quinta-feira, 9 de janeiro de 2020

TRIÂNGULOS


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Conceito: Triângulo é um polígono de três lados

















Na figura acima:
= Os pontos A, B e C são vértices do triângulo.
= Os segmentos AB, BC e CA são os lados do triângulo.
= Os ângulos A, B e C são ângulos internos do triângulo

ÂNGULOS EXTERNO

Angulo externo é o ângulo suplementar do ângulo interno
















PERÍMETRO

O perímetro de um  triângulo é igual à soma das medidas dos seus lados .

Perímetro ABC = AB + AC + BC



CLASSIFICAÇÃO DOS TRIÂNGULOS 


Quanto aos lados os trângulos se classificam em:

Equilátero quando tem os três lados congruentes.
Isósceles quando tem dois lados congruentes
Escaleno quando não temlados congruentes
















Quanto aos ângulos os triângulos se classificam em: 

Acutângulo quando te três ângulos agudos 
Retângulo quando tem um ângulo reto.
Obtusângulo quando tem um angulo obtuso
















Em um triângulo retângulo os lados que formam o ângulo reto chamam-secatetos e o lado oposto ao ângulo reto chama-se hipotenusa.

















EXERCÍCIOS

1) Observe o triângulo retangulo e responda:
















a) Quais são os vértices?
b) Quais são os lados?
c) Quais são os ângulos?

2) O perimetro de um triângulo é 25 cm. Dois lados medem respectivamente 7,8 cm e 8,2 cm.  Calcule a medida do terceiro lado?

3) Determine o comprimento do lado BC, sabendo que o perímewtro do triângulo ABC é 48 cm.
















4) O perímetro do triângulo ´34 cm . Determine o comprimento do menor lado.
















5) Classifique o triângulo de acordo com as medidas dos lados.
















6) Classifique o triângulo de acordo com as medidas dos ângulos ;
















7) Observe a figura e responda:
















a) Que nome recebe o lado BC?

b) Que nome recebem os lados AB e AC?


CONDIÇÕES DE EXISTÊNCIA DE UM TRIÂNGULO


Em qualquer triângulo, cada lado é menor que a soma dos outros dois lados 

Exemplo
















Vamos comparar a medida de cada lado com a soma das medidas dos outros dois 
assim:















Para vferificar a citada propriedade, procure construir um triângulo com as seguintes medidas 7 cm, 4 cm e 2 cm .















È impossivel, não? Logo não existe o triângulo cujos lados, medem 7cm, 4cm e 2cm.

EXERCÍCIOS 

1) Existe ou não um triângulo com lados medindo:

a) 10 cm , 8cm e 7cm?
b) 8cm, 4cm e 3 cm ?
c) 2cm, 4 cm e 6 cm?
d) 3 cm, 4 cm e 5 cm?
e) 3 cm, 5 cm e 6 cm?
f) 4 cm, 10 cm e 5cm?

2) Dois Lados de um triângulo isósceles medem 38 cm e 15 cm. Qual poderá ser a medida do terceiro lado?


ELEMENTOS NOTÁVEIS DE UM TRIÂNGULO

,= Mediana de um triângulo é o segmento que une um vértice ao ponto médio do lado oposto.
















Todo triângulo tem três medianas que se encontram em um ponto chamadobaricentro

Biossetriz de um triângulo é o segmento da bissetriz de um ângulo interno que tem por extremidades o vértice desse ângulo e o ponto de encontro com o lado oposto.


Todo triângulo tem três bissetrizes que se encontram em um ponto interior chamado incentro.

Altura de um triângulo é o segmento de perpendicular traçada de um vértice ao lado oposto ou ao seu prolongamento


Todo o trângulo tem três alturas que se encontram em um ponto chamado ortocentro


SOMA DAS MEDIDAS DOS ANGULOS INTERNOS DE UM TRIÂNGULO

Observe os triângulos e as medidas dos ângulos internos















vamos à demonstração desse teorema.

