sábado, 7 de dezembro de 2019

Lei da Biossegurança Os transgênicos e a pesquisa com células-tronco


Colégio Estadual Dinah Gonçalves
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Tanque, no Instituto Nacional do Câncer, armazena 150 amostras de sangue de cordão umbilical
Em 24 de março de 2005, o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, aprovou a lei de nº 11.105, ou Lei da Biossegurança, que revoga a lei anterior sobre o tema, de 1995. Estabelece também as normas de segurança e os mecanismos de fiscalização que envolvam os organismos geneticamente modificados (OGMs) e a utilização de células-tronco para fins de pesquisa e terapia.

Ao mesmo tempo, a lei criou também o Conselho Nacional de Biossegurança, formado por alguns ministros de Estado, como o da Justiça, o da Saúde e o do Meio Ambiente, bem como estabeleceu uma Comissão Técnica Nacional de Biossegurança, composta por cientistas, e ainda apresentou algumas disposições sobre a Política Nacional de Biossegurança.

Polêmicas da Lei de Biossegurança
Polêmica é o que não falta em torno dessa lei e por muitos motivos. Em primeiro lugar, sob o ponto de vista jurídico, questiona-se a diversidade dos temas a que ela se refere, todos tão abrangentes e abertos à discussão, que talvez merecessem leis específicas para a regulamentação de cada um deles.

Em segundo lugar, por seu próprio conteúdo, uma vez que Biossegurança é um termo de significado amplo, discutível e ainda não totalmente estabelecido. Vale até lembrar que ele ainda não consta de alguns importantes dicionários da língua portuguesa...

O que é biossegurança? Alguns estudiosos relacionam o conceito a questões sobre os organismos geneticamente modificados, radiações e substâncias tóxicas que provoquem alterações genéticas nos seres humanos, capazes de gerar doenças ou mal-formações em fetos. Outros entendem o termo de modo mais restrito, que se refere apenas aos organismos geneticamente modificados. Nesse sentido, consideram que a questão da utilização das células-tronco embrionárias não deveriam ser tratadas nessa lei.

Os alimentos transgênicos são seguros?
Independentemente do que seja a biossegurança, é importante ressaltar que as principais discussões travadas em torno do projeto da lei - enquanto ele ainda era debatida no Congresso nacional - tinham em vista os OGMs. Estes, também conhecidos como transgênicos, são principalmente produtos alimentícios - como a soja, por exemplo - que têm seus genes manipulados pela tecnologia, de modo a se tornarem mais resistentes a pragas ou variações climáticas e, ao mesmo tempo, mais lucrativos para aqueles que os produzem.

O problema é que não se sabe ao certo se a manipulação genética não produzirá também efeitos indesejáveis e nocivos para os animais ou seres humanos que consumirem os transgênicos. Grande parte dos cientistas, no Brasil e no mundo, garante que os OGMs são seguros para o consumo, enquanto as entidades ambientalistas questionam a validade dos estudos realizados, pois os seus prazos foram relativamente curtos.

A favor dos transgênicos, todavia, contou sobretudo o poder econômico, das grandes empresas multinacionais que detêm as patentes dos produtos e dos grandes agricultores que os plantam. Eles forçaram o governo a abrandar restrições e favorecer a sua comercialização, apesar dos esforços da própria ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, que é - ou era - radicalmente contrária aos OGMs.

Embriões e células-tronco
Mas os transgênicos dominaram os debates devido aos grandes interesses econômicos que eles envolvem de imediato. Por isso, uma outra questão igualmente polêmica - a da pesquisa com as células-tronco - acabou ficando em segundo plano. Isso não significa que o tema seja menos importante. Muito pelo contrário, ele diz respeito a questões fundamentais de medicina e saúde.

As células-tronco são uma espécie de curinga, ou células neutras, que ainda não têm características definidas, para diferenciá-las como uma célula da pele, ou de um músculo ou de um órgão, por exemplo. Nos últimos dez anos, as pesquisas científicas têm mostrado que a utilização terapêutica de células-tronco podem recompor tecidos danificados do corpo humano.

Assim, teoricamente, elas serviriam para tratar um enorme número de problemas, como alguns tipos de câncer, o mal de Parkinson e de Alzheimer, doenças cardíacas e degenerativas ou até mesmo permitir que pessoas que sofreram lesão na coluna voltem a andar.

Basicamente, existem dois tipos de células-tronco: 1) as extraídas de tecidos maduros de adultos e crianças, como a medula óssea e o cordão umbilical; e 2) as dos embriões, organismos imaturos que ainda não deixaram o ovo ou o útero materno. As células-tronco embrionárias são as que têm revelado maiores possibilidades de utilização medicinal, pois se mostram capazes de formar ou recompor qualquer tecido corporal.

Ciência e ética e bioética
Porém, para que se extraia esse tipo de célula-tronco, o embrião deve ser destruído, e isso esbarra na oposição de setores religiosos da sociedade e nos grupos contrários ao aborto, que consideram que a vida começa no momento da fecundação do óvulo - o que tornaria a destruição do embrião um atentado à vida, um crime semelhante ao assassinato.

