articulador 1

quarta-feira, 18 de setembro de 2019

Acentos Diferenciais


As únicas palavras que recebem acento para serem diferenciadas de outras São as seguintes:

às = carta de baralho, piloto de Avia. O às é a carta mais valiosa no pôquer.

às = contração da preposição a com o artigo ou pronome a. Obedecer às regras.

as = artigo, pronome oblíquo átono ou pronome demonstrativo. As garotas aprovadas São as que está na sala ao lado. Ligue-as.

com, com a = 2ª e 3ª Pessoas do singular do presente do indicativo do verbo coar. Eu coo, tu com, ele Côa.

com, com a = contração da preposição com com o artigo a ou as. Ele nao se encontrou com as garotas.

pára = verbo parar na terceira Pessoa do singular do presente do indicativo - Ele Não pára de

conversar - ou na segunda Pessoa do singular do imperativo Afirmativo - para com Issos!

para = preposição. Estude, para seu próprio bem.

péla, pelas = bola de borracha, jôgo da péla; sobre descascar (tirar a pele) na segunda e na terceira
Pessoas do singular do presente do indicativo. Eu cabelo, seu Pela, ele péla.

Pela, pelas = preposição per mas artigo ou pronome. Ele fugiu Pela porta da diretoria.

cabelo = verbo descascar. Eu cabelo, seu Pela, ele péla.

Cabelo, cabelo = cabelo, penugem. Arrancou-lhe os pêlos do braço.

cabelo, pêlos = preposição per mas artigo ou pronome. Ele fugiu pêlos fundos.

pêra = preposição antiga (o mesmo que para).

pêra = fruto da pereira. Comi UMA pêra no almoço. Observe que pêra só Ele tem acento no singular.

pode = terceira Pessoa do singular do presente do indicativo do verbo poder. Hoje ele pode.

Pode = terceira Pessoa do singular do Pretérito Perfeito do Indicativo do verbo poder. Ontem ele pode.
frango, frango = as extremidades de UM eixo; espécie de jôgo. Foi campeão de pólo aquático.

frango, frango = espécie de ave. Matei Dois pelos ontem.

por = preposição.

Por = verbo. Menino, vá por umha blusa, antes de sair por aí.
www.algosobre.com.br

Desafios

Os cinco marinheiros

Você é o comandante de um navio. Cinco marinheiros colocam-se a sua frente para receber suas ordens. Tente nomeá-los, da esquerda para a direita, de acordo com as informações:
- Anderson está entre Jorge e Cláudio;
- Humberto está à esquerda de Claúdio;
- Jorge não está ao lado de Humberto;
- Humberto não está ao lado de Rafael.

Dica: Observe que a sua esquerda não é a esquerda dos marinheiros.

Resposta:
A sequência correta é:
Rafael, Jorge, Anderson, Cláudio e Humberto.
fonte:http://www.matematiques.com.br

Equações logarítmicas

Existem quatro tipos básicos de equações logarítmicas. Iremos resolver um exemplo de cada tipo.

Tipo 1. Equação que envolve a igualdade entre dois logaritmos de mesma base.

A solução é dada fazendo x = y > 0
Exemplo: Resolva a equação


Solução: temos que
2x + 4 = 3x + 1
2x – 3x = 1 – 4
– x = – 3
x = 3
Portanto, S = { 3 }

Tipo 2. Equação que envolve a igualdade entre um logaritmo e um número.

A solução é dada por x = ac.

Exemplo: Encontre a solução da equação

Solução: Pela definição de logaritmo temos:

5x + 2 = 33
5x + 2 = 27
5x = 27 – 2
5x = 25
x = 5

Portanto S = {5}.

Tipo 3. Equação que é necessário fazer uma mudança de incógnita.
Exemplo: Resolva a equação

Solução: Vamos fazer a seguinte mudança de incógnita

Substituindo na equação inicial, ficaremos com:

Tipo 4. Equações que utilizam as propriedades do logaritmo ou de mudança de base.

Exemplo: Resolva a equação


Solução: usando as propriedades do logaritmo, podemos reescrever a equação acima da seguinte forma:

Note que para isso utilizamos as seguintes propriedades:

Vamos retornar à equação:

Como ficamos com uma igualdade entre dois logaritmos, segue que:
(2x +3)(x + 2) = x2
ou
2x2 + 4x + 3x + 6 = x2
2x2 – x2 + 7x + 6 = 0
x2 + 7x + 6 = 0


x = -1 ou x = - 6

Lembre-se que para o logaritmo existir o logaritmando e a base devem ser positivos.
Com os valores encontrados para x, o logaritmando ficará negativo. Sendo assim, a equação não tem solução ou S = ø.
Por Marcelo Rigonatto

Logaritmos

Colégio Estadual Dinah Gonçalves
email accbarroso@hotmail.com        
        



Os logaritmos foram criados no intuito de facilitar os cálculos envolvendo números muito grandes ou muito pequenos. Os logaritmos reduzem esses números a algumas bases, a mais utilizada é a base decimal. As propriedades operatórias dos logaritmos possuem o objetivo de transformar multiplicações em somas, divisões em subtrações, potenciações em multiplicações e radiciações em divisões. Essas transformações facilitam os cálculos mais extensos.

Logaritmo de um produto

Considerando a, b e c números reais positivos e a ≠ 1, temos a seguinte propriedade:

loga(b*c) = logab + logac

Exemplo 1

Dados log2 = 0,301 e log3 = 0,477, determine o log12.

log12 → log12 = log(2 * 2 * 3) → log12 = log2 + log2 + log3 → log12 = 0,301 + 0,301 + 0,477 → log 12 = 1,079

Exemplo 2

Determine o valor de log2(8*32).

log2(8*32) = log28 + log232 = 3 + 5 = 8


Logaritmo de um quociente

Considerando a, b e c números reais positivos e a ≠ 1, temos a seguinte propriedade:

loga(b/c) = logab – logac

Exemplo 3

Sabendo que log30 = 1,477 e log5 = 0,699, determine log6.

log6 = (30/5) = log30 – log5 = 1,477 – 0,699 = 0,778

Exemplo 4

log3(6561/81) = log36561 – log381 = 8 – 4 = 5


Logaritmo de uma potência

Considerando a e b números reais positivos, com a ≠ 1, e m um número real, temos a seguinte propriedade:

logabm = m * logab

Exemplo 5

Sabendo que log 2 = 0,3010, calcule o valor de log 64.

log 64 = log 26 = 6 * log 2 = 6 * 0,3010 = 1,806


Exemplo 6

Dado log 2x = 2,4 e log 2 = 0,3, calcule x.

log 2x = 2,4 → x*log 2 = 2,4 → x * 0,3 = 2,4 → x = 2,4/0,3 → x = 8


Mudança de base

Para passarmos logab, com a e b positivos e a ≠ 1, para a base c, com c > 0 e c ≠ 1, utilizamos a seguinte expressão:

logab = logcb/ logca, com logca ≠ 0


Exemplo 7

Passando log49 para a base 2.