TEOREMA

Em qualquer triângulo, a soma das medidas dos ângulos internos é igual a 180° 

Prova


EXERCÍCIOS RESOLVIDOS

1) Calcular x no triângulo abaixo:



2) Calcule x no triângulo abaixo:


3) Calcule x no triângulo abaixo:


EXERCÍCIOS

1) Quanto vale a soma dos ângulos internos de um triângulo?

2) Copie e complete o quandro, sendo A,B e C ângulos internos de um triângulo.


3) Determine x em cada um dos triângulos








4) Determine x em cada um dos triângulos:













5) Determine a medida dos ângulos x, y e z.






TEOREMA DO ÂNGULO EXTERNO

Em qualquer triângulo, a medida de um ângulo externo é igual à soma das medidas dos ângulos internos não-adjacentes.

Prova:

consideremos um triângulo ABC. vamos provar que m(ê) = m(Â) + m (B) 




Exemplos

Calcule o valor de x no triângulo abaixo:


EXERCÍCIOS

1) Determine a medida do ângulo externo indicado em cada triângulo:










2) Calcule o valor de x nos triângulos dados:






3) Calcule o valor de x nos triângulos dados:




4) Calcule o valor de x nos triângulos dados:


















5) Calcule o valor de x:






6) Calcule w e y :


7) Calcule x:


CONCRÊNCIA DE TRIÂNGULOS


Intuitivamente, dois triângulos ABC e RST são congruentes se for possivel transportar um deles sobre o outro, de modo que eles coincidam.


Definição

Dois triângulos são chamados congruentes quando os lados e os angulos correspondentes são congruentes.

logo:



CASOS DE  CONGRUÊNCIA

O estudo dos casos de congruência de dois triângulos tem por finalidade estabelecer o menor número de condições para que dois triângulos sejam congruêntes.

1º CAS0 : L. L. L. ( lado, lado, lado)

Dois triângulos que têm os três lados respectivamente congruentes são congruentes.



2º CASO L. A. L. (lado, ângulo,  lado)

Dois treângulos que têm dois lados e o ângulo por eles formados respectivamente congruentes são con gruentes.


3º CASO A. L. A. ( ângulo, lado , ângulo)

Dois triângulos que tem um lado e dois ângulos adjacentes a esse lado respectivamente congruentes são congruentes.

4º CASO : L. A. A° ( lado , ângulo, ângulo oposto)

Dois trângulos que têm um lado, um ângulo adjacente e um ângulo oposto a esse lado respectivamente congruentes são congruentes.



EXERCÍCIOS

1) Cite, em cada item, o caso de congruência dos triângulos.












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Nova Classificação das Angiospermas


Colégio Estadual Dinah Gonçalves
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Magnólia – Exemplo de uma dicotiledônea basal

A Biologia, assim como as demais ciências, está em constante evolução. Dessa forma, termos comuns e já bem conhecidos estão sofrendo grandes modificações, como é o caso da classificação das plantas angiospermas em monocotiledôneas e dicotiledôneas.

Vamos revisar o que era estudado anteriormente e entender o porquê dessa mudança.

Tradicionalmente, estudávamos que as angiospermas eram divididas em dois grandes grupos: o das monocotiledôneas e o das dicotiledôneas.

Até então o número de cotilédones nas sementes era avaliado como critério para se classificar as monocotiledôneas e as dicotiledôneas. Sendo que as monocotiledôneas apresentavam apenas um cotilédone por semente, enquanto que as dicotiledôneas apresentariam dois cotilédones por semente.

Lembrando que cotilédone são modificações foliares embrionárias que armazenam substâncias nutritivas para os estágios iniciais da germinação.

Vamos agora conhecer algumas modificações.

As mudanças se basearam no fato de o sistema anterior não estar de acordo com a história evolutiva do grupo das angiospermas (Magnoliophyta), uma vez que havia dicotiledôneas que compartilhavam mais características comuns com as monocotiledôneas do que com outras dicotiledôneas, principalmente em relação à estrutura do pólen.

