sábado, 7 de dezembro de 2019

Cinemática -c Movimento uniforme e uniformemente variado

Quando o movimento de um objeto mantém certa regularidade em sua velociade ou aceleração, ele pode ser descrito através de fórmulas matemáticas.
Quando um móvel mantém velocidade constante, ele executa um movimento uniforme. Quando executa um movimento com aceleração constante, temos um movimento uniformemente variado.
Movimento uniforme
O movimento uniforme é um movimento com velocidade constante, ou seja, o móvel percorre distâncias iguais em tempos iguais. É comum presenciarmos esse tipo de movimento em uma estrada sem engarrafamento. Nessa situação, é possível manter a velocidade do carro constante durante um longo intervalo de tempo.
Propriedades do movimento uniforme
Quando um móvel executa um movimento uniforme, podemos observar duas propriedades muito importantes: uma é que a aceleração do móvel é nula (lembre-se de que para haver aceleração é necessário que exista variação de velocidade), e a outra é que a velocidade constante coincide com a velocidade média, ou seja:

Observe que a relação de espaço e tempo estabelecida para o movimento da bicicleta se encaixa perfeitamente com os dados da tabela. Mas digamos que você não tenha partido da origem da trajetória, ou seja, do espaço zero, mas sim da posição 3 km.
Função horária dos espaços
Quando um móvel executa um movimento uniforme, duas grandezas variam: o espaço e o tempo.
Imagine a seguinte situação: você está em uma bicicleta com velocidade constante de 5 km/h. É possível, a partir dessa informação, estabelecer uma relação entre espaço e tempo: a cada uma hora você percorrerá 5 km, a cada 2 horas, percorrerá 10 km e assim sucessivamente. Observe a tabela:

T(h)

0

1

2

3
S(Km)

0

5

10

15

Veja que a cada uma hora o espaço aumenta 5 km. Por isso é possível estabelecer a seguinte relação matemática.
Isso não muda o fato de que você percorrerá 5 km em uma hora, mas depois de uma hora a sua posição não será no quilômetro 5, mas será no quilômetro 8, e a tabela de espaço e tempo ficará:
T(h)

0

1

2

3
S(Km)

3

8

13

18

A relação matemática que descreve o movimento também ficará alterada, pois agora teremos que somar 3 km à relação anterior, portanto:


Lembre que 3 km é o espaço inicial do móvel () e 5 km/h é a velocidade (v). Então, para uma situação generalizada, essa equação pode ser escrita da seguinte forma:


Essa equação é conhecida como a função horária dos espaços para o movimento uniforme.
Gráficos do movimento uniforme
O movimento de um corpo pode ser descrito através de fórmulas matemáticas, como foi mostrado na função horária dos espaços. Se for possível representar um movimento através dessas fórmulas, também será possível representá-lo através de gráficos, que são uma forma muito eficiente de se mostrar a progressão dos resultados. No movimento uniforme, os gráficos mais usados são o de velocidade em função do tempo e o do espaço em função do tempo. Velocidade em função do tempo Vimos que o movimento uniforme é caracterizado por um movimento com velocidade constante. Por isso, o gráfico será representado por uma reta paralela ao eixo do tempo. Se a reta estiver acima do eixo do tempo, o movimento será progressivo. Se estiver abaixo do eixo do tempo, o movimento será retrógrado.


Uma propriedade importante de todo gráfico de velocidade em função do tempo é que se calcularmos a área entre a curva do gráfico delimitada por um determinado intervalo de tempo e o eixo do tempo, essa área será numericamente igual ao deslocamento do móvel .




Gráfico do espaço em função do tempoVimos que a relação entre espaço e tempo em um movimento uniforme é dada pela equação , que é uma função do primeiro grau. A matemática nos ensina que, quando os resultados dessa função são colocados em um gráfico, é formada uma reta inclinada, como mostrado na figura abaixo:


O ponto de partida da reta indica o espaço inicial do móvel e, se a reta tem inclinação para cima, a velocidade é positiva e o movimento é progressivo. Já se a reta tiver inclinação para baixo, a velocidade é negativa e o movimento é retrógrado.
* Paulo Augusto Bisquolo é professor de física do colégio COC-Santos (SP).