log49 = log29 / log24 = log29 / 2


Exemplo 8

Sabendo que log 4 = 0,60 e log 5 = 0,70, calcule log54.

log54 = log4 / log5 = 0,60 / 0,70 → log54 = 0,86


Os logaritmos criados por John Napier e Jobst Burgi, e posteriormente adaptados por Henry Briggs, possuem a seguinte lei de formação:

logab = x, onde:

a = base do logaritmo
b = logaritmando
x = logaritmo

O logaritmo de um número b em uma base a é o expoente x que se deve aplicar à base a para se ter o número b. Dessa forma:

logab = x ↔ ax = b

Exemplos:

log39 ↔ 32 = 9
log10100 ↔ 102 = 100
log216 ↔ 24 = 16
log981 ↔ 92 = 81

A partir dessa definição podemos apresentar algumas definições que auxiliarão no desenvolvimento de algumas situações envolvendo logaritmo. Veja:

O logaritmo do número 1 em qualquer base sempre será igual a 0.

loga1 = 0, pois a0 = 1

O logaritmo de qualquer número a na própria base a será igual a 1.

logaa = 1, pois a1 = a

O logaritmo de uma potência da base é o expoente, em qualquer base.

logaam = m, pois m * logaa = m * 1 = m

A potência de base a e expoente logab é igual a b.

alogab = b, pois logab = x → ax = b

Dois logaritmos são iguais, quando seus logaritmandos forem iguais.

logab = logac ↔ b = c



Exemplos

Aplicar a definição de logaritmo para calcular o valor de x em cada caso:

a) log327 = x → 3x = 27 → x = 3

b) log81x = 3/4 → x = 813/4 → x = (34)3/4 → x = 312/4 → x = 33 → x = 27

c) log4√2 = x → 4x = √2 → 22x = √2 → 22x = 21/2 → 2x = 1/2 → x = 1/4

d) logx8 = 2 → x2 = 8 → √x = √8 → x = 2√2

e) log4(2x – 1) = 1/2 → 2x – 1 = 41/2 → 2x – 1 = √4 → 2x – 1 = 2 → 2x = 3 → x = 3/2

f) log1818 = x → 18x = 18 → x = 1

g) logx1024 = 2 → x2 = 1024 → √x² = √1024 → x = 32

h) log40,25 = x → 4x = 0,25 → 4x = 25/100 → 4x = 1/4 → 4x = 4–1 → x = –1

i) 16log25 = (24)log25 = (2log25)4 = 54 = 625

j) log0,01 = x → 10x = 0,01 → 10x = 1/100 → 10x = 10–2 → x = –2
Os logaritmos possuem várias aplicações na Matemática e em diversas áreas do conhecimento, como Física, Biologia, Química, Medicina, Geografia entre outras. Iremos através de exemplos demonstrar a utilização das técnicas de logaritmos na busca de resultados para as variadas situações em questão.

Exemplo 1 – Matemática Financeira

Uma pessoa aplicou a importância de R$ 500,00 numa instituição bancária que paga juros mensais de 3,5%, no regime de juros compostos. Quanto tempo após a aplicação o montante será de R$ 3 500,00?

Resolução:
Nos casos envolvendo a determinação do tempo e juros compostos, a utilização das técnicas de logaritmos é imprescindível.

Fórmula para o cálculo dos juros compostos: M = C * (1 + i)t. De acordo com a situação problema, temos:

M (montante) = 3500
C (capital) = 500
i (taxa) = 3,5% = 0,035
t = ?

M = C * (1 + i)t
3500 = 500 * (1 + 0,035)t
3500/500 = 1,035t
1,035t = 7

Aplicando logaritmo

log 1,035t = log 7
t * log 1,035 = log 7 (utilize tecla log da calculadora científica )
t * 0,0149 = 0,8451
t = 0,8451 / 0,0149
t = 56,7

O montante de R$ 3 500,00 será originado após 56 meses de aplicação.


Exemplo 2 – Geografia

Em uma determinada cidade, a taxa de crescimento populacional é de 3% ao ano, aproximadamente. Em quantos anos a população desta cidade irá dobrar, se a taxa de crescimento continuar a mesma?

População do ano-base = P0
População após um ano = P0 * (1,03) = P1
População após dois anos = P0 * (1,03)2= P2

População após x anos = P0 * (1,03)x = Px

Vamos supor que a população dobrará em relação ao ano-base após x anos, sendo assim, temos:

Px = 2*P0
P0 * (1,03)x = 2 * P0
1,03x = 2

Aplicando logaritmo

log 1,03x = log 2
x * log 1,03 = log2
x * 0,0128 = 0,3010
x = 0,3010 / 0,0128
x = 23,5

A população dobrará em aproximadamente 23,5 anos.


Exemplo 3 – Química

Determine o tempo que leva para que 1000 g de certa substância radioativa, que se desintegra a taxa de 2% ao ano, se reduza a 200 g. Utilize a seguinte expressão:
Q = Q0 * e–rt, em que Q é a massa da substância, r é a taxa e t é o tempo em anos.

Q = Q0 * e–rt
200 = 1000 * e–0,02t
200/1000 = e–0,02t
1/5 = e–0,02t (aplicando definição)
–0,02t = loge1/5
–0,02t = loge5–1
–0,02t = –loge5
–0,02t = –ln5 x(–1)
0,02t = ln5
t = ln5 / 0,02
t = 1,6094 / 0,02
t = 80,47

A substância levará 80,47 anos para se reduzir a 200 g.
fonte www.mundoeducacao.com.br

Abertura da Parábola

Colégio Estadual Dinah Gonçalves
email accbarroso@hotmail.com
         

Abertura da Parábola

Marcos Noé




Parábola
A função que possui a lei de formação f(x) = ax² + bx + c, é considerada do 2º grau e possui como gráfico representativo uma parábola. Ao construirmos o gráfico de uma função com essas características, temos que de acordo com a lei de formação a parábola assume concavidade voltada para cima quando o coeficiente a é maior que zero e concavidade voltada para baixo quando o coeficiente a é menor que zero.