Quanto ao grupo das monocotiledôneas, não haveria modificações, permanecendo a classificação antiga. Temos como exemplos para o grupo das monocotiledôneas a banana, o arroz, o coco. Todos apresentam apenas um cotilédone e possuem raiz fasciculada, folhas com nervuras paralelas, dentre outras características.

Assim, dentro do antigo grupo das angiospermas estavam incluídas espécies distintas, pertencentes a grupos evolutivamente diferentes e que a partir da nova classificação estão separados em eudicotiledôneas e dicotiledôneas basais.

No grupo das dicotiledôneas basais estão inclusas as plantas que apresentam traços bastante primitivos, sendo que essas poderiam ser consideradas remanescentes das que deram origem às monocotiledôneas e às eudicotiledôneas. Apresentam como fator de classificação o fato de possuírem pólen uniaperturado ou monosulcado (semelhante às monocotiledôneas). Apenas 3% das angiospermas atuais são classificadas como dicotiledôneas basais e temos como exemplo para esse grupo as magnólias.

Finalizando, temos o grupo das eudicotiledôneas, que, como o prefixo eu já afirma, se constituem das angiospermas que verdadeiramente seriam dicotiledôneas, apresentando como principal característica monofilética a presença de pólen triaperturado e outras variações deste. Exemplos de plantas presentes nesse novo grupo são a uva e a castanheira.

As eudicotiledôneas e as monocotiledôneas representam atualmente 97% das angiospermas.

Por Fabrício Alves Ferreira
Graduado em Biologia
Equipe Mundo Educação

Os Folhetos Germinativos


Colégio Estadual Dinah Gonçalves
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Origem e diferenciação dos tecidos e órgãos.
O folheto germinativo é o tecido embrionário que origina os diversos tecidos e órgãos de um animal adulto. Com exceção dos poríferos, sem folhetos, portanto não havendo diferenciação tecidual, e dos cnidários com dois folhetos germinativos (diblásticos ou diploblásticos), todos os demais grupos de animais apresentam três folhetos germinativos (triblásticos ou triploblásticos).

Diblásticos → ectoderma e endoderma
Triblásticos → ectoderma, mesoderma e endoderma

Assim como os cordados, os três tipos de folhetos embrionários: ectoderma, mesoderma e endoderma, surgem simultaneamente durante o processo de gastrulação (fase de gástrula), inicialmente formado por duas camadas de células: externamente o ectoderma e internamente o mesentoderma. Essa última camada origina em seguida o mesoderma e o endoderma.

Os destinos finais (organogênese) desses folhetos germinativos, na formação dos tecidos e órgão humanos, são:

Ectoderma:
- Epiderme e anexos cutâneos (pêlos e glândulas mucosas);
- Todas as estruturas do sistema nervoso (encéfalo, nervos, gânglios nervosos e medula espinhal);
- epitélio de revestimento das cavidades nasais, bucal e anal.

Mesoderma:
- Forma a camada interna da pele (derme).
- Músculos lisos e esqueléticos;
- Sistema circulatório (coração, vasos sangüíneos, tecido linfático, tecido conjuntivo);
- Sistema esquelético (ossos e cartilagem);
- Sistema excretor e reprodutor (órgãos genitais, rins, uretra, bexiga e gônadas).

Endoderma:
- Epitélio de revestimento e glândulas do trato digestivo, com exceção da cavidade oral e anal;
- Sistema respiratório (pulmão);
- Fígado e pâncreas.
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Sistema de equação de 1º grau método gráfico aula 3

EQUAÇÃO DE 1º GRAU

quarta-feira, 8 de janeiro de 2020

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Calculando a conta de luz

Como entender a conta

Para saber se a potência cobrada na conta foi realmente utilizada, precisamos descobrir qual a potência dos aparelhos instalados na casa e seu tempo de funcionamento.

Energia cobrada e potência instalada

A primeira dúvida que temos ao olhar a conta de luz é: como ter certeza de que ela está correta? Para descobrir isso, devemos saber qual potência foi utilizada no cálculo da conta. Depois, comparar com a potência instalada em casa e o tempo de utilização de cada equipamento. Vamos usar como exemplo uma conta que mostre o consumo mensal de 287 kWh.