Múltiplos e divisores de um número

Um número é múltiplo de outro quando, ao dividirmos o primeiro pelo segundo, o resto é zero.
O número 10 é múltiplo de 2; pois 10 dividido por 2 é igual a 5 e resta zero.
O número 12 é múltiplo de 3; pois 12 dividido por 3 é igual a 4 e resta zero.
O número 15 também é múltiplo de 3; pois 15 dividido por 3 é igual a 5 e resta zero.
O número 9 não é múltiplo de 2; pois 9 dividido por 2 é igual a 4 e resta 1.
O número 15 não é múltiplo de 4; pois 15 dividido por 4 é igual a 3 e resta 3.
Vamos agora escrever o conjunto dos múltiplos de 2, indicado por M(2), e dos múltiplos de 5, isto é, M(5):
M(2) = {0,2,4,6,8,…}.
M(5) = {0,5,10,15,20,…}
M(3) = {3 x 0, 3 x 1, 3 x 2, 3 x 3, 3 x 4, 3 x 5, 3 x 6,…} = {0,3,6,9,12,15,18,…} Observe também que o menor múltiplo de todos os números é sempre o zero. Diremos que um número é divisor de outro se o segundo for múltiplo do primeiro.
No exemplo anterior, observamos que o número 10 é múltiplo de 2, conseqüentemente 2 é divisor de 10.
Os números 12 e 15 são múltiplos de 3, portanto, 3 e 5 são divisores de 12 e 15, respectivamente. Vamos agora escrever o conjunto dos divisores de 15, indicado por D(15), e dos divisores de 20, isto é, D(20): D(15) = {1,3,5,15}
D(20) = {1,2,4,5,10,20}
Observe que o conjunto dos divisores de um número Natural não-nulo é sempre um conjunto finito, em que o menor elemento é o 1 e o maior é o próprio número. OBSERVAÇÃO: Quando um número é múltiplo de mais de um número, dizemos que o primeiro é um múltiplo comum dos segundos números.Exemplo:
múltiplos de 2: 0, 2, 4, 6, 8, 10, 12, 14, 16, 18, 20,……

múltiplos de 3: 0, 3, 6, 9, 12, 15, 18, 21, 24,….
múltiplos comuns de 2 e 3: 0, 6, 12, 18,….
Agora é com vocês!!!
EXERCÍCIOS:4 - Calcule os múltiplos de 4, 5, 6, 7, 8 e 9.
5 - Calcule os múltiplos comuns de 3 e 4, 3 e 5, 4 e 5.
6 - Calcule os divisores de 8, 9, 12, 18 e 24.
7 - Qual é o número que é múltiplo de qualquer número?
8 - Qual é o número que é divisor de qualquer número?
9 - O conjunto dos múltiplos de um número é finito ou infinito?
10 - Como devemos proceder para saber se um número é divisor de outro?


Divisibilidades

28 de abril de 2009
Divisores de um número
Quando um número é múltiplo de outro, este chama-se divisor do primeiro.
Por exemplo:
· 8 é múltiplo de 4, então 4 é divisor de 8
· 6 é múltiplo de 3, então 3 é divisor de 6
· 12 não é múltiplo de 5, então 5 não é divisor de 12
Indicamos divisores por D
D(12) = {1, 2, 3, 4, 6, 12}
Exercícios
1 – Escreva os divisores dos seguintes números
a) 4
b) 5
c) 7
d) 9
e) 10
f) 18
2 – Qual é o menor e o maior divisor de um número?
fonte: Cruz Junior Florisvaldo

MMC e MDC

A utilização de mmc e mdc nas resoluções de problemas é muito comum já que um trata de múltiplos e o outro de divisores comuns de dois ou mais números. Antes de estudarmos as aplicações vejamos como obtê-los.