Uma característica dependente do valor do coeficiente a, está ligado à abertura da parábola. À medida que o valor absoluto do coeficiente do termo x² aumenta de valor a abertura fecha e à medida que diminui a abertura se torna maior.
As parábolas a seguir representam as seguintes funções:

Concavidade voltada para cima
y = 9x²
y = 8x²
y = 4x²
y = 2x²
y = x²
y = 0,5x²




Concavidade voltada para baixo
y =- 9x²
y = -8x²
y = -4x²
y = -2x²
y = -x²
y = -0,5x²

Função cosseno

Conjuntos Autor Antonio carlos Carneiro Barroso

Números decimais Operações autor Antonio Carlos

Determinantes

Polígonos regulares inscritos

Trapezio

Adição e subtração de fração

terça-feira, 17 de setembro de 2019

Taxa Nominal e Taxa Real de Juros

Um dos elementos principais em Matemática Financeira são as taxas de juros que correspondem à taxa de remuneração do capital no determinado tempo. As taxas de juros são classificadas de formas diferentes de acordo com o tipo de avaliação percentual que está sendo feita. Enfatizaremos nosso estudo nas taxas nominais e taxas reais.
A taxa nominal de juros é usada para demonstrar os efeitos da inflação no período analisado, tendo por base os fundos financeiros (empréstimos). Por exemplo, vamos supor que um empréstimo no valor de R$ 5 000,00 seja pago ao final de seis meses com o valor monetário de R$ 7 000,00. O cálculo da taxa nominal de juros será feita da seguinte forma: juros pagos / valor nominal do empréstimo.

Juros 7 000 – 5 000 = 2 000

Taxa nominal de juros 2 000 / 5 000 = 0,4 → 40%

Portanto, a taxa nominal de juros de um empréstimo de R$ 5 000,00 que teve como quitação o valor de R$ 7 000, teve uma taxa nominal de juros de 40%.


No caso da taxa real de juros, o efeito inflacionário não existe, por isso ela tende a ser menor que a taxa nominal. Isso ocorre porque ela é formada através da correção da taxa efetiva pela taxa de inflação do período da operação. A taxa real pode ser calculada pela seguinte expressão matemática: (1 + in) = (1 + r) * (1 + j), onde:

in = taxa de juros nominal
j = taxa de inflação do período
r = taxa real de juros


Podemos notar que se a taxa de inflação for nula (igual a 0) as taxas de juros nominal e real serão coincidentes.

Acompanhe o exemplo:
Um banco, ao realizar um empréstimo, oferece taxas pré-estabelecidas, emprestando R$ 10 000,00 receberá, no prazo máximo de um ano, o valor de R$ 13 000,00. Se a inflação do período foi de 3%. Determine a taxa real de juros do empréstimo?

Calculando a taxa nominal de juros 13 000 – 10 000 = 3 000
3 000 / 10 000 = 0,3 → 30%
Taxa nominal (in) = 30%


Determinando a taxa real de juros utilizando a expressão (1 + in) = (1 + r) * (1 + j).
in = 30% = 0,3
j = 3% = 0,03
r = ?

(1 + 0,3) = (1 + r) * (1 + 0,03)
1,3 = (1 + r) * (1,03)
1,3 = 1,03 + 1,03r
1,3 – 1,03 = 1,03r
0,27 = 1,03r
r = 0,27/1,03
r = 0,2621
r = 26,21%

A taxa real de juros do empréstimo é de aproximadamente 26,21%.
Por Marcos Noé

Porcentagem

Vários assuntos ligados a Matemática financeira requerem o uso de porcentagem. Por exemplo: cálculo de juros em compras financiadas, financiamentos de carros, casas, apartamentos, empréstimo bancários entre outras situações.

Exemplo 1

O preço de custo de uma mercadoria é de R$ 210,00. Para que se tenha um lucro de 20% na venda dessa mercadoria, por quanto devo vendê-la?

Cálculo
20% = 20/100 = 0,2
20% de 210
0,2 x 210 = 42

210 + 42 = 252

Devemos vendê-la por R$ 252,00 para que se tenha um lucro de 20%.

Exemplo 2

Uma calça custa R$ 82,00. O desconto para pagamento à vista e no dinheiro de 15%. Qual é o preço da calça dentro dessa condição?

Cálculo
15% = 15/100 = 0,15
15% de 82
0,15 x 82 = 12,3

82 – 12,3 = 69,7

O preço da calça para pagamento à vista e no dinheiro é de R$ 69,70.

Exemplo 3

Quanto devo pagar por um terreno a prazo se comprando à vista ganho um desconto de 4% equivalente a R$ 1.600,00?

Cálculo
4% = 4/100


Exemplo 4

O preço de uma televisão à vista é de R$ 825,00. Em quatro prestações mensais iguais ela sofre um aumento de 8%. Qual o valor de cada prestação e quanto pagará de juros uma pessoa que decidir comprar a prazo?

Resolução
8% = 8/100 = 0,08
8% de 825
0,08 x 825 = 66

825 + 66 = 891

Preço a prazo R$ 891
Dividido em 4 vezes (891 / 4)
Cada prestação terá o valor de R$ 222,75

A pessoa que decidir comprar a prazo pagará R$ 66,00 de juros.

Exemplo 5

Numa promoção o preço de um objeto foi reduzido de R$ 112,00 para R$ 84,00. De quantos por cento foi redução?

Resolução
112 – 84 = 28

28 em 112
28/112 = 0,25
0,25*100 = 25%

A redução foi de 25%.

Objeto Direto e Objeto Indireto

O objeto direto e o indireto são termos integrantes da oração que completam o sentido dos verbos transitivos.

Objeto direto

- vem sempre associado a um verbo transitivo;
- liga-se ao verbo sem preposição, exigida por este;
- indica o paciente, o alvo ou o elemento sobre o qual recai a ação verbal.

Ex.: Maria vendia doces.
sujeito v.trans. direto obj.direto
As crianças esperavam os pais.
sujeito v. trans.direto obj.direto

Objeto direto preposicionado
O objeto direto pode vir precedido de preposição: é chamado objeto direto preposicionado. Tal preposição ocorre por razões várias e não pela exigência obrigatória do verbo.

Ex.: Estimo aos meus colegas. ( estimar: verbo transitivo direto, a preposição surge como um recurso enfático e não porque o verbo a exija.)

Objeto indireto

- vem sempre associado a verbo transitivo;
- liga-se ao verbo através de preposição exigida por este;
- indica o paciente ou o destinatário da ação verbal.

Ex.: Davi gosta de música.
sujeito v.trans. indireto obj.indireto

A professora não confia em seus alunos.
sujeito v.trans. indireto obj.indireto


Núcleo do objeto

O núcleo do objeto é representado por um substantivo (ou palavra com valor de substantivo).

a) substantivo: Ana comprou chocolate.
sujeito v. trans. direto obj.direto

b) pronome substantivo: O chefe confia em nós.
sujeito v. trans.indireto obj.indireto

c) palavra substantivada: Ele esperava um tchau.
sujeito v. trans.direto obj. direto

O objeto pode ser constituído por pronome oblíquo:

- os pronomes o, a, os, as atuam como objeto direto.
v.trans.direto
Ex.: O pai deixou-as na escola.
obj.direto
- os pronomes lhe, lhes atuam como objeto indireto.
v.trans.indiretoEx.: A notícia interessava-lhes.
obj.indireto
Os pronomes oblíquos me, te, se, nos, vos podem atuar como objetos diretos ou indiretos, de acordo com a transitividade verbal.

v.trans.diretoEx.: Elegeram-me representante da classe.
obj.direto
v. trans. direto e indiretoMostraram-nos um mundo inacreditável.
obj.indireto obj.direto
Por Marina Cabral
Especialista em Língua Portuguesa e Literatura

Resolução de Problemas

Em quase todo momento da nossa vida usamos números naturais para adicionar, subtrair, multiplicar ou dividir. E em várias situações vamos nos deparar com problemas matemáticos.

Você já sabe fazer corretamente as contas, mas só isso não é o suficiente. Antes de resolvermos situações-problema precisamos saber quais operações vamos usar.

Quando temos um problema ele deve ser lido com muita atenção e analisado, para podermos identificar o que é dado e o que é pedido.

Sugestão de planejamento para resolução de um problema

1º Ler atentamente o enunciado identificado: * os dados fornecidos
* o que é solicitado


2º Planejar o trabalho, observando: * os cálculos necessários para se chegar à resposta
* se necessário traçar algum esquema ou figura auxiliar


3º Executar cuidadosamente o planejamento estabelecido, sem esquecer nenhum detalhe.

4º Pensar se o caminho utilizado neste problema pode ser empregado em algum outro.


Acompanhe este problema:

1) Uma loja de roupa feminina colocou as blusas em promoção. Marcela vai aproveitar e comprar blusas para dar de presente para suas primas, tias, e irmãs e mãe. Ao todo Marcela vai ter que comprar 12 blusas, e cada blusa da promoção está custando R$ 25,00. Sendo assim, calcule quanto Marcela gastará comprando as blusas, e quantas notas de 50 ela usou para pagar esta compra.

Neste caso você terá que fazer duas contas, primeiro você precisa saber o valor da compra.

1

25
x12
____
1 50
25+
____
300

Marcela gastou R$ reais para fazer esta compra.

Agora que você já sabe o valor da compra você precisa saber, quantas notas de 50 Marcela gastou, então divida o valor da compra por 50.



Marcela usou notas de R$ 50,00 reais para fazer esta compra.

Agora faça você este problema:

1) Uma escola tem 330 alunos. Foi feita uma pesquisa com esses alunos, em relação à brincadeira que eles mais gostam, e foram adquiridos os seguintes dados:

* 110 gostam de brincar de esconde-esconde;
* 90 preferem brincar de pega-pega;
* O restante gosta de pular corda.


Sendo assim, calcule quantas crianças gostam de brincar de pular corda?

* Para resolver este problema você precisa primeiramente somar a quantidade de crianças que gostam de esconde-esconde com a quantidade que gosta de pega-pega.

110 + 90 =

* Depois você subtrai o total de alunos com o resultado da primeira conta.

330 - =

* O resultado será a quantidade de alunos que gostam de pular corda.

Resposta: crianças gostam de pular corda.

Pronomes Demonstrativos

Os pronomes demonstrativos demonstram a posição de um elemento qualquer em relação às pessoas do discurso, situando-os no espaço, no tempo ou no próprio discurso.
Eles se apresentam em formas variáveis (gênero e número) e não-variáveis.

Pronomes Demonstrativos
Primeira pessoa Este, estes, esta, estas, isto
Segunda pessoa Esse, esses, essa, essas, isso
Terceira pessoa Aquele, aqueles, aquela, aquelas, aquilo
- As formas de primeira pessoa indicam proximidade de quem fala ou escreve:

Este senhor ao meu lado é o meu avô.

Os demonstrativos de primeira pessoa podem indicar também o tempo presente em relação a quem fala ou escreve.
Nestas últimas horas tenho me sentido mais cansado que nunca.

- as formas de segunda pessoa indicam proximidade da pessoa a quem se fala ou escreve:
Essa foto que tens na mão é antiga?

- os pronomes de terceira pessoa marcam posição próxima da pessoa de quem se fala ou posição distante dos dois interlocutores.
Aquela foto que ele tem na mão é antiga.


Uso do pronome demonstrativo

Os pronomes demonstrativos, além de marcar posição no espaço, marcam posição no tempo.

- Este (e flexões) marca um tempo atual ao ato da fala.

Neste instante minha irmã está trabalhando.

- Esse (e flexões) marca um tempo anterior relativamente próximo ao ato da fala.

No mês passado fui promovida no trabalho. Nesse mesmo mês comprei meu apartamento.

- Aquele (e flexões) marca um tempo remotamente anterior ao ato da fala.

Meu avô nasceu na década de 1930. Naquela época podia-se caminhar à noite em segurança.

Os pronomes demonstrativos servem para fazer referência ao que já foi dito e ao que se vai dizer, no interior do discurso.

- Este (e flexões) faz referência àquilo que vai ser dito posteriormente.

Espero sinceramente isto: que seja muito feliz.

- Esse (e flexões) faz referência àquilo que já foi dito no discurso.

Que seja muito feliz: é isso que espero.

- Este em oposição a aquele quando se quer fazer referência a elementos já mencionados, este se refere ao mais próximo, aquele, ao mais distante.

Romance e Suspense são gêneros que me agradam, este me deixa ansioso, aquele, sensível.

- O (a, os, as) são pronomes demonstrativos quando se referem a aquele (s), aquela (s), aquilo, isso.

Recuso o que eles falam. (aquilo)

- Mesmo e próprio, pronomes demonstrativos, designam um termo igual a outro que já ocorreu no discurso.

As reclamações ao síndico não se alteram: são sempre as mesmas.

*são usados como reforço dos pronomes pessoais.

Ele mesmo passou a roupa.

*como pronomes, concordam com o nome a que se referem.

Ela própria veio à reunião.
Eles próprios vieram à reunião.
Por Marina Cabral
Especialista em Língua Portuguesa e Literatura

Parônimos e Homônimos

Parônimos: são palavras que apresentam significados diferentes embora sejam parecidas na grafia ou na pronúncia.
“Estória” é a grafia antiga de “história” e essas palavras possuem significados diferentes. Quando dizemos que alguém nos contou uma estória, nos referimos a uma exposição romanceada de fatos imaginários, narrativas, contos ou fábulas; já quando dizemos que fizemos prova de história, nos referimos a dados históricos, que se baseiam em documentos ou testemunhas.

Ambas as palavras constam no Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa da Academia Brasileira de Letras. Porém, atualmente, segundo o Novo Dicionário Aurélio da Língua Portuguesa, é recomendável usar a grafia “história” para denominar ambos os sentidos.
Outros exemplos:

Flagrante (evidente) / fragrante (perfumado)
Mandado (ordem judicial) / mandato (procuração)
Inflação (alta dos preços) / infração (violação)
Eminente (elevado) / iminente (prestes a ocorrer)
Arrear (pôr arreios) / arriar (descer, cair)
Homônimos: são palavras que têm a mesma pronúncia, mas significados diferentes.
Acender (pôr fogo) / ascender (subir)
Estrato (camada) / extrato (o que se extrai de)
Bucho (estômago) / buxo (arbusto)
Espiar (observar) / expiar (reparar falta mediante cumprimento de pena)
Tachar (atribuir defeito a) / taxar (fixar taxa)
Por Marina Cabral
Especialista em Língua Portuguesa e Literatura

Período Composto por Coordenação

Períodos compostos por coordenação são os períodos que, possuindo duas ou mais orações, apresentam orações coordenadas entre si. Cada oração coordenada possui autonomia de sentido em relação às outras, e nenhuma delas funciona como termo da outra.

As orações coordenadas, apesar de sua autonomia em relação às outras, complementam mutuamente seus sentidos. A conexão entre as orações coordenadas podem ou não ser realizadas através de conjunções coordenativas. Sendo vinculadas por conectivos ou conjunções coordenativas, as orações são coordenadas sindéticas. Não apresentando conjunções coordenativas, as orações são chamadas orações coordenadas assindéticas.

Orações Coordenadas Assindéticas

São as orações não iniciadas por conjunção coordenativa.

Ex. Cheguei, vi, venci. (Júlio César)

Orações Coordenadas Sindéticas

São cinco as orações coordenadas, que são iniciadas por uma conjunção coordenativa.

A) Aditiva: Exprime uma relação de soma, de adição.

Conjunções: e, nem, mas também, mas ainda.

Ex. Não só reclamava da escola, mas também atenazava os colegas.

B) Adversativa: exprime uma idéia contrária à da outra oração, uma oposição.

Conjunções: mas, porém, todavia, no entanto, entretanto, contudo.

Ex. Sempre foi muito estudioso, no entanto não se adaptava à nova escola.

C) Alternativa: Exprime idéia de opção, de escolha, de alternância.

Conjunções: ou, ou...ou, ora... ora, quer... quer.

Estude, ou não sairá nesse sábado.

D) Conclusiva: Exprime uma conclusão da idéia contida na outra oração.

Conjunções: logo, portanto, por isso, por conseguinte, pois - após o verbo ou entre vírgulas.

Ex. Estudou como nunca fizera antes, por isso conseguiu a aprovação.

E) Explicativa: Exprime uma explicação.

Conjunções: porque, que, pois - antes do verbo.

Ex. Conseguiu a aprovação, pois estudou como nunca fizera antes

A Fome atual


Criança africana com aspecto de profunda subnutrição.
A fome pode ser expressa de duas formas: aberta ou epidêmica; e oculta ou endêmica.

A fome aberta ocorre em períodos em que acontecem guerra em um determinado lugar, desastres ecológicos ou pragas que compromete drasticamente o fornecimento de alimentos, isso ocasiona a morte de milhares de pessoas.

Atualmente esse tipo de fome não tem ocorrido. Hoje existem vários organismos humanitários que fornecem alimentos às áreas afetadas por conflitos.

A fome oculta possui outra característica, é aquela no qual o indivíduo não ingere a quantidade mínima de calorias diárias, o resultado disso é a desnutrição ou subnutrição que assola 800 milhões de pessoas em todo mundo.

A subnutrição fragiliza a saúde, tornando a pessoa acessível a doenças. Houve uma diminuição relativa no mapa da fome, mas a realidade ainda é alarmante.

Observando esse panorama, nota-se que a fome ou subnutrição não é decorrente da produção insuficiente de alimentos, pelo contrário, ano após ano a produção tem aumentado o volume, e é fato que a produção de alimentos é mais do que suficiente para suprir as necessidades da população mundial.
Veja Mais!
Fome, miséria e altos impostosA elevada carga tributária pode contribuir para o aumento da forme.
Thomas Malthus
Teoria ligada ao equilíbrio entre produção de alimentos e população.
Fome oculta
Causada pela má alimentação do indivíduo.
Eduardo de Freitas

3ª encontro de articuladores do gestar parte 2

Hipertensão Aumento da pressão arterial traz riscos à saúde


Fazer exames de pressão regularmente é a maneira mais segura de se detectar a hipertensão
Para entender o que é a pressão arterial, precisamos conhecer um pouco do funcionamento do coração e do nosso sistema circulatório. O coração humano é um órgão musculoso que bombeia o sangue através de um intrincado sistema de vasos sanguíneos.

Existem três tipos principais de vasos sanguíneos: as artérias, as veias e os capilares. As artérias são vasos elásticos e com uma camada de tecido muscular bem desenvolvida. Elas conduzem o sangue do coração para o restante do corpo. As veias também são vasos elásticos, porém apresentam uma camada de tecido muscular menor. Elas conduzem o sangue de volta ao coração. Os capilares não possuem tecido muscular e são extremamente finos. Eles ligam os demais vasos aos tecidos.

Em média, o coração humano bate 70 vezes por minuto, bombeando aproximadamente 5 litros de sangue a cada minuto. Este número depende de vários fatores, como, por exemplo, condicionamento físico, idade, estado emocional e atividade que estamos realizando. O movimento de contração do coração é chamado de sístole, o seu relaxamento, de diástole.

Pressão arterial
O sangue que corre pelo sistema vascular, impulsionado pelos movimentos de sístole e diástole do coração, exerce pressão contra as paredes dos vasos sanguíneos. A pressão exercida na parede das artérias é chamada de pressão arterial. Devido a sua parede elástica e altamente muscular, as artérias são capazes de controlar a pressão do sangue circulante.

O sangue que deixa o coração durante a sístole dos ventrículos e penetra na artéria aorta ou pulmonar encontra-se sob grande pressão. Ao receber o sangue, as paredes das artérias se relaxam. Isso aumenta o diâmetro do vaso e diminui sua pressão interna, permitindo que o sangue flua livremente. Ao contrário, quando ocorre a diástole, as paredes arteriais se contraem, diminuindo de volume e impulsionando o sangue.

A pressão arterial é controlada por impulsos nervosos e pela ação hormonal. A adrenalina, por exemplo, provoca a vasoconstrição e, consequentemente, o aumento da pressão arterial.

Desta forma, durante a sístole a pressão arterial é máxima - e durante a diástole, mínima. A medida da pressão arterial é realizada em milímetros de mercúrio (mmHg), sendo que os valores considerados normais são de 120 mmHg para a pressão máxima (ou sistólica) e 80 mmHg para a pressão mínima (ou diastólica).

Hipertensão
Quando a pressão arterial ultrapassa os limites considerados normais, as paredes das artérias começam a ser forçadas. A elevação anormal da pressão arterial é chamada de hipertensão ou simplesmente "pressão alta". Segundo a Sociedade Brasileira de Hipertensão, quando a pressão atinge níveis iguais ou superiores a 140/90 mmHg o indivíduo é considerado hipertenso.

A hipertensão aumenta o esforço realizado pelo coração e danifica as paredes arteriais. Ela aumenta o risco de doenças cardíacas, problemas renais, derrames e de se desenvolver arterosclerose.

A elevação da pressão arterial pode ser momentânea e ocorrer devido a causas naturais, como, por exemplo, após a prática de exercícios físicos ou em condições de estresse. Ou pode se manter em níveis constantemente altos devido a alguma disfunção do organismo, caracterizando a hipertensão.

No entanto, a origem da pressão alta nem sempre é detectada, e o indivíduo hipertenso pode não manifestar sintomas por muito tempo. Em casos nos quais a origem da hipertensão é desconhecida, o problema é chamado de hipertensão primária. Quando os motivos da pressão alta são conhecidos, fala-se em hipertensão secundária.

Possíveis causas
A seguir, veremos três possíveis origens da pressão alta.
Uma é o enrijecimento e estreitamento das artérias. Isso pode ocorrer, entre outros motivos, devido à deposição do colesterol ruim (LDL) nas paredes arteriais.

Outro motivo são problemas renais, que prejudicam a filtração de fluidos. Quando os rins não realizam a filtração de forma eficiente, o resultado é um maior volume de líquido circulando pelos vasos sanguíneos. Consequentemente, a pressão sobre as paredes arteriais será maior.

Mas a hipertensão também pode estar relacionada a problemas de origem genética, que levam a anormalidades morfológicas nas artérias.

Estas são apenas algumas das possibilidades que podem levar ao aumento anormal da pressão sanguínea.

A hipertensão pode atingir qualquer um, inclusive crianças. No entanto, estudos indicam que ela é mais comum em indivíduos com taxas de colesterol altas, do sexo masculino, acima dos 35 anos, sedentários, portadores de doenças renais ou diabete.
A hipertensão pode surgir também durante a gravidez, principalmente nos últimos três meses de gestação. Neste caso, é chamada de pré-eclampsia e pode representar riscos tanto para a mãe quanto para o bebê. Na maioria dos casos, os níveis de pressão voltam ao normal após o parto.

Diagnóstico e tratamento
Como os sintomas da hipertensão são, geralmente, imperceptíveis, a única maneira segura de detectar o problema é realizando exames de pressão regularmente. Recomenda-se que indivíduos saudáveis meçam a pressão a cada seis - ou no máximo doze meses. Para aqueles já diagnosticados como hipertensos este intervalo deve ser menor.

Na maioria dos casos, a hipertensão pode ser controlada, mas não curada. Isso porque, na maioria das vezes, sua origem é desconhecida. Assim, o controle é realizado com o auxílio de remédios e com a adoção de hábitos de vida saudáveis.

Os medicamentos utilizados para controlar a hipertensão atuam, basicamente, de duas formas. Os medicamentos diuréticos diminuem a quantidade de fluído circulante no sangue e, consequentemente, levam à diminuição da pressão arterial. Outra classe de remédios provoca o relaxamento das paredes arteriais, este é o caso dos medicamentos chamados de alfa ou beta-bloqueadores.

A adoção de hábitos de vida saudáveis também contribui para o controle da pressão arterial. Assim, não fumar, praticar exercícios de forma regular, controlar o peso e adotar uma alimentação balanceada, ajudam a prevenir e a controlar a hipertensão.

Alguns pontos importantes quanto à alimentação são o controle da ingestão de gorduras e de alimentos com alto teor de colesterol ruim - e a redução da ingestão de sal. O sal provoca a retenção de líquidos no organismo, aumentando o volume de líquido circulante e elevando a pressão arterial.
*Alice Dantas Brites é professora de biologia.

Sistema de equação




Para encontrarmos numa equação de 1º grau com duas incógnitas, por exemplo,
4x + 3y = 0, os valores de x e de y é preciso relacionar essa equação com outra ou outras com as mesmas incógnitas. Essa relação é chamada de sistema.

Um sistema de equação de 1º grau com duas incógnitas é formado por: duas equações de 1º grau com duas incógnitas diferentes em cada equação. Veja um exemplo:



Para encontramos o par ordenado solução desse sistema é preciso utilizar dois métodos para a sua solução.
Esses dois métodos são: Substituição e Adição.

Método da substituição
Esse método consiste em escolher uma das duas equações, isolar uma das incógnitas e substituir na outra equação, veja como:

Dado o sistema , enumeramos as equações.




Escolhemos a equação 1 e isolamos o x:

x + y = 20
x = 20 – y

Agora na equação 2 substituímos o valor de x = 20 – y.

3x + 4 y = 72
3 (20 – y) + 4y = 72
60-3y + 4y = 72
-3y + 4y = 72 – 60
y = 12

Descobrimos o valor de y, para descobrir o valor de x basta substituir 12 na equação
x = 20 – y.
x = 20 – y
x = 20 – 12
x = 8

Portanto, a solução do sistema é S = (8, 12)

Método da adição

Esse método consiste em adicionar as duas equações de tal forma que a soma de uma das incógnitas seja zero. Para que isso aconteça será preciso que multipliquemos algumas vezes as duas equações ou apenas uma equação por números inteiros para que a soma de uma das incógnitas seja zero.

Dado o sistema:



Para adicionarmos as duas equações e a soma de uma das incógnitas de zero, teremos que multiplicar a primeira equação por – 3.




Agora, o sistema fica assim:



Adicionando as duas equações:

- 3x – 3y = - 60
+ 3x + 4y = 72
y = 12

Para descobrirmos o valor de x basta escolher uma das duas equações e substituir o valor de y encontrado:

x + y = 20
x + 12 = 20
x = 20 – 12
x = 8

Portanto, a solução desse sistema é: S = (8, 12).

Se resolver um sistema utilizando qualquer um dois métodos o valor da solução será sempre o mesmo.
extraido de www.mundoeducacao.com.br

A Medida de seu calçado




As equações matemáticas constituem uma importante ferramenta na determinação de valores desconhecidos. Essa parte da Matemática denominada Álgebra é a base dos cálculos envolvendo funções, que são expressões que criam uma relação de dependência entre duas ou mais grandezas. Diversas fórmulas são desenvolvidas por matemáticos no âmbito de satisfazer condições em outras ciências, como a Física, Biologia, Química, Geografia, Administração, Contabilidade, Engenharia, Mecânica, Astronomia, Medicina entre outras.

Matemáticos desenvolveram uma expressão capaz de determinar o número que você calça através do comprimento (tamanho) do seu pé em centímetros. A expressão responsável por tal relação é a seguinte:

Onde:
N = número do calçado
p = comprimento do pé em centímetros

Exemplo

O pé de uma pessoa possui 26 centímetros de comprimento. Determine o número do calçado dessa pessoa.

As fórmulas matemáticas são criadas no intuito de estabelecer razões entre diferentes grandezas, facilitando cálculos complexos e permitindo que todos que tenham o conhecimento básico em Matemática possam usá-las de forma correta e eficiente.

Exercício de 8ª série imprima e resolva

Triângulo

O triângulo é considerado uma importante figura no ramo da Geometria, pois através dele podemos estabelecer várias relações fundamentais, como exemplo temos uma relação muito importante utilizada na Geometria e na Trigonometria, que é o Teorema de Pitágoras.
Podemos definir o triângulo como um polígono formado por três segmentos de retas que se cruzam duas a duas, formando três vértices, três ângulos e três lados.
Os triângulos se classificam quanto ao tamanho da medida dos seus lados e quanto à medida de seus ângulos.

Classificação de um triângulo quanto à medida de seus lados.

Triângulo equilátero: possui os três lados com medidas iguais.
Triângulo isósceles: possui dois lados com medidas iguais.
Triângulo escaleno: possui os três lados com medidas diferentes.

a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_HoaPhQ9Vmy0/S1gjEF4zDFI/AAAAAAAABtU/naa7b88dTkE/s1600-h/classificacao+de+triangulos.jpg">

Classificação de um triângulo quanto à medida de seus ângulos

Triângulo acutângulo: possui todos os ângulos com medidas menores que 90º.
Triângulo retângulo: possui um ângulo com medida igual a 90º.
Triângulo obtusângulo: possui um ângulo obtuso, maior que 90º.


acutângulo retângulo obtusângulo

Bicarbonato de sódio (NaHCO3)


Colégio Estadual Dinah Gonçalves
email accbarroso@hotmail.com

         

· Antiácido estomacal. Neutraliza o excesso de HCl do suco gástrico.

NaHCO3 + HCl ® NaCl + H2O + CO2

O CO2 liberado é o responsável pelo "arroto".

· Fabricação de digestivo, como Alka-Seltzer, Sonrisal, sal de frutas, etc.

O sal de frutas contém NaHCO3 (s) e ácidos orgânicos sólidos (tartárico, cítrico e outros). Na presença de água, o NaHCO3 reage com os ácidos liberando CO2 (g), o responsável pela efervescência: NaHCO3 + H+ ® Na+ + H2O + CO2

· Fabricação de fermento químico. O crescimento da massa (bolos, bolachas, etc) é devido à liberação do CO2 do NaHCO3.

· Fabricação de extintores de incêndio (extintores de espuma). No extintor há NaHCO3 (s) e H2SO4 em compartimentos separados. Quando o extintor é acionado, o NaHCO3 mistura-se com o H2SO4, com o qual reage produzindo uma espuma, com liberação de CO2. Estes extintores não podem ser usados para apagar o fogo em instalações elétricas porque a espuma é eletrolítica (conduz corrente elétrica).


Bicarbonato de Sódio na Nutrição Animal

Bicarbonato de Sódio no tipo "Nutrição Animal" é um composto cristalino usado predominantemente como tamponante ruminal dos bovinos alimentados com altas quantidades de concentrados ou no balanceamento eletrolítico das aves.

FÓRMULA EMPÍRICA: NaHCO3

DENOMINAÇÕES QUÍMICAS:

Carbonato ácido de sódio

Sal monosodico do ácido carbônico

Hidrogeno carbonato de sódio


PROCESSO - CARBONOR

Dióxido de Carbono é introduzido pelo fundo da coluna de absorção em contracorrente com uma mistura de Soda Cáustica e águas-mãe de reciclo. O Bicarbonato de Sódio cristalizado , disperso na solução de águas-mãe , é separado por decantação e centrifugado , sendo a seguir, secado , classificado em peneiras vibratórias , armazenado em silos e ensacado .


MATÉRIAS PRIMAS

Soda Cáustica Rayon Grade ( NaOH )

Dióxido de Carbono ( CO 2 )


Tamponantes Ruminais:

O QUE SÃO OS Tamponantes ?

Tamponante ruminal é um nome genérico de produtos que auxiliam o rumem a manter o PH em um intervalo ideal, garantindo assim seu funcionamento correto. O principal produto desta categoria é o bicarbonato de sódio, o mesmo utilizado em culinária.

Os tampões ruminais propiciam tantos benefícios porque ajudam a manter o PH rumenal dentro do intervalo ideal, ou seja, de 6,2 a 6,8. Quando o pH rumenal se eleva ou quando cai abaixo do intervalo ideal, as bactérias ruminais tornam-se ineficientes. Se a bactéria deixa de ser funcional, a digestão diminui, causando a diminuição da produção de leite ou no ganho de peso.


COMO OS TAMPONANTES FUNCIONAM?

Os bovinos com alta produtividade encontrados atualmente, são alimentados com rações de alto nível energético, com alto teor de grãos e baixo teor de fibras, o que resulta em menos mastigação. Desta forma, o bovino produz menos saliva, diminuindo assim sua capacidade natural de tamponamento. Quanto mais grãos, mais auxílio os animais necessitam. Como a saliva contém bicarbonato de sódio, a vaca tampona menos ácido naturalmente. Adicione-se a isso o fato que os grãos fermentam mais rapidamente do que as forragens. A diminuição do tamponamento natural, juntamente com uma ração mais acidificada, gera a necessidade de adicionar um tamponante à ração.

Ao alimentar bovinos de alta produtividade, estamos, na verdade, alimentando dois sistemas. Alimentamos os micróbios ruminais, ao mesmo tempo em que fornecemos os nutrientes que serão absorvidos no rumem. No rumem, as fibras e os carbohidratos disponíveis são fermentados pelos microorganismos para produzir ácidos graxos voláteis de cadeia curta, principalmente os ácidos acético, propiônico e butírico. Se não fosse pelos sistemas naturais de tamponamento do animal, a produção destes ácidos graxos voláteis gerariam um pH ruminal de cerca de 3,0. Este pH é muito baixo para permitir a sobrevivência dos microorganismos.

Modo de usar

Pesquisas realizadas demonstraram que os melhores resultados são obtidos adicionando-se 1,5% nos concentrados ou 0,75% na dieta total. Também pode-se fornecer 5 gramas de neutralizador para cada litro de leite produzido. Por exemplo, uma vaca produzindo 25 litros de leite deve receber 125 gramas de bicarbonato de sódio Carbonor por dia.

Como forma de prevenção ou como indicativo de acidose (subaguda), recomenda-se que os animais tenham livre acesso a um cocho com Bicarbonato de Sódio.


Benefícios

Produção de Leite e Ganho de Peso: O Bicarbonato de Sódio Carbonor ajuda a aumentar a produção total das vacas de leite e o ganho de peso dos animais confinados.

Eficiência Alimentar: O Bicarbonato de Sódio Carbonor ajuda a manter a eficiência dos animais pois ajuda a manter o pH ruminal no intervalo ideal de 6,2 a 6,8. Quando o pH ruminal sofre um aumento ou uma queda abaixo do intervalo ideal, as bactérias ruminais tornam-se ineficientes. A digestão se tornará mais lenta, causando uma diminuição na produção de leite ou no ganho de peso.

Possibilidade de se Utilizar Forragem de Qualidade Inferior: As colheitas podem sofrer variações anuais e, algumas vezes, é difícil obter alimentos de alta qualidade. Quando parte da ração está abaixo da qualidade ideal, a utilização de Bicarbonato de Sódio Carbonor pode assegurar que o animal receba o máximo de benefícios de sua alimentação.

Absorção dos Alimentos: Estudos realizados ao longo de 10 anos, mostraram que a ingestão de matéria seca melhorou, em média, 2% com a adição de Bicarbonato de Sódio.

Gordura do Leite: Quatro anos de estudos mostraram que a administração de Bicarbonato de Sódio possui um efeito positivo sobre os testes de gordura e, em muitos casos, a gordura apresentou aumento de um ponto percentual.

Adaptação ao Calor: O animais podem consumir até 25% menos alimentos em temperaturas desconfortáveis. A diminuição na ingestão está correlacionada à diminuição na produção de leite e no ganho de peso. A adição de Bicarbonato de Sódio à dieta mostrou ter um efeito positivo na produção.

Resposta às Alterações da Ração: Atualmente, o emprego de formulações de custo mínimo, implicam em mudanças freqüentes na composição das rações. A adição de Bicarbonato de Sódio Carbonor pode auxiliar na alimentação dos animais durante estes períodos de transição.

Resposta à Alimentação com Rações Concentradas: Tamponantes alimentares podem ajudar na manutenção do pH ruminal, quando as vacas são alimentadas com concentrados na sala de ordenha ou com alimentos acidificados, tais como silagem.

Autoria: Luiz Gustavo Simões

Origens da química Química já teve relação com alquimia


Colégio Estadual Dinah Gonçalves
email accbarroso@hotmail.com



Divulgação/Editora Record

Panoramix, o druida, um remoto ancestral dos químicos de hoje
Os cientistas modernos, em geral, não gostam de esoterismos e têm suas razões para isto. A ciência atual se baseia na teorização e experimentação, sendo que uma teoria publicada só é tida como válida pela comunidade científica após seus métodos e resultados serem reproduzidos por vários pesquisadores independentes entre si.

Ou seja, fazer ciência nestes tempos de alta tecnologia é um ato social que exige muita apresentação, divulgação e debate dos especialistas que defendem novas teorias junto aos seus pares. Nesse ambiente, fica claro que a imagem de homens solitários, triturando componentes e misturando poções, enfurnados em velhos laboratórios pareçam mais próximos da bruxaria que da pesquisa científica.

Além disso, há hoje em dia tanta gente querendo dar autoridade científica ao último misticismo da moda, que os cientistas de verdade preferem passar léguas longe de qualquer associação com esta turma.

Misticismo e ciência
Se os cientistas preferem manter os holismos da Nova Era do lado de fora de seus locais de pesquisa, não há como negar a rica herança vinda de tempos passados, quando a distinção entre o científico e o místico era quase nenhuma.

É nessas épocas - quando quem estudava os céus eram astrólogos em busca de presságios e não astrônomos em busca de quasares -, que um ramo especial da ciência, a química, encontra sua origem e identidade na arte dos antigos alquimistas, os primeiros mestres dos elementos.

Historicamente a química é a ciência que estuda as substâncias, suas propriedades, como se combinam e transformam. Historicamente pois, desde que se descobriu que as reações químicas são a face visível das interações entre átomos e que estas interações, por sua vez, são produzidas por mecanismos eletromagnéticos e quânticos, as fronteiras últimas entre a química e a física modernas se tornaram um tanto difusas.

Longa tradição
Mesmo assim, ninguém se atreve a propor que a química seja rebaixada para o status menor de ramo especialista da física. Em parte por conta da longa tradição que os químicos construíram ao longo dos séculos, com suas técnicas, instrumental e habilidades próprios, desenvolvidos e aperfeiçoados por muito tempo antes dos gás-cromatógrafos e dos espectrofotômetros de absorção atômica.

E no início desta longa tradição encontramos justamente aqueles bruxos esquisitos, que pretendiam fazer maravilhas como transformar chumbo em ouro ou descobrir o segredo da imortalidade.

Paracelso
Suas teorias e métodos podem parecer não lá muito ortodoxos aos químicos de hoje quando lemos que Paracelso acreditava que podia sintetizar gente em laboratório, os homunculus, a partir de matérias primas mais frequentemente usadas para a produção de fertilizantes.

Mas basta lembrarmos que o mesmo Paracelso, em uma época em que todos acreditavam que as doenças eram manifestações de um organismo desregulado, propôs que as moléstias eram causadas por agentes externos ao corpo e que deveriam ser tratadas com o uso de medicamentos químicos.

Só por isto, não apenas os químicos, como médicos e farmacêuticos já ficam devendo uma concessãozinha que seja ao alquimista suíço.

A Pedra Filosofal
A lista dos alquimistas, ou pelo menos daqueles que se envolveram com a alquimia, inclui personagens que se tornaram imortalmente célebres em outras áreas como são Tomás de Aquino, Francis Bacon e sir Isaac Newton.

Mas o nome que mais naturalmente é associado à alquimia é o do francês Nicolau Flamel, cuja biografia é praticamente uma narrativa épica da busca à Pedra Filosofal, onde fatos e lendas se misturam.

Alquimistas
Os alquimistas eram os mestres de uma tradição hermética, que acreditavam que forças sobrenaturais, quando corretamente invocadas, influenciavam nas transformações da matéria.

Mas também eram químicos meticulosos no sentido moderno da palavra. Técnicos preocupados com a exatidão da pesagem, a pureza da amostra, a temperatura certa da reação, a granulometria ideal do pulverizado.

Ou talvez devamos dizer que os químicos modernos é que são alquimistas meticulosos no sentido tradicional da palavra, afinal, os alquimistas vieram primeiro.
Carlos Roberto Lana é professor e engenheiro químico.

Proporção

1. Sabendo-se que x + y + z = 18 e que, x/2 = y/3 = z/4, calcule x.

2. Três números são proporcionais a 1, 3 e 5. Calcule sua soma, sabendo-se que o seu produto é igual a 960.

3. Humberto, Aline e Junior possuem uma livraria cujo o investimento foi de 9 mil reais. Humberto entrou com 2 mil reais, Aline com 3 mil reais e Nilson com 4 mil reais. O lucro da livraria é dividido em partes proporcionais ao investimento de cada um deles. O lucro do mês de maio foi de 1800 reais, calcule quanto cada um vai receber neste mês.

4. Nilson vai dividir 360 mil reais entre seus três filhos, proporcionalmente ao número de membro da família de cada um deles. O primeiro tem esposa e 3 filhos, o segundo tem 2 filhos e é viúvo e o terceiro tