugar de destaque na cabeceira da tabela. Os gases nobres, por possuírem propriedades únicas, formam uma coluna exclusiva na extrema direita.

As colunas da tabela periódica reúnem as famílias dos elementos químicos, sendo que algumas possuem nomes específicos (tabela 1):

Família 1 (1A) Alcalinos
Família 2 (2A) - Alcalino-terrosos Alcalino-terrosos
3B(3), 4B(4), 5B(5), 6B(6) 7B(7), 8B(8, 9 e 10), 1B(11), 2B(12) Elementos de Transição
Família 13 (3A) Família do boro
Família 14 (4A) Família do carbono
Família 15 (5A) Família do nitrogênio
Família 16 (6A) Calcogênios
Família 17 (7A) Halogênios
Família 18 (Zero) Gases Nobres

As famílias dos elementos químicos se definem pela semelhança entre a composição da última camada de elétrons, aquela onde as reações químicas acontecem.

As linhas horizontais da tabela periódica são chamadas de períodos, sendo que em cada período se reúnem elementos químicos com o mesmo número de camadas eletrônicas.

No terceiro período, estão posicionados o sódio (Na), fósforo (P) e o enxofre (S) porque esses elementos, e todos os demais daquela linha, possuem três camadas de elétrons em torno do núcleo de seus átomos.

Sonho de Mendeleiev
Existe uma história muito conhecida de que a idéia da tabela periódica teria surgido a Mendeleiev enquanto dormia: "Vi num sonho uma tabela em que todos os elementos se encaixavam como requerido. Ao despertar, escrevi-a imediatamente numa folha de papel."

Esta citação, conhecida como o "Sonho de Mendeleiev" pode dar a impressão que as descobertas científicas surgem do nada, de um momento de inspiração mágico. Mas como vimos, muitos cientistas e próprio Dimitri descarregaram muita transpiração (como dizia Thoma Edison) neste projeto antes que o sonho de ter-se boa parte da Química resumida em uma única página se realizasse.
*Carlos Roberto Lana é professor e engenheiro químico.

Solubilidade (1) Coeficiente de solubilidade e solvatação dos sais

Colégio Estadual Dinah Gonçalves
email accbarroso@hotmail.com

      

Primeiramente vamos esclarecer uma coisa: quando falarmos em sal não estaremos nos referindo exclusivamente ao cloreto de sódio, o mais famoso dos sais, velho conhecido em nossas cozinhas ou na água do mar.

Talvez por nossa associação quase despercebida de sal com o cloreto de sódio (NaCl), afirmamos que os sais são solúveis em água. Isto não é verdade em alguns aspectos: nem todos os sais são solúveis em água e nem tudo que é solúvel em água é um sal. Nosso conhecimento também nos diz que não é possível dissolver qualquer quantidade de um sal em água, que se colocarmos muito, sobrará uma parcela no fundo do recipiente que não se dissolve. Com base nesse conhecimento, vamos discutir algumas coisas:

Coeficiente de solubilidade
Por que, se colocarmos muito sal na água, parte dele não se dissolve? Muitos de nós aprendemos na escola que existe uma quantidade máxima de um sal que pode ser dissolvida em certa quantidade de água em uma certa temperatura e, a isto chamamos de coeficiente de solubilidade. Não costumamos discutir esse fato, apenas o aceitamos já que nossa experiência cotidiana já o provou. Para entender o porquê, temos que entender como se dá a dissolução do sal.

Precisaremos de um exemplo e, para faciltar as coisas, utilizaremos o cloreto de sódio que, como já citamos, é o famoso "sal de cozinha" e o principal - mas não o único - sal encontrado na água do mar. O cloreto de sódio, NaCl, é uma composto iônico que apresenta dois tipos de íons: Na+ (sódio) e Cl-(cloreto). Nos cristais de NaCl, incontáveis íons Na+ e Cl- estão associados, mas a proporção é 1 Na+: 1Cl-, e por isso a fórmula usada é NaCl. A água, H2O, é uma molécula triatômica com ligações covalentes e que apresenta polaridade.

Se você não lembra o que é polaridade molecular, lembre-se apenas de que é uma molécula que, por causa de sua geometria e ligantes, pode se comportar como um pequeno imã, tendo um lado negativo e outro positivo. No caso da água, sua aparência é a seguinte:

No caso do cloreto de sódio:


Quando "jogamos" um cristal de NaCl em água, seus íons interagem com a água e pode ocorrer a dissociação. Cada íon acaba atraindo o lado positivo das moléculas de água (hidrogênios), enquanto o lado positivo (sódio) atrai o lado negativo das moléculas de água (oxigênio). Como existe abundância de moléculas de água, várias delas são atraídas, cercando os íons.



Esse processo chama-se solvatação e, quando íons estão cercados por moléculas de água, diz-se que estão solvatados.


Entendendo este processo, fica fácil perceber que, se adicionarmos muito NaCl, não haverá moléculas de água disponíveis para solvatar os íons, fazendo com que eles não sejam separados, portanto o sal não se dissolverá. Quando isso ocorre, todo sal que for adicionado a água continuará intacto, não se dissolvendo e precipitando, formando o que chamamos de corpo de fundo ou corpo de chão.

Solubilidade dos sais em água
Todos os sais são solúveis em água? Não. Embora muitos deles sejam solúveis em água existem exceções e você precisa conhecê-las. Estas são algumas regras de solubilidade:

Substâncias Solubilidade Exceções
Ácidos Orgânicos Solúveis
Permanganatos, Nitritos e Nitratos, Cloratos Solúveis
Sais de Alcalinos e Amônio Solúveis carbonato de lítio
Acetatos Solúveis de prata
Tiocianatos e Tiossulfatos Solúveis de prata, chumbo e mercúrio
Fluoretos Solúveis de magnésio, cálcio e estrôncio
Cloretos e Brometos Solúveis de prata, chumbo e mercúrio I
Iodetos Solúveis mercúrio, bismuto e estanho IV
Sulfatos Solúveis de prata, chumbo, bário, e estrôncio
Óxido metálico e Hidróxidos Insolúveis de alcalinos, amônio, cálcio, bário e estrôncio
Boratos, Cianetos, Oxalatos, Carbonatos, Ferrocianetos, Ferricianetos, Silicatos, Arsenitos, Arseniatos, Fosfitos, Fosfatos, Sulfitos e Sulfetos Insolúveis de alcalinos e de amônio


Fatores que influenciam na solubilidade dos sais
Por que um sal é mais solúvel que outro? A solubilidade em água depende de alguns fatores:

* A força de interação entre as partículas próximas do soluto; (interação soluto-soluto);
* A força de interação entre as moléculas de água e as do soluto antes da dissolução; (interação soluto-solvente)
* A força de interação entre as moléculas de água e as do soluto depois da dissolução (interação soluto-solvente)



E funciona sempre assim? Sim, mas isso não garante a solubilidade de qualquer coisa em algum líquido. Embora o processo seja sempre semelhante, nem sempre as moléculas do líquido (solvente) são capazes de solubilizar o sólido (soluto).

* Fábio Rendelucci é professor de química e física e diretor do cursinho COC-Universitário de Santos (SP).