MÁXIMO DIVISOR COMUM ( M.D.C )

O máximo divisor comum (mdc) entre dois números naturais é obtido a partir da interseção dos divisores naturais, escolhendo-se a maior. O mdc pode ser calculado pelo produto dos fatores primos que são comuns tomando-se sempre o de menor expoente.

Exemplo: 120 e 36

120 2 36 2
60 2 18 2
30 2 9 3
15 3 3 3
5 5 1 22.32
1 23.3.5

m.d.c ( 120, 36) = 22.3 = 12


OBS: O m.d.c pode ser calculado pela decomposição simultânea em fatores primos, tomando apenas os fatores que dividem simultaneamente.

120 - 36 2 ( * )
60 - 18 2 ( * )
30 - 9 2
15 - 9 3 ( * )
5 - 3 3
5 - 1 5
1 - 1 22. 3 = 12

MÍNIMO MÚLTIPLO COMUM ( M.M.C)

O número múltiplo comum entre dois números naturais é obtido a partir da interseção dos múltiplos naturais, escolhendo-se o menor excetuando o zero. O m.m.c pode ser calculado pelo produto de todos os fatores primos, considerados uma única vez e de maior expoente.

Exemplo: 120 e 36

120 2 36 2
60 2 18 2
30 2 9 3
15 3 3 3
5 5 1 22.32
1 23.3.5

m.m.c ( 120, 36) = 23.32.5 = 360

OBS: O m.m.c pode ser calculado pela decomposição simultânea em fatores primos.

120 - 36 2
60 - 18 2
30 - 9 2
15 - 9 3
5 - 3 3
5 - 1 5
1 - 1 23. 32 . 5 = 360

OBS : Existe uma relação entre o m.m.c e o m.d.c de dois números naturais a e b

m.m.c.(a,b) . m.d.c. (a,b) = a . b

O produto entre o m.m.c e m.d.c de dois números é igual ao produto entre os dois números.

www.coladaweb.com

Pronomes Pessoais

Pronomes pessoais são aqueles que designam uma das três pessoas do discurso.

Exemplo: Eu fui ao cinema de táxi. (eu = 1ª pessoa do discurso)

Os pronomes pessoais são subdivididos em:
- do caso reto: função de sujeito na oração.
Nós saímos do shopping. (nós = sujeito)

- do caso oblíquo: função de complemento na frase.
Desculpem-me. (me = objeto)

Os pronomes oblíquos subdividem-se em:

- oblíquos átonos: nunca precedidos de preposição, são eles: me, te, se, o, a, lhe, nos, vos, se, os, as, lhes.

Basta-me o teu amor.

- oblíquos tônicos: sempre precedidos de preposição:
Preposição: a, de, em, por etc.
Pronome: mim, ti, si, ele, ela, nós, vós, si, eles, elas.

Basta a mim o teu amor.

Pronomes Pessoais:
Número Pessoa Pronomes retos Pronomes oblíquos
Singular primeira Eu Me, mim, comigo
segunda Tu Te, ti, contigo
terceira Ele/ela Se, si, consigo, o, a, lhe
Plural primeira nós Nos, conosco
segunda vós Vos, convosco
terceira eles/elas Se, si, consigo, os, as, lhes

Pronomes de Tratamento

Nos pronomes pessoais incluem-se os pronomes de tratamento.

Pronome de tratamento é aquele com que nos referimos às pessoas a quem se fala (de maneira cerimoniosa), portanto segunda pessoa, mas a concordância gramatical deve ser feita com a terceira pessoa.

Alguns pronomes de tratamento:

pronome de tratamento abreviatura referência
Vossa Alteza V.A. príncipes, duques
Vossa Eminência V.Emª. cardeais
Vossa Excelência V.Exª. altas autoridades em geral
Vossa Magnificência V.Magª. reitores de universidades
Vossa Reverendíssima V.Revma sacerdotes em geral
Vossa Santidade V.S. papas
Vossa Senhoria V.Sª. funcionários graduados
Vossa Majestade V.M. reis, imperadores

Emprego dos pronomes pessoais:

- conosco e convosco: são utilizados na forma sintética, exceto se vierem seguidos de outros, todos, mesmos.