Verifique a potência dos aparelhos
A potência dos aparelhos elétricos vem especificada no manual. Desde 1993, os equipamentos elétricos que apresentam os melhores índices de eficiência energética em suas categorias recebem o Selo Procel de Economia de Energia. Veja os aparelhos que já receberam esse selo no site da Procel (Programa Nacional de Conservação de Energia Elétrica), além de algumas dicas para economizar energia.
Potência utilizada no cálculo da conta:

E = P . t (kW . h) - (potência vezes o tempo de utilização)
287 kWh = P . (30 dias . 24 horas). Não se esqueça de que a conta é medida de 30 em 30 dias
Pútil = 0,40 kW

Potência instalada na casa:

Em uma estimativa, podemos verificar o número de equipamentos e os possíveis tempos de utilização:



Potência instalada


Energia gasta no mês
7 lâmpadas de 60 W cada uma, ligadas durante 3h por dia, 30 dias por mês.

37,9 kWh
2 TVs de 50 W cada uma, ligadas durante 3h por dia, 30 dias por mês

9,0 kWh
1 geladeira de 300 W, ligada 12h por dia, 30 dias por mês

108 kWh
1 chuveiro de 4.000 W, ligado 1h por dia, 30 dias por mês

120kWh
1 computador de 70 W, ligado 4h por dia, 30 dias por mês

8,4kWh
1 aparelho de som de 30 W, ligado 4h por dia, 30 dias por mês

3,6 kWh
Total

286,8 kWh



A partir daí, temos:

286,8 kWh = P . (30 dias . 24 horas)

Logo, a potência instalada será:

Pinst. = 0,398 kW, em 24 horas, durante 30 dias

Ao compararmos a potência utilizada para o cálculo da conta e a potência efetivamente instalada na residência, percebemos que os valores são semelhantes. Portanto, a conta de luz está correta.

Fique ligado!
Na época do racionamento, em 2001, estavam livres de multas ou cotas de redução quem consumisse menos de 100 kWh por mês. Veja como esse consumo é experimentalmente impossível: Geladeiras de até 300 litros possuem potência mínima de 300 W (0,3 kW). Para funcionarem, os motores desses aparelhos ficam ligados 12 horas por dia, totalizando 360h por mês. Nesse caso, temos: Energia = Potência . tempo Energia = 0,3 kW . 360h Energia = 108 kWh Total que já ultrapassou o limite mínimo estipulado.

JOGO CONTIG 60

Colégio Estadual Dinah Gonçalves
email accbarroso@hotmail.com

JOGO CONTIG 60.

Este jogo foi desenvolvido pelo norte-americano John C. Del Regato, que levou muitos anos para conseguir dar a ele o formato atual, tanto em relação ao tabuleiro quanto às regras.


Material necessário para a confecção do jogo:


Tabuleiro


25 fichas de uma cor


25 fichas de cor diferente


3 dados

Confeccionei o tabuleiro com papel impresso e papel cartão, depois foi plastificado.


Objetivo do jogo:

Para ganhar o jogo o jogador deverá:

* Ter o número de pontos necessários, definidos inicialmente (30 ou 40 pontos) ou

* Ser o primeiro a identificar cinco fichas de mesma cor em linha reta (horizontal, vertical ou diagonal)

As regras do jogo:

1 - Adversários jogam alternadamente. Na sua vez, cada jogador joga os três dados e constrói uma sentença numérica usando os números indicados pelos dados e uma ou duas operações diferentes. Por exemplo, com os números 2, 3 e 4 o jogador poderá construir (2+3) x 4 = 20. O jogador, neste caso, cobriria o espaço marcado 20 com uma ficha de sua cor. Só é permitido utilizar as quatro operações básicas.

2 - Se um jogador passar sua jogada, por acreditar que não é possível fazer uma sentença numérica com os valores sorteados nos dados, o adversário terá uma opção a tomar: se achar que seria possível fazer uma sentença com os dados jogados pelo colega, poderá fazer a sentença numérica antes de fazer sua própria jogada. Ele ganhará, neste caso, O DOBRO DOS NÚMEROS DE PONTOS, e em seguida poderá fazer sua própria jogada.

3 - O jogo termina quando o jogador conseguiu atingir o número de pontos definidos no início do jogo ou colocar 5 fichas de mesma cor em linha reta sem nenhuma ficha do adversário intervindo. Relembrando, essa linha poderá ser horizontal, vertical ou diagonal.

Contagem dos pontos:

Um ponto é ganho por colocar uma ficha num espaço desocupado que seja vizinho a um espaço com uma ficha de qualquer cor (horizontalmente, verticalmente ou diagonalmente). Colocando-se uma marcador num espaço vizinho a mais de um espaço ocupado, mais pontos poderão ser obtidos. A cor das fichas nos espaços ocupados não faz diferença. Os pontos obtidos numa jogada são somados para o jogador. Um exemplo: Suponhamos que uma partida tenha sido iniciada pelo jogador A que possuí a ficha vermelha colocada na casa 37. Ao jogar seus dados, o segundo jogador, que possuí a ficha azul, tirou 3, 3 e 4 e fez os seguintes cálculos 3 x 3 x 4 = 36. Isso lhe possibilitou conseguir um ponto. O jogador A, jogando os dados tirou os números 5, 6 e 1 e fez 5 + 1 + 6 = 12. Colocando sua ficha vermelha na casa 12, este conseguiu marcar dois pontos.

O jogo é muito interessante, mas exige muito raciocínio. Vale a pena testar!
Extraido de http://cantinholuluzinha.blogspot.com/

Célula

Professor de Matemática e Biologia Antônio Carlos Carneiro Barroso
Colégio Estadual Dinah Gonçalves
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A maioria das células são tão pequenas, que é necessário juntar milhares para cobrir a área de um centímetro quadrado. As unidades de medida são o macrômetro (µm), o nanômetro (nm) e o angstron (Å).

Células - rins, pele e fígado (30 µm em média); hemácias (entre 5 µm e 7µm).

Óvulo - 0,1 mm.

Biologia Celular

O termo célula (do grego kytos = cela; do latim cella = espaço vazio), foi usado pela primeira vez por Robert Hooke (em 1655) para descrever suas investigações sobre a constituição da cortiça analisada através de lentes de aumento. A teoria celular, porém, só foi formulada em 1839 por Schleiden e Schwann, onde concluíram que todo ser vivo é constituído por unidades fundamentais: as células. Assim, desenvolveu-se a citologia (ciência que estuda as células), importante ramo da Biologia. As células provêm de outras preexistentes. As reações metabólicas do organismo ocorrem nas células.

Componentes químicos da célula

Água - 70% do volume celular é composto por água, que dissolve e transporta materiais na célula e participa de inúmeras reações bioquímicas.
Sais minerais - São reguladores químicos.

Carboidratos - Compostos orgânicos formados por carbono, hidrogênio e oxigênio. Exemplos: monossacarídeos (glicose e frutose); dissacarídeos (sacarose, lactose e maltose); polissacarídeos (amido, glicogênio e celulose). Que tem a função de fornecer energia através das oxidações e participação em algumas estruturas celulares.

Lipídios - Compostos formados por carbono, hidrogênio e oxigênio; insolúveis em água e solúveis em éter, acetona e clorofórmio. Exemplos: lipídios simples (óleos, gorduras e cera) e lipídios complexos (fosfolipídios). Tem participação celular e fornecimento de energia através da oxidação.

Proteínas - Compostos formados por carbono, hidrogênio, oxigênio e nitrogênio, que constituem polipeptídios (cadeias de aminoácidos). Exemplo: Albumina, globulina, hemoglobina etc. Sua função é na participação da estrutura celular, na defesa (anticorpos), no transporte de íons e moléculas e na catalisação de reações químicas.

Ácidos Nucléicos - Compostos constituídos por cadeias de nucleotídeos; cada nucleotídeo é formado por uma base nitrogenada (adenina, guanina, citosina, timina e uracila), um açúcar (ribose e desoxirribose) e um ácido fosfórico.

Ácido Desoxirribonucléico (DNA) - Molécula em forma de hélice formada por duas cadeias complementares de nucleotídeos. O DNA é responsável pela transmissão hereditária das características.

Ácido Ribonucléico (RNA) - Molécula formada por cadeia simples de nucleotídeos. O RNA controla a síntese de proteínas.

Trifosfato de Adenosina (ATP) - Tipo especial de nucleotídeo, formado por adenina, ribose e três fosfatos. Tem a função de armazenar energia nas ligações fosfato.

Membrana Celular

A membrana celular é semipermeável e seletiva; transporta materiais passiva ou ativamente.

Transporte Passivo - Difusão no sentido dos gradientes de concentração, sem gasto de energia. Como no transporte de glicose.

Transporte Ativo - Movimentação contra gradientes de concentração, com gasto de energia. Exemplo: bomba de sódio, que concentra K+ mais dentro que fora da célula e Na+ mais fora que dentro.

Transporte Facilitado - Proteínas transportadoras ou permeases modificam a permeabilidade da membrana; ocorre tanto passiva quanto ativamente.

Célula Animal

célula animal

Citoplasma Fundamental

Hialoplasma - colóide com 85% de água e proteínas solúveis e insolúveis (microfilamentos e microtúbulos); reversão de gel para sol e vice-versa.

Retículo Endoplasmático (RE)
Sistema de endomembranas que delimitam canais e vesículas.
RE rugoso - retículo endoplasmático associado a ribossomos; local de síntese de proteínas; também denominado RE granular.
RE liso - retículo endoplasmático sem ribossomos; local de síntese de lipídios e de carboidratos complexos; também denominado RE agranular.

Ribossomos
Grânulos de 15 a 25 nm de diâmetro, formados por duas subunidades; associam-se ao RE ou encontram-se livres no hialoplasma; são constituídos por proteínas e RNA ribossômico; ligam-se ao RNA mensageiro formando polirribossomos. Tem a função de síntese de proteínas.

Complexo de Golgi
Sistema de bolsas achatadas e empilhadas, de onde destacam-se as vesículas; pequenos conjuntos que são denominados dictiossomos. Armazenam substâncias produzidas pela célula.

Lisossomos
São pequenas vesículas que contêm enzimas digestivas; destacam-se do complexo de Golgi e juntam-se aos vacúolos digestivos. Fazem a digestão intracelular; em alguns casos, extracelular.

Peroxissomos
São pequenas vesículas que contêm peroxidase. Tem a função de decomposição de peróxido de hidrogênio (H2O2), subproduto de reações bioquímicas, altamente tóxico para a célula.

Vacúolos
São cavidades limitadas por membrana lipoprotéica. Os vacúolos podem ser digestivos, autofágicos ou pulsáteis.
Vacúolo Digestivo - As partículas englobadas são atacadas pelas enzimas lisossômicas, formando um fagossomo.
Vacúolo Autofágico - Digere partes da própria célula.
Vacúolo Pulsátil - Controla o excesso de água da célula; comum nos protozoários de água doce.

Centríolos ou Diplossomos
Organelas constituídas por dois cilindros perpendiculares um ao outro; cada cilindro é formado por nove trincas de microtúbulos; ausentes nas células dos vegetais superiores. Tem a função de orientação do processo de divisão celular.

Cílios e Flagelos
São expansões filiformes da superfície da célula; os cílios são curtos e geralmente numerosos; os flagelos são longos e em pequeno número. São formados por nove pares periféricos de microtúbulos e um par central; o corpúsculo basal, inserido no citoplasma, é idêntico aos centríolos. Tem a função de movimentação da célula ou do meio líquido.

Mitocôndrias
São organelas ovóides ou em bastonete, formadas por uma dupla membrana lipoprotéica e uma matriz. A membrana externa é contínua e a interna forma as cristas mitocondriais. Nestas, prendem-se as partículas mitocondriais, constituídas por enzimas respiratórias: NAD, FAD e citocromos. Possuem DNA, sintetizam proteínas específicas e se auto-reproduzem. Produz energia na célula, sob forma de ATP.

O que é a respiração celular?
A respiração celular é a obtenção de energia pela oxidação de moléculas orgânicas, principalmente glicose.
Equação geral da respiração:

C6H12O6 + 6O2 » 6CO2 + 6H2O + energia
glicose + oxigênio -> gás carbônico + água + energia

Autoria: Alexandra Queiros Rodrigues

Adição, subtração e multiplicação de Polinômios


Dados dois polinômios f(x) e g(x).

Sendo f(x) = anxn + an-1xn-1 + … a2x2 + a1x + a0 e g(x) = bnxn + bn-1xn-1 + … b2x2 + b1x + b0

Adição

Para fazermos f(x) + g(x) deveremos ter como resposta:

f(x) + g(x) = (an + bn )xn + (an-1 + bn-1 )xn-1 + … (a2 + b2 )x2 + (a1 + b1 )x + (a0 + b0)

Exemplo: Sendo A(x) = 3x3 + 5x2 – 3x + 4, e B(x) = 4x3 – 2x2 + 5

A(x) + B(x) = 7x3 + 3x2 – 3x + 9

Subtração

Para fazermos f(x) – g(x) deveremos ter como resposta:

f(x) – g(x) = (an – bn )xn + (an-1 – bn-1 )xn-1 + … (a2 – b2 )x2 + (a1 – b1 )x + (a0 – b0)

Exemplo: Sendo P(x) = 3x3 + 5x2 – 3x + 4, e Q(x) = 4x3 – 2x2 + 2x + 5

P(x) – Q(x) = –x3 + 7x2 – 5x – 1

Multiplicação:

Para fazermos f(x).g(x) deveremos ter como resposta:

f(x).g(x) = (anbn )xn+m +… (a2b0 + a1b1 + a0b2 )x2 + (a0b1 + a1b0 )x + (a0b0)

Exemplo: Sendo A(x) = 3x3 + 5x2 – 3x , e B(x) = 4x3 – 2x2 + 5

A(x).B(x) = 12x6 – 6x5 +15x3 + 20x5 – 10x4 + 25x2 – 12x4 + 6x3 – 15x =

= 12x6 +14 x5 –22x4 + 21x3 + 25x2 – 15x
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Relações Métricas Referentes à Circunferência

A circunferência possui algumas importantes relações métricas envolvendo segmentos internos, secantes e tangentes. Através dessas relações obtemos as medidas procuradas.

Cruzamento entre duas cordas

O cruzamento de duas cordas na circunferência gera segmentos proporcionais, e a multiplicação entre as medidas das duas partes de uma corda é igual à multiplicação das medidas das duas partes da outra corda. Observe:
AP * PC = BP * PD

Exemplo 1
x * 6 = 24 * 8
6x = 192
x = 192/6
x = 32


Dois segmentos secantes partindo de um mesmo ponto

Em qualquer circunferência, quando traçamos dois segmentos secantes, partindo de um mesmo ponto, a multiplicação da medida de um deles pela medida de sua parte externa é igual à multiplicação da medida do outro segmento pela medida de sua parte externa. Observe:

RP * RQ = RT * RS

Exemplo 2
x * (42 + x) = 10 * (30 + 10)
x2 + 42x = 400
x2 + 42x – 400 = 0

Aplicando a forma resolutiva de uma equação do 2º grau:



Os resultados obtidos são x’ = 8 e x’’ = – 50. Como estamos trabalhando com medidas, devemos considerar somente o valor positivo x = 8.


Segmento secante e segmento tangente partindo de um mesmo ponto

Nesse caso, o quadrado da medida do segmento tangente é igual à multiplicação da medida do segmento secante pela medida de sua parte externa.
(PQ)2 = PS * PR

Exemplo 3
x2 = 6 * (18 + 6)
x2 = 6 * 24
x2 = 144
√x2 = √144
x = 12
Marcos Noé

Sistema de Equação de 1º grau

Colégio Estadual Dinah Gonçalves
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Sistema de equação de 1º grau método da adição

Avançando com o resto

OBJETIVO: Chegar em primeiro lugar ao espaço com a palavra FIM.
MATERIAL: Tabuleiro abaixo e 1 dado de 6 faces.
REGRAS:
1. Duas equipes jogam alternadamente. Cada equipe movimenta a sua ficha colocada, inicialmente, na casa de número 39.
2. Cada equipe, na sua vez, joga o dado e faz uma divisão onde:
    - o dividendo é o número da casa onde sua ficha está;
    - o divisor é o número de pontos obtidos no dado.
3. Em seguida, calcula o resultado da divisão e movimenta sua ficha o número de casas igual ao resto da divisão.
4. A equipe que, na sua vez, efetuar um cálculo errado perde sua vez de jogar.
5. Cada equipe deverá obter um resto que faça chegar exatamente à casa marcada FIM sem ultrapassá-la, mas se isso não for possível, ela perde a vez de jogar e fica no mesmo lugar.
6. Vence a equipe que chegar primeiro ao espaço com a palavra FIM.
Fonte: Borim, Julia - Jogos e Resolução de problemas: Uma estratégia para as aulas de Matemática – IME-USP, 1996.
http://www.ibilce.unesp.br/

Pronomes de Tratamento

Quando nos dirigimos às pessoas do nosso convívio diário utilizamos uma linguagem mais informal, mais íntima. Ao passo que, se formos nos dirigir a alguém que possui um prestígio social mais alto ou um grau hierárquico mais elevado, necessariamente temos que utilizar uma linguagem mais formal. Lembrando que isto prevalece tanto para a escrita quanto para a fala.

Para isto, podemos usufruir de um completo aparato no que se refere às normas gramaticais e à maneira correta de como e onde utilizá-las. E fazendo parte deste aparato, estão os pronomes, os quais pertencem às dez classes gramaticais e possuem a função de acompanhar ou substituir o nome, ou seja, o próprio substantivo, relacionando-o à pessoa do discurso.

De acordo com a classificação, os mesmos classificam-se em: pronomes pessoais, possessivos, demonstrativos, indefinidos, interrogativos e relativos.
Em se tratando dos pronomes pessoais, eles se subdividem em: retos, oblíquos e de tratamento.

Especificamente, iremos conhecer um pouco mais sobre os pronomes de tratamento. É importante lembrarmos que eles representam a forma pela qual nos atribuímos às pessoas, como já foi dito anteriormente. São eles:
Pronomes de tratamento Abreviatura
Singular
Abreviatura
Plural
Usados para:
Você V. VV. Pessoas familiares, íntimas
Senhor, Senhora Sr., Sr.ª Srs., Srª.s Pessoas com as quais mantemos um certo distanciamento mais respeitoso
Vossa Senhoria V. S.ª V. Sª.s Pessoas com um grau de prestígio maior. Usualmente, os empregamos em textos escritos, como: correspondências, ofícios, requerimentos, etc.
Vossa Excelência V. Ex.ª V. Ex.ªs Usados para pessoas com alta autoridade, como: Presidente da República, Senadores, Deputados, Embaixadores, etc.
Vossa Eminência V. Em.ª V. Em.ªs Usados para Cardeais.
Vossa Alteza V. A. V V. A A. Príncipes e duques.
Vossa Santidade V.S. - Para o Papa.
Vossa Reverendíssima V. Rev.mª V. Rev.mªs Sacerdotes e Religiosos em geral.
Vossa Paternidade V. P. VV. PP. Superiores de Ordens Religiosas.
Vossa Magnificência V. Mag.ª V. Mag.ªs Reitores de Universidades
Vossa Majestade V. M. V V. M M. Reis e Rainhas.

Observação importante:
# O pronome de tratamento concorda com o verbo na 3ª pessoa. Por exemplo: Vossa Senhoria está feliz.

#Quando se referir à 3ª pessoa, o pronome de tratamento é precedido de sua:
Sua Majestade, a rainha da Inglaterra, chega hoje ao Brasil.
Por Vânia Duarte
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