Para contornar a controvérsia, a Lei da Biossegurança acabou permitindo, no seu artigo 5º, a utilização de células-tronco embrionárias, desde que produzidas pelo método de fertilização in vitro (o popular "bebê de proveta") e que os embriões sejam inviáveis, ou seja, não tenham a possibilidade de se desenvolver efetivamente. Além disso, as instituições que realizarem projetos nesse sentido deverão submeter seus projetos à apreciação e aprovação de comitês de ética em pesquisa.

De qualquer modo, toda a questão da biossegurança no Brasil continua em aberto, pois, até o momento, ainda não se concluiu a redação de um decreto que regulamente a Lei da Biossegurança, especificando os casos em que ela permite ou proíbe determinados projetos e pesquisas. Além disso, a Comissão Técnica Nacional de Biotecnologia, autorizada a analisar e aprovar projetos, foi desfeita. Desde então, 390 estudos estão impedidos de serem levados adiante.

Acentuação tônica Oxítona? Paroxítona? Proparoxítona?

Colégio Estadual Dinah Gonçalves
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A palavra "possível" tem três sílabas: pos-sí-vel. Ao lermos a palavra, colocamos maior força na sílaba "sí". Ou seja, acentuamos - no sentido de que a destacamos, enfatizamos, sonoramente - esta sílaba. Ela é, portanto, a sílaba tônica da palavra, pois é sobre ela que recai o acento da fala.

Já as duas outras sílabas "pos" e "vel" são chamadas de átonas, pois são pronunciadas com menor intensidade do que a tônica. Vamos ver outros exemplos, em que destacaremos as sílabas tônicas:


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Como você pôde ver nos seis exemplos apresentados, a sílaba tônica existe sempre, mas nem sempre ela é marcada pelo acento gráfico. Existem regras de acentuação gráfica, que estabelecem quando uma sílaba é ou não acentuada graficamente. Para entendê-las, você precisa saber que existe uma classificação das palavras de acordo com a posição da sílaba tônica.

Palavras com duas ou mais sílabas

Em Parati, a tônica é a última sílaba da palavra. Em qua-dro, é a penúltima. Em pás-sa-ro, é a antepenúltima. Pois bem:

1) As palavras cuja acentuação tônica recaem na última sílaba, chamam-se oxítonas.

Exemplos:

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2) As palavras que têm acentuação na penúltima sílaba, chamam-se paroxítonas e são as de maior número em língua portuguesa.

Exemplos:

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3) Finalmente, as palavras acentuadas na antepenúltima sílaba chamam-se proparoxítonas.

Exemplos:

Página 3


Monossílabos ou palavras com uma única sílaba

São muitas as palavras formadas por uma única sílaba, e elas também podem ser tônicas ou átonas, de acordo com a intensidade com que são pronunciadas em uma frase.

Pronunciado fracamente, o monossílabo átono, na prática, se junta à palavra que vem antes ou depois dele.

Exemplo: Esse é um problema de cada um de nós.

Note que os dois "de" quase são pronunciados como se fosse um "di" e forma uma espécie de sílaba átona da palavra anterior: "dicada" e "dinós" (as tônicas estão em negrito).

Na mesma frase, entretanto, encontramos monossílabos tônicos: "é" e "nós", cuja pronúncia é fortemente marcada.

Expressão Numérica

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Uma expressão numérica é como se alguém tivesse anotado, em uma única linha, de uma folha de caderno, alguns cálculos a serem efetuados.

Exemplo: 2 + 3 x 4 - 1 + 8

Fazer estes cálculos todo mundo sabe. Entretanto, o que muitas vezes nos faz errar estes cálculos, é a ordem em que se deve efetuar cada uma das contas da expressão numérica.

Portanto precisamos seguir a ordem certa, para o resultado ser correto.

Veja:

* Nas expressões numéricas que apresentam somente adições e subtrações, as operações são feitas na mesma ordem em que elas estão, ou seja, da esquerda para a direita.

Por exemplo:

15 + 7 + 12 -13 =
22 + 12 - 13 =
34 - 13 = 21

* Nas expressões numéricas efetuamos as multiplicações antes das adições.

Por exemplo:
28 + 7 + 15 x 3
= 28 + 7 +45
= 35 + 45
= 80

* Nas expressões numéricas efetuamos a divisão antes da subtração.

Por exemplo:
87 - 36 : 3 - 8
= 87 - 12 - 8
=75 - 8 = 67

* Nas expressões numéricas efetuamos a multiplicação e a divisão antes da adição e da subtração.

Agora vamos calcular a expressão citada no inicio deste capitulo:

2 + 3 x 4 - 1 + 8 x 2
= 2 + 12 – 1 + 4
=14 – 1 + 4
= 13 + 4 = 17

Para determinarmos uma expressão numérica que apareça potenciação, efetua-se primeiramente a potenciação, logo efetua-se as divisões e multiplicações, e por fim a subtração e adição.
Em uma expressão numérica a posição dos parênteses e dos colchetes alteram o resultado da expressão.

Veja:


a) 52 + 82 - 18 - 7 x 2
25 + 64 - 18- 7 x 2
25 + 64 - 18 - 14
89 - 18 - 14
71 - 14 = 57

b) (52 + 82 - 18 - 7) x 2
(25 + 64 - 18 - 7) x 2
(89 - 18 - 7) x 2
(71 - 7) x 2
64 x 2 = 128

Na expressão abaixo temos parênteses e colchetes. Para ficar mais fácil começamos pelas expressões que estão dentro destes sinais, a partir do mais interno, no caso de estar um dentro do outro.32 + 8 + [72 + (62 : 2) - 3]
9 + 8 + [49 + (36 : 2) - 3]
9 + 8 + [49 + 18 - 3]
9 + 8 + [67 - 3]
9 + 8 + 64
17 + 64 = 81
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O citoplasma

ESTRUTURAS CELULARES II
O citoplasma

O citoplasma é um espaço intra-celular preenchido por uma matriz semi-fluida (com consistência de gel), denominada hialoplasma, onde está "mergulhado" tudo que se encontra dentro da célula, como moléculas e organelas. O hialoplasma pode ter uma consistência de gel mais viscoso, denominado citogel ou uma consistência de gel mais líquido, denominado citosol.

É composto principalmente por água (80%), mas também contem íons, sais e moléculas grandes, como proteínas, carboidratos e o RNA.

Retículo endoplasmático

O retículo endoplasmático (RE) é um sistema de canais e canalículos formados por membranas, as quais possuem continuidade com o núcleo celular. Funcionam como "túneis" sinuosos dentro da célula. Está presente apenas nos seres eucariontes.

Existem dois tipos de retículo endoplasmático.

Tipos:

a) liso ou agranular – não possui ribossomos aderidos às suas superfícies;

b) rugoso ou granular ou ergatoplasma – possui ribossomos aderidos às suas superfícies.

Funções:

Rede de distribuição de substâncias – Algumas substâncias se deslocam dentro dos "túneis" do RE, mocendo-se dos seus locais de produção até seus locais de utilização, de foma que não se misturam com o hialoplasma.

Produção de lipídios – A produção de alguns lipídeos, como o colesterol e os fosfolipídeos é feita pelo retículo endolpasmático liso (REL).

Curiosidade:

O REL, que é muito abundante no fígado, também participa da degração (destruição) de substâncias tóxicas para a célula, como o álcool e certos medicamentos, principalmente antibióticos e substâncias anestésicas.

É interessante ainda citar que o aumento do consumo do álcool, e também de outras drogas, leva a uma maior proliferação do REL e isso provoca uma "adaptação" do organismo quanto a administração destas substâncias. Isso explica o porque dos consumidores de bebidas alcoólicas ficarem "acostumados" e necessitar de doses cada vez maiores para obter o efeito desejado desta droga. Um dos problemas provocados por esta proliferação exagerada do REL é que além de aumentar a tolerância ao ácool, se aumenta também a resistência à administração de antibióticos importantes no combate das doenças.

Produção de proteínas – Essa é uma das principais funções do retículo endoplasmático rugoso (RER), o qual recebeu este nome por apresentar uma grande quantidade de ribossomos aderidos a sua superfície. Os ribossomos são moléculas grandes que tem um papel muito importante na síntese de proteínas. Eles funcionam como o local no qual o RNA mensageiro se adere para ser lido e traduzido e, assim, funcionar como a base de produção das proteínas.

Observação
Ainda veremos com mais calma como ocorre a síntese de proteínas, mas cabe aqui a seguinte analogia:
Imaginem a célula como uma grande fábrica, que tem como um dos seus produtos principais as proteínas. No núcleo da célula, ou seja, na sala central, encontram-se "receitas", escritas na forma de DNA, que precisam primeiramente ser transcritas para uma outra "linguagem" chamada de RNA mensageiro. Os ribossomos e os outros "funcionários" desta linha de produção de proteínas não são capazes de ler a "língua" DNA, mas conhecem bem o RNA. Assim, o "livro de receitas", escrito agora na forma de "RNA mensageiro", pode ser lido e usado na produção das proteínas.

Complexo de Golgi

É uma organela presente nas células eucariontes formada por uma pilha de vesículas grandes e achatadas e outras menores e esféricas, que brotam a partir da primeira.



Biogênese – Origina-se a partir de elementos do retículo endoplasmático.

Funções – Armazenamento e secreção de substâncias, tais como os hormônios; síntese da lamela média nas células vegetais; origem dos lisossomos; formação do acrossomo do espermatozóide; centro de distribuição de moléculas para diversas partes da célula.
Outros nomes do complexo de Golgi: dicitiossomo, golgiossomo, aparelho de Golgi, complexo golgiense.

Centríolos

São feixes curtos formados de microtúbulos (filamentos proteícos encontrados no esqueleto da célula, ou seja, citoesqueleto). Estão ausentes nos procariontes e nas plantas com frutos (angiospermas). Normalmente, cada célula possui um par de centríolos.

É responsável pela produção de:

a) cílios;

b) flagelos;

c) fibras do fuso acromático.
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Regência Verbal

A regência estuda a relação existente entre os termos de uma oração ou entre as orações de um período.
A regência verbal estuda a relação de dependência que se estabelece entre os verbos e seus complementos. Na realidade o que estudamos na regência verbal é se o verbo é transitivo direto, transitivo indireto, transitivo direto e indireto ou intransitivo e qual a preposição relacionada com ele.
Verbos Transitivos Diretos
Verbos Transitivos Indiretos
Verbos Transitivos Diretos e Indiretos
Verbos Intransitivos

VERBOS TRANSITIVOS DIRETOS

São verbos que indicam que o sujeito pratica a ação, sofrida por outro elemento, denominado objeto direto.
Por essa razão, uma das maneiras mais fáceis de se analisar se um verbo é transitivo direto é passar a oração para a voz passiva, pois somente verbo transitivo direto admite tal transformação, além de obedecer, pagar e perdoar, que, mesmo não sendo VTD, admitem a passiva.

O objeto direto pode ser representado por um substantivo ou palavra substantivada, uma oração (oração subordinada substantiva objetiva direta) ou por um pronome oblíquo.
Os pronomes oblíquos átonos que funcionam como objeto direto são os seguintes: me, te, se, o, a, nos, vos, os, as.
Os pronomes oblíquos tônicos que funcionam como objeto direto são os seguintes: mim, ti, si, ele, ela, nós, vós, eles, elas. Como são pronomes oblíquos tônicos, só são usados com preposição, por isso se classificam como objeto direto preposicionado.
EU PROCURO UM GRANDE AMOR
VTD OD
Vamos à lista, então, dos mais importantes verbos transitivos diretos: Há verbos que surgirão em mais de uma lista, pois têm mais de um significado e mais de uma regência.
Aspirar será VTD, quando significar sorver, absorver.
Como é bom aspirar a brisa da tarde.

Visar será VTD, quando significar mirar ou dar visto.
O atirador visou o alvo, mas errou o tiro.

Agradar será VTD, quando significar acariciar ou contentar.
A garotinha ficou agradando o cachorrinho por horas.


Querer será VTD, quando significar desejar, ter a intenção ou vontade de, tencionar..
Sempre quis seu bem.
Quero que me digam quem é o culpado.


Chamar será VTD, quando significar convocar.
Chamei todos os sócios, para participarem da reunião.


Implicar será VTD, quando significar fazer supor, dar a entender; produzir como conseqüência, acarretar.
Os precedentes daquele juiz implicam grande honestidade.
Suas palavras implicam denúncia contra o deputado.


Desfrutar e Usufruir são VTD sempre.
Desfrutei os bens deixados por meu pai.
Pagam o preço do progresso aqueles que menos o desfrutam.


Namorar é sempre VTD. Só se usa a preposição com, para iniciar Adjunto Adverbial de Companhia. Esse verbo possui os significados de inspirar amor a, galantear, cortejar, apaixonar, seduzir, atrair, olhar com insistência e cobiça, cobiçar.
Joanilda namorava o filho do delegado.
O mendigo namorava a torta que estava sobre a mesa.
Eu estava namorando este cargo há anos.


Compartilhar é sempre VTD.
Berenice compartilhou o meu sofrimento.


Esquecer e Lembrar serão VTD, quando não forem pronominais, ou seja, caso não sejam usados com pronome, não serão usados também com preposição.
Esqueci que havíamos combinado sair.
Ela não lembrou o meu nome.


VERBOS TRANSITIVOS INDIRETOS

São verbos que se ligam ao complemento por meio de uma preposição. O complemento é denominado OBJETO INDIRETO.
O objeto indireto pode ser representado por um substantivo, ou palavra substantivada, uma oração (oração subordinada substantiva objetiva indireta) ou por um pronome oblíquo.
Os pronomes oblíquos átonos que funcionam como objeto indireto são os seguintes: me, te, se, lhe, nos, vos, lhes.
Os pronomes oblíquos tônicos que funcionam como objeto indireto são os seguintes: mim, ti, si, ele, ela, nós, vós, eles, elas.
EU GOSTO DE BEIJAR
VTI OI
Vamos à lista, então, dos mais importantes verbos transitivos indiretos: Há verbos que surgirão em mais de uma lista, pois têm mais de um significado e mais de uma regência.
VERBOS TRANSITIVOS INDIRETOS, COM A PREPOSIÇÃO. A:


Aspirar será VTI, com a prep. a, quando significar almejar, objetivar..
Aspiramos a uma vaga naquela universidade.


Visar será VTI, com a prep. a, quando significar almejar, objetivar.
Sempre visei a uma vida melhor.


Agradar será VTI, com a prep. a, quando significar ser agradável; satisfazer
. Para agradar ao pai, estudou com afinco o ano todo.


Querer será VTI, com a prep. a, quando significar estimar.
Quero aos meus amigos, como aos meus irmãos.


Assistir será VTI, com a prep. a, quando significar ver ou ter direito.
Gosto de assistir aos jogos do Santos.
Assiste ao trabalhador o descanso semanal remunerado.

Custar será VTI, com a prep. a, quando significar ser difícil. Nesse caso o verbo custar terá como sujeito aquilo que é difícil, nunca a pessoa, que será objeto indireto.

VERBOS TRANSITIVOS DIRETOS E INDIRETOS

São os verbos que possuem os dois complementos - OBJETO DIRETO E OBJETO INDIRETO.
CHAMEI À ATENÇÃO DO MENINO, POIS QUERIA LHE FALAR.
VTDI Objeto Direto Objeto indireto

Obs.: A expressão Chamar a atenção de alguém não significa repreender, e sim fazer se notado. Por exemplo: O cartaz chamava a atenção de todos que por ali passavam.