Queriam falar conosco.Queriam falar com nós mesmos.

- o, a, os, as, quando precedidos de verbos que terminam em –r, -s, -z, assumem a forma lo, la, los, las, e os verbos perdem aquelas terminações.

Vou pô-lo a par do assunto. (pôr + o)

- o, a, os, as, quando precedidos de verbos que terminam em –m, -ão, -õe, assumem a forma no, na, nos, nas.

Fizeram-no calar.

- nós e vós podem ser empregados em lugar de eu e tu em situações de cerimônia ou, no caso de nós, por modéstia.

Nós, disse o papa, seguiremos os mesmos passos de nossos antecessores.

Vós sois sábio.

- vossa e sua: vossa cabe à pessoa com quem se fala; sua cabe à pessoa de quem se fala.

Vossa Excelência queira tomar a palavra. (falando com ou para uma autoridade)
Sua Excelência não compareceu. (falando de uma autoridade)

- você e os demais pronomes de tratamento comportam-se gramaticalmente como pronomes da terceira pessoa.

Você chegou atrasado para o jantar!
Por Marina Cabral
Especialista em Língua Portuguesa e Literatura

Guarani, O Análise do livro de José de Alencar

Página 3
Cena da ópera Il Guarani de Carlos Gomes, inspirada no romance de Alencar
Há obras literárias que estão fortemente vinculadas ao momento em que foram criadas. É o caso do romance "O Guarani" (1857), do cearense José de Alencar (1829-1977), ligado à fase inicial do romantismo brasileiro, conhecido como indianismo. A proposta era seguir o modelo europeu, que buscava encontrar as fontes da identidade nacional.

Enquanto os ingleses e portugueses tinham, por exemplo, a Idade Média como fonte inspiradora, o Brasil, no sentido de recuperar um glorioso passado do qual podia se orgulhar, tinha como única referência os índios, primeiros habitantes do solo brasileiro.

Como eles não tinham o glamour que os guerreiros medievais apresentavam em suas jornadas aventureiras, a solução literária encontrada foi recuperar o índio, como acontece com Peri (o personagem central do livro), protagonista do romance, com características morais e comportamentos dignos de um soldado da Idade Média europeia.

Nacionalização literária

Nesse sentido, a obra de José de Alencar contribuiu para a nacionalização da literatura no Brasil e a consolidação do romance nacional, do qual foi pioneiro e, por isso, chamado de "patriarca da literatura brasileira". Os seus heróis indígenas, rodeados de uma natureza exótica e fascinante, são repletos de bondade, nobreza, valentia e pureza, características que os aproximam dos cavaleiros e donzelas medievais.

Narrado em terceira pessoa, o livro se passa no Brasil do início do século 17. A história gira em torno de Dom Antonio de Mariz, fidalgo português que, com a construção de uma fortaleza, desafia o poder espanhol. O plano do antagonista, o aventureiro Loredano, queimado como traidor ao final do livro, incluía raptar Cecília, a Ceci, filha de D. Antônio, vigiada pelo forte e valente índio Peri.

Ele salva a vida da moça, ameaçada de morte pelos índios aimorés, que queriam vingar a morte acidental de uma índia de sua tribo causada por Diogo, filho de D. Antônio. No combate entre aimorés e portugueses, os primeiros, mais numerosos levam vantagem.

Heroísmo e bravura

Peri, num ato heróico, bem ao gosto do romantismo, oferece-se ao sacrifício. Toma veneno para que, após ser derrotado na luta e devorado pelos adversários antropófagos, eles falecessem contaminados pela sua carne. Álvaro, capataz de Dom Antônio, apaixonado por Isabel, criada e irmã bastarda de Ceci, salva o índio, convencido pela donzela lusa a tomar o antídoto. Em seguida, Álvaro falece na guerra, e Isabel, inconformada, comete suicídio.

A derrota dos portugueses, no entanto, é inevitável. D. Antônio, num gesto extremo, também romântico, faz a fortaleza explodir, matando a todos ali dentro, inclusive a si mesmo. Pede também a Peri que se converta ao cristianismo para que fuja com a filha.

Adormecida com vinho, Ceci enfrenta com o índio uma tempestade tropical. Quando acorda, Peri conta o que ocorreu. Ela, decepcionada com a civilização branca, decide morar com o "bom selvagem" na selva.

Enquanto isso, as águas continuam subindo. O índio, como se fosse um Hércules do mito grego, arranca uma palmeira do chão e improvisa uma canoa. Na última cena, o casal se perde na linha do horizonte, havendo a sugestão, bem dentro do universo nacionalista de Alencar, de que os dois seriam os fundadores da nação brasileira, com suas matrizes portuguesa e indígena.

Oscar D'Ambrosio, jornalista, mestre em artes pelo Instituto de Artes da Universidade Estadual Paulista (Unesp), é crítico de arte e integra a Associação Internacional de Críticos de Artes (Aica - Seção Brasil).

Geometria

A geometria estuda as formas e as dimensões das figuras geométricas.

Em geometria o ponto não possui dimensões, para representá-lo basta fazer uma marca no papel.

A reta é imaginada sem espessura, sem começo, nem fim e é ilimitada nos dois sentidos, como é possível representá-la no papel, geralmente representamos “parte” da reta.

O plano é imaginado sem fronteiras e, assim como a reta, não é possível representá-lo no papel, por isso representamos “parte” do plano.



Imaginemos um campo de futebol:


O piso do campo representa o plano: a.

A linha que divide cada metade do campo representa a reta: r.

O centro do campo represente o ponto: P.

Segmento da reta

Se considerarmos uma reta r e sobre ela marcarmos dois pontos, A e B, distintos, o conjunto de pontos formado pelo ponto A, e pelo ponto B, e por todos os pontos da reta que estão entre A e B é chamado segmento de reta AB.



• Os pontos A e B são as extremidades de segmento.

• A reta r é chamada reta suporte do segmento.

Para nomear o segmento, colocamos as letras das extremidades com um traço acima:
__
AB: segmento de reta cujas extremidades são os pontos A e B.

ATIVIDADES

1) Quantos segmentos de reta você encontra nas figuras a seguir:


a) 5
b) 7
c) 4





a) 5
b) 1
c) 3

Área de um Triângulo Eqüilátero

Colégio Estadual Dinah Gonçalves
email accbarroso@hotmail.com


O triângulo é considerado o polígono mais simples da geometria plana e o mais importante, levando em consideração as características de seu formato. Estruturas de sustentação são construídas no formato triangular, em razão da segurança obtida.
Observe a utilização de triângulos
na sustentação de telhados.
Por ser um polígono, o triângulo possui perímetro (soma das medidas dos lados) e área. No caso dos triângulos, a área é medida através da metade do produto da base pela altura, de acordo com a fórmula: , com b medida da base e h medida da altura. Existem três modelos de triângulos quanto à medida dos seus lados:
Escaleno: os lados possuem medidas diferentes.
Isósceles: possui dois de seus lados com medidas iguais.
Equilátero: possui todos os lados com mesma medida.
Nosso trabalho enfatizará a área de um triângulo equilátero. Observe o triângulo de vértices A, B e C com lados medindo a e altura h.

Nesse caso não sabemos a medida da altura, que deverá ser calculada através do Teorema de Pitágoras. Veja:

De acordo com a medida da altura h calculada, determinaremos a área do triângulo equilátero com base na seguinte fórmula:
Veja que a expressão determinada calcula a área de qualquer triângulo equilátero com base na medida de seu lado.

Exemplo 1
Determine a medida da área de uma região triangular equilátera, com lados medindo 12 metros de comprimento.
A região triangular possui área medindo 36√3 metros.

Exemplo 2
Qual a medida da lateral de um triângulo equilátero que possui área total medindo 100√3 cm²?

Marcos Noé

Cubismo Arte sob nova perspectiva

Entenda a lógica dos pintores cubistas. Para isso, um exercício rápido. Observe um objeto que está a sua frente, como o monitor do seu computador. Se você precisasse desenhá-lo mostrando todos os seus lados, inclusive a parte de trás e as laterais, como você faria?

Folha Imagem
"Natureza morta", de Georges Braque.
Observe agora o quadro de natureza morta ao lado. Aliás, para quem não sabe, natureza morta é um estilo de pintura muito recorrente na arte acadêmica do século 19. São aqueles quadros de vasos de flores, fruteiras, objetos inanimados em geral, muitas vezes sobre mesas. Pois agora, observe a imagem.

Você consegue identificar o que está sobre a mesa? E onde está a mesa? Qual é a proporção entre os objetos? Lembra-se do exercício de desenhar todos os ângulos de um objeto? O artista fez isso? É possível identificar? Esse quadro está imitando a realidade?

Isso é o cubismo
O movimento artístico que surgiu por volta de 1907 com Georges Braque e Pablo Picasso considerava a obra de arte um objeto real - ou seja, não apenas algo que imitava ou representava outra coisa. Com a geometrização das formas, foram abandonadas as noções tradicionais de perspectiva.

Os artistas cubistas procuravam novas maneiras de retratar o que viam. Influenciados por Cézanne, passaram a valorizar as formas geométricas e a retratar os objetos como se eles estivessem partidos. Todas as partes de um objeto eram representadas num único plano, como se o artista visse vários ângulos do objeto ao mesmo tempo.

Além da geometrização das formas e de abandonar a perspectiva, outras características importantes do cubismo são a perda do uso clássico de claro-escuro, a representação do volume colorido sobre superfícies planas o que faz o quadro passar a sensação de relevo, quase como uma escultura.

O cubismo teve duas fases: analítica e sintética.


Folha Imagem
"Mulher jovem", de Pablo Picasso.


Cubismo analítico

Nessa fase, os objetos e pessoas representadas quebram-se em muitas faces, decompõem-se. O artista procura a visão total da figura, examinando-a em todos os ângulos ao mesmo tempo. E devido à fragmentação excessiva dos objetos, tornou-se quase impossível a identificação das figuras.
As cores eram poucas. Pretos, cinza, tons de marrom e ocre, a pintura era feita com diversos tons da mesma cor.

Picasso e Braque são os pintores mais importantes desta fase.

Folha Imagem
"Composição com vaso azul", de Fernand Léger (1918).



Cubismo sintético
A fase seguinte buscou recuperar um pouco as formas "identificáveis", com cores mais fortes e composições mais decorativas. Deu preferência às formas arredondadas e menos angulosas.
Outra característica dessa fase do cubismo foi a utilização da colagem com a introdução de elementos no quadro, como letras, números, pedaços de jornal, vidros, madeira etc. Era uma alusão à presença real do objeto.

Juan Gris e Fernand Legér são os pintores mais importantes dessa fase.
*Valéria Peixoto de Alencar é historiadora formada pela USP e cursa o mestrado em Artes no Instituto de Artes da Unesp.

MDC

Para estudarmos o máximo divisor comum entre dois termos, precisamos saber o que é divisor de um número. Todo número natural possui divisores, isto é, se ao dividirmos um número A pelo número B e obtermos resto zero podemos afirmar que B é divisor de A. Por exemplo:

16 : 2 é igual a 8 e resto 0.
25 : 5 é igual a 5 e resto 0.

Podemos concluir que 2 e 5 são divisores de 16 e 25 respectivamente.

Exemplos de divisores de um número:

Divisores de:
32 = 1, 2, 4, 8, 16, 32
15 = 1, 3, 5, 15
45 = 1, 3, 5, 9, 15, 45

O MDC entre dois ou mais números é o maior divisor comum a eles.
Exemplos:

MDC(12,36)
Divisores de 12 = 1, 2, 3, 4, 6, 12
Divisores de 36 = 1, 2, 3, 4, 6, 9, 12, 18, 36
Podemos verificar que o maior divisor comum entre 12 e 36 é o próprio 12.

MDC(12,24,54)
Divisores de 18 = 1, 2, 3, 6, 9, 18
Divisores de 24 = 1, 2, 3, 4, 6, 8, 12, 24
Divisores de 54 = 1, 2, 3, 6, 18, 27, 54
O maior divisor comum a 12, 24 e 54 é o 6.


Processo prático para a obtenção do máximo divisor comum

MDC(12,36)

Os números destacados na fatoração estão dividindo os dois números ao mesmo tempo, então devemos realizar uma multiplicação entre eles para descobrirmos o máximo divisor comum.
2 x 2 x 3 = 12
MDC(12,36) = 12


MDC(70,90,120)

O máximo divisor comum a 70, 90 e 120 = 2 x 5 = 10
extraido de www.mundoeducacao.com.br

QUADRILÁTEROS


CONCEITO

QUADILÁTERO é um poligono de quatro lados.

No quadrilátero ao abaixo destacamos:















- Vértices: A, B, C, D
- Lados : AB, BC, CD e DA
- Ângulos internos : A, B, C, e D
- Lados opostos : AB e CD, AD e BC
- Ângulos opostos : A e C, B e D

Lembre-se de que um quadrilatero é convexo quando qualquer sgmento com extremeidades no quadrilatero está contido nele.
















Estudaremos apenas os quadriláteros convexos.

DIAGONAL

O segmento que une dois vértices não consecutivos é chamado diagonal.

















Na figura, AC e BD são diagonais.


EXERCÍCIOS

1) Observe o quadrilátero e responda:
















a) Quais são os lados ?
b) Quais são os vértices?
c) Quais são os ângulos internos?
d) Quais são as diagonais indicadas?

2) Considere o quadrilátero ABCD

















a) Nomeie os dois pares de lados oposto.
b) Nomeie os dois pares de ângulos opostos.

3)  Perímetro de um quadrilátero mede 41 cm . Quanto mede cada lado se as medidas são representadas por x, x + 2, 3x + 1  e  2x -4?


SOMA DOS ÂNGULOS INTERNOS DE UM QUADRILÁTERO

ABCD é um quadrilátero convexo e a diagonal AC o divide em dois triângulos

veja:



A soma dos ângulos internos dos dois triângulos é a soma dos ângulos internos do quadrilátero.

logo:

A soma dos ângulos internos de um quadrilatero é : 180° + 180° = 360°

EXERCICIOS

1) Calcule o valor de x nos quadrilateros;

2) Calcule o valor de x nos seguiontes quadrilateros:


3) Calcule o valor de x nos quadriláteros:


4) Calcule as medidas dos ângulos indicados com letras:


5) Calcule x na figura:






PARALELOGRAMOS

Paralelogramo é o quadrilatero que tem os lados opostos paralelos


tipos de paralelogramos

Retangulo - Possui quatro ângulos retos
Losango - Possui os quatro lados congruentes.
Quadrado - Possui os qutro lados congruentes e os quatro ângulos retos

note que:

- todo o quadrado é um losango
- todo quadro é um retângulo

TEOREMA

Os ângulos opostos de um paralelogramo são congruentes.

Prova:





Exercicios Resolvidos

1) Determine as medidas de x, y e z no paralelogramo abaixo:

Solução:

a) Pelo teorema anterior : x = 50°

b) y + 50° = 180°  ( os ângulos não opostos são suplementares)

----y = 180° - 50°
----y = 130°

c) Pelo teorema anterior: z = 130°


2) Calcule o valor de x no paralelogramo abaixo:


EXERCÍCIOS

1) Observe a figura e calcule as medidas de x,y,z e w







2) Baseado nos resultados do exercícios anteriores, responda:
Os ângulos opostos de um paralelogramo são congruentes?


3) Calcule os ângulos indicados nos paralelogramos seguintes:


4) Calcule o valor de x nos paralelogramos abaixo:

5) Calcule o valor de x nos paralelogramos abaixo:







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