VERBOS INTRANSITIVOS
São os verbos que não necessitam de complementação. Sozinhos, indicam a ação ou o fato.
AS MARGARIDAS MORRERAM.
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Fração Algébrica Simplificação aula 1

Fonemas

Conceito de fonema

Fonemas são as entidades capazes de estabelecer distinção entre as palavras.
Exemplos: casa/capa, muro/mudo, dia/tia

A troca de um único fonema determina o surgimento de outra palavra ou um som sem sentido.O fonema se manifesta no som produzido e é registrado pela letra, é representado graficamente por ela. O fonema /z/, por exemplo, pode ser representado por várias letras: z (fazenda), x (exagerado), s (mesa).

Aparelho fonador

Os sons da fala são produzidos pelo aparelho fonador. O aparelho fonador é constituído de:

* pulmões
* brônquios e traquéia
* laringe
* glote
* cordas vocais
* faringe
* úvula
* boca e órgãos anexos
* fossas nasais


Classificação das vogais

1- Quanto à zona de articulação


A zona de articulação está relacionada com a região da boca onde as vogais são articuladas.

a- média é articulada com a língua abaixada, quase em repouso.Ex.: a (pasta)

b- anteriores são articuladas com a língua elevada em direção ao palato duro, próximo ao dentes.Ex.: é (pé ), ê (dedo ), i (botina )

c- posteriores são articuladas quando a língua se dirige ao palato mole.Ex.: ó (pó), ô (lobo), u ( resumo)

2- Quanto ao papel das cavidades bucal e nasal


A corrente de ar pode passar só pela boca ( orais) ou simultaneamente pela boca e fossas nasais ( nasais).

a- orais: (pata), (sapé), (veia), (vila), (sol), (aborto), (fluxo)

b- nasais: (fã), (tempo), (cinto), (sombrio), (fundo)

3- Quanto à intensidade

A intensidade está relacionada com a tonicidade da vogal.

a- tônicas: café, cama

b- átonas: massa, bote

4- Quanto ao timbre


O timbre está relacionado com a abertura da boca

a- abertas: (sapo), (neve), (bola)

b- fechadas: ê (mesa), ô (domador), i (bico), u (útero) e todas as nasais

c- reduzidas: são as vogais reduzidas no timbre já que são vogais átonas (orais ou nasais, finais ou internas). Exemplos: (cara, cantei)


Classificação das consoantes

As consoantes são classificadas de acordo com quatro critérios:

1-modo de articulação: é a forma pela qual as consoantes são articuladas.Quanto ao modo de articulação, as consoantes podem ser oclusivas ou constritivas.

a- Nas oclusivas existe um bloqueio total do ar.

b- Nas constritivas existe um bloqueio parcial do ar.

2-ponto de articulação: é o lugar onde a corrente de ar é articulada (lábios, dentes, palato. . .) De acordo com o ponto onde é articulada, as consoantes são classificadas em:

a- bilabiais- lábios + lábios.

b- labiodentais- lábios + dentes superiores.

c- linguodentais- língua + dentes superiores

d- alveolares- língua + alvéolos dos dentes.

e- palatais- dorso do língua + céu da boca

f- velares- parte superior da língua + palato mole

3-função das cordas vocais: se a cordas vocais vibrarem, a consoante será sonora; no caso contrário, a consoante será surda.
4-função das cavidades bucal e nasal: caso o ar saia somente pela boca, as consoantes serão orais; se sair também pelas fossas nasais, as consoantes serão nasais.


QUADRO DAS CONSOANTES

Consoantes
Papel das Cavidades Nasais
Orais
Nasais
Modo de Articulação
Oclusivas
Constritivas

Fricativas
Vibrantes
Laterais
Papel da cordas vocais
Surdas
Sonoras
Surdas
Sonoras
Sonoras
Sonora
Sonora
Ponto de articulação
bilabiais
p
b




m
labiodentais


f
v



linguodentais
t
d





alveolares


s
c
ç
s
z
r
rr
l
n
palatais


x
ch
g
j

lh
nh
velares
c q
(k)
g
(guê)




Dígrafos

É a união de duas letras representando um só fonema.Observe que no caso dos dígrafos não há correspondência direta entre o número de letras e o número de fonemas.

* Dígrafos que desempenham a função de consoantes: ch (chuva), lh (molho), nh(unha), rr(carro) e outros
* Dígrafos que desempenham a função de vogais nasais: am (campo), en (bento), om (tombo) e outros

Classificação dos fonemas

Os fonemas da língua portuguesa classificam-se em vogais, semivogais e consoantes.

Vogais: são fonemas pronunciados sem obstáculo à passagem de ar, chegando livremente ao exterior. Exemplos: pato, bota

Semivogais: são os fonemas que se juntam a uma vogal, formando com esta uma só sílaba: Exemplos: couro, baile. Observe que só os fonemas /i/ e /u/ átonos funcionam como semivogais. Para que não sejam confundidos com as vogais i e u serão representados por [y] e [w] e chamados respectivamente de iode e vau.

Consoantes: são fonemas produzidos mediante a resistência que os órgãos bucais (língua, dentes, lábios) opõem à passagem de ar. Exemplos: caderno, lâmpada.

Encontros vocálicos


Há três tipos de encontros vocálicos: ditongo, hiato e tritongo.

Ditongo: é a junção de uma vogal + uma semivogal (ditongo decrescente), ou vice-versa (ditongo crescente), na mesma sílaba. Ex.: noite (ditongo decrescente), quase (ditongo crescente).

Hiato: é junção de duas vogais pronunciadas separadamente formando sílabas distintas.
Ex.:saída, coelho


Tritongo: é a junção de semivogal + vogal + semivogal, formando uma só sílaba. Ex.: Paraguai, argüiu.

Encontros consonantais

Quando existe uma seqüência de duas ou mais consoantes em uma mesma palavra, denominamos essa seqüência de encontro consonantal.
O encontro pode acorrer:

* na mesma sílaba: cla-ri-da-de, fri-tu-ra, am-plo.
* em sílabas diferentes: af-ta, com-pul-só-rio
Autoria: Rui Marin Daher

Análise morfossintática Como achar o substantivo?

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Para começo de conversa, conforme afirma Sautchuk (2004, p. XIV), não se pode separar o conhecimento morfológico do sintático. Pois, segundo este entendimento, "o primeiro propicia muito mais segurança na determinação das funções sintáticas dos termos da oração: a base ou a natureza morfológica de um sintagma (constituinte imediato das orações) determina ou autoriza sua função sintática".

Ademais, existe um princípio linguístico universal que afirma "nada na língua funciona sozinho". (idem)

Por isso, é de fundamental importância reconhecermos a natureza morfológica das palavras, para entendermos quais funções sintáticas elas poderão assumir numa frase. Ilustrando tais afirmações, observe o seguinte enunciado:

A lua brilhava intensamente naquela noite fria de inverno.

Se partirmos para a análise morfossintática dessa oração, perceberemos que tudo está ligado. E a melhor maneira de encontrarmos os elementos morfológicos essenciais, que determinarão a função sintática de cada termo da frase (e encontrar o substantivo é essencial para a análise), é relacioná-los com os elementos da própria frase. Vejamos:

Se quisermos descobrir qual a natureza morfológica da palavra lua, basta observarmos qual palavra a antecede ou poderia antecedê-la. Nesse caso, é o artigo "A", que desempenha o papel de determinante da palavra "lua". Logo, a palavra lua é um substantivo.

Pois isto reflete um uso já consagrado por qualquer falante nativo do português, independemente de sua classe social ou de seu lugar de origem. Deste modo, só é substantivo, em português, a palavra que se deixa anteceder por determinantes.

Até onde sabemos, nenhum falante da língua portuguesa diria: Lua a brilhava... ou seja, nenhum falante colocaria o artigo "a" depois do substantivo "lua".

Todavia, alguém poderia se perguntar: e o que são determinantes? Como o próprio nome já diz, determinantes são palavras, fáceis de se memorizar, que identificam a referência de um substantivo por meio da situação espaço-temporal ou para delimitar seu número.

É por isso que reconhecemos como determinantes simples a classe fechada dos artigos, tanto os definidos, quanto os indefinidos (a, o, as, os, um, uma, uns, umas), os pronomes possessivos (meu, minha, teu, tua, nosso, vosso, dele, dela, seu, sua), os pronomes demonstrativos (esse, essa, aquele, aquela, aquilo etc), e os numerais cardinais e ordinais (um, dois, três etc) (primeiro, segundo, terceiro etc).

Por este critério, para termos certeza de que a palavra "lua" morfologicamente é um substantivo, bastaria fazermos a permuta por outros determinantes, dentre os que vimos acima:

Reprodução

Recapitulando teríamos: todo substantivo deixa-se anteceder por determinantes.

Referência bibliográfica


SAUTCHUK, Inez. "Prática de Morfossintaxe: como e por que aprender análise (morfo)sintática". Barueri, São Paulo, Manole, 2004.

Problemas com Equação de 2º grau Aula1

Multiplicação de Números Racionais aula 2

Sistema de equação

Gráfico de uma equação de 1º grau com duas variáveis
Sabemos que uma equação do 1º grau com duas variáveis possui infinitas soluções.
Cada uma dessas soluções pode ser representada por um par ordenado (x, y).
Dispondo de dois pares ordenados de uma equação, podemos representá-los graficamente num plano cartesiano, determinando, através da reta que os une, o conjunto das soluções dessa equação. Exemplo:
• Construir um gráfico da equação x + y = 4.
Inicialmente, escolhemos dois pares ordenados que solucionem essa equação.
1º par: A (4, 0)
2º par: B (0, 4)
A seguir, representamos esses pontos num plano cartesiano.
x y
4 0
0 4


Finalmente, unimos os pontos A e B, determinando a reta r, que contém todos os pontos soluções da equação.


A reta r é chamada reta suporte do gráfico da equação.

Sistemas de Equações
Considere o seguinte problema:
Pipoca, em sua última partida, acertou x arremessos de 2 pontos e y arremessos de 3 pontos. Ele acertou 25 arremessos e marcou 55 pontos. Quantos arremessos de 3 pontos ele acertou?
Podemos traduzir essa situação através de duas equações, a saber:
x + y = 25 (total de arremessos certo)
2x + 3y = 55 (total de pontos obtidos)

Essas equações contêm um sistema de equações.
Costuma-se indicar o sistema usando chave.

O par ordenado (20, 5), que torna ambas as sentenças verdadeiras, é chamado solução do sistema. Um sistema de duas equações com duas variáveis possui uma única solução.

Resolução de Sistemas

A resolução de um sistema de duas equações com duas variáveis consiste em determinar um par ordenado que torne verdadeiras, ao mesmo tempo, essas equações.
Estudaremos a seguir alguns métodos:

Método de substituição


Solução
• Determinamos o valor de x na 1ª equação.
x = 4 - y
• Substituímos esse valor na 2ª equação.
2 . (4 - y) -3y = 3
• Resolvemos a equação formada.
8 - 2y -3y = 3
8 - 2y -3y = 3
-5y = -5 => Multiplicamos por -1
5y = 5

y = 1
• Substituímos o valor encontrado de y, em qualquer das equações, determinando x.
x + 1 = 4
x = 4 - 1
x = 3
• A solução do sistema é o par ordenado (3, 1).
V = {(3, 1)}
Método da adição
Sendo U = , observe a solução de cada um dos sistemas a seguir, pelo método da adição.
Resolva o sistema abaixo:

Solução
• Adicionamos membros a membros as equações:

2x = 16

x = 8

• Substituímos o valor encontrado de x, em qualquer das equações, determinado y:
8 + y = 10
y = 10 - 8
y = 2
A solução do sistema é o par ordenado (8, 2)
V = {(8, 2)}
Antonio Carlos Carneiro Barroso
HTTP://ensinodematemtica.blogspot.com
Extraído do somatematica

EXPRESSÕES NUMÉRICAS COM ADIÇÃO E SUBTRAÇÃO

Colégio Estadual Dinah Gonçalves
email accbarroso@hotmail.com        


1) As operações de adição e de subtração são efetuadas na ordem em que aparecem

Exemplos

a) 7-3+1-2=
=4+1-2=
=5-2=
=3

B) 15-1-2+5=
=14-2+5=
=12+5=
=17

2) Existem expressões onde aparecem os sinais de associação e que devem ser eliminados nesta ordem

1º) parênteses ( )
2º) colchetes [ ]
3º) Chaves { }

exemplos

a) 74+{10-[5-(6-4)+1]}=
=74+{10-[5-2+1]}=
=74+{10-[3+1]}=
=74+{10-4}=
=74+6=
=80


EXERCÍCIOS

1) Calcule o valor das expressões

a) 10-1+8-4= (R:13)
b) 12-8+9-3= (R:10)
c) 25-1-4-7= (R:13)
d) 45-18+3+1-2= (R:29)
e) 75-10-8+5-1= (R:61)
f) 10+5-6-3-3+1= (R:4)


2) Efetue as operações

a) 237+98 = (R:335)
b) 648+2334 = (R: 2982)
c) 4040+404 = (R: 4444)
d) 4620+1398+27 = (R: 6045)
e) 3712+8109+105+79 = (R:12005)
f) 256-84 = (R: 172 )
g) 2711-348 = (R: 2363)
h) 1768-999 = (R: 769)
i) 5043-2584 = (R: 2459)
j) 8742-6193 = (R: 2549)

3) Calcule o valor das expressões

a) 30-(5+3) = (R: 22)
b) 15+(8+2) = (R: 25)
c) 15-(10-1-3) = (R: 9)
d) 23-(2+8)-7 = (R: 6 )
e) (10+5)-(1+6) = (R: 8)
f) 7-(8-3)+1= (R: 3 )


4) Calcule o valor das expressões

a) 25-[10+(7-4)] = (R:12)
b) 32+[10-(9-4)+8] = (R:45)
c) 45-[12-4+(2+1)] = (R:34)
d) 70-{20-[10-(5-1)]} = (R:56)
e) 28+{13-[6-(4+1)+2]-1} = (R:37)
f) 53-{20-[30-(15-1+6)+2]} = (R:45)
g) 62-{16-[7-(6-4)+1]} = (R:52)
h) 20-{8+[3+(8-5)-1]+6} = (R:1)
i) 15+{25-[2-(8-6)]+2} = (R:42)
j) 56-[3+(8-2)+(51-10)-(7-2)] = (R:11)
l){42+[(45-19)-(18-3)+1]-(28-15)-1} = (R:)

5) Calcule o valor da expressões

a) 7-(1+3)= (R:3)
b) 9-(5-1+2)= (R:3)
c) 10-(2+5)+4= (R:7)
d) (13-7)+8-1= (R:13)
e) 15-(3+2)-6= (R:4)
f) (10-4)-(9-8)+3= (R:8)
g) 50-[37-(15-8)]= (R:20)
h) 28+[50-(24-2)-10]= (R:46)
i) 20+[13+(10-6)+4]= (R:41)
j) 52-{12+[15-(8-4)]}= (R:29)

6)Calcule o valor das expressões:

a) 25 + { 12 + [ 2 – ( 8 – 6 ) + 2 ]} = (R:39)
b) { [ ( 18 – 3 ) + ( 7 + 5) – 2 ] + 5 } – 12 = (R:18)
c) 65 – { 30 – [ 20 – ( 10 – 1 + 6) + 1 ]} = (R: 41)
d)45 + { 15 – [ ( 10 – 8 ) + ( 7 – 4) – 3 ] – 4 } = (R:54)
e) 40 + { 50 – [35 – ( 25 +5) – 1 ]} + 7 = (R:93)
f)38 – { 20 – [ 22 – ( 5 + 3) + ( 7 – 4 +1)]} = ( R:36)
g) 26 + { 12 – [ ( 30 – 18) + ( 4 – 1) – 6 ] – 1 } = (R:28)

7) Calcule o valor das expressões

a) 10 - 5 - 2 + 3 = (R: 6)
b) 10 - ( 5 + 2) + 3 = (R:6)
c) ( 10 - 5) - ( 2 + 3) = ( R: 0)
d) 10 - ( 5 - 2 + 3) = ( R: 4)
e) ( 17 + 9 ) - 8 - ( 11 + 4) = (R: 3)
f) 86 + ( 31 - 16 + 60 ) - ( 200 - 70 - 50 ) = ( R: 81)
g) ( 79 + 21 - 84) + ( 63 - 41 + 17 ) - 26 = ( R: 29)

8) Calcule o valor das expressões:

a) 10 – 1 + 8 – 4 = (R 13)
b) 12 – 8 + 9 – 3 = (R: 10)
c) 25 – 1 – 4 – 7 = ( R: 13)
d) 30 – ( 5 + 3 ) = ( R: 22)
e) 15 + ( 8 + 2 ) = (R: 25)
f) 25 – ( 10 – 1 – 3 ) = (R: 19)
g) 45 – 18 + 3 + 1 – 2 = ( R: 29)
h) 75 – 10 – 8 + 5 – 1 = (R: 61)
i) 10 + 5 – 6 – 3 – 3 + 1 = (R: 4)
j) 23 – ( 2 + 8 ) – 7 = (R: 6)
k) ( 10 + 5 ) – ( 1 + 6 ) = ( R: 8)
l) 7 – ( 8 – 3 ) + 1 = (R: 3)
m) 25 – [ 10 + ( 7 – 4 ) ] = (R: 12)
n)32+ [ 10 – ( 9 – 4 ) + 8 ] =- (R: 45)
o) 45 – [ 12 – 4 + ( 2 + 1 )] = (R: 34)
p) 70 – { 20 – [ 10 – ( 5 – 1 ) ]} = (R: 56)
q) 28 + { 13 – [ 6 – ( 4 + 1 ) + 2 ] – 1 } = ( R: 37)
r) 53 – { 20 – [ 30 – ( 15 – 1 + 6 ) + 2 ]} = (R: 45)
s) 62 – { 16 – [ 7 – ( 6 – 4 ) + 1 ]} = (R: 52)
t) 20 – { 8 + [ 3 + ( 8 – 5 ) – 1 ] + 6} = (R: 1)
u) 15 + { 25 – [ 2 – ( 8 – 6 )] + 2 } = ( R: 42)
v) 56 – [ 3 + ( 8 – 2 ) + ( 51 – 10 ) – ( 7 – 2 )] = (R: 1)
w) { 42 + [ (45 – 19) – ( 18 – 3 ) + 1 – (28 – 15 ) ]} = (R: 41)
x) 7 – ( 1 + 3 ) = (R: 3)
y) 9 – ( 5 – 1 + 2 ) = (R: 3)
z) 10 – ( 2 + 5 ) + 4 = (R: 7)

Filo Nematoda



Enterobius vermicularis: causador da oxiurose

Os nematoides são vermes de simetria bilateral, com corpo bastante alongado, forma cilíndrica e extremidade final afilada. Este é revestido por epiderme e, acima dela, por uma cutícula. Sob esta primeira, encontram-se fibras musculares longitudinais e, em razão da disposição destas, estes animais se locomovem por meio de movimentos ondulatórios.

Podem ser parasitas, causando no homem doenças como a filariose, ascaridíase, ancilostomose, bicho-geográfico, tricocefalose e oxiurose. Entretanto, a maioria desses indivíduos é de vida livre, podem ser encontrados em ambientes aquáticos ou terrestres.

São triblásticos e, diferentemente dos platelmintos, possuem pseudoceloma. Este se situa entre a cavidade corporal propriamente dita e o tubo digestório. Como não possuem sistema circulatório nem respiratório, a distribuição e excreção de substâncias acontecem com o auxílio deste celoma primitivo, que também atua como um esqueleto hidrostático.

Possuem sistema digestório completo e o sistema nervoso consiste em cordões nervosos longitudinais. A liberação de substâncias nocivas se dá por um poro genital ou bucal. Respiram por difusão (respiração cutânea).

A maioria dos nematelmintos é dioica, com dimorfismo sexual: a fêmea é maior, e possui ânus; o macho possui extremidade em forma de gancho e cloaca. A fecundação é geralmente interna, mas indivíduos podem surgir por partenogênese.

Por Mariana Araguaia
Graduada em Biologia
Equipe Brasil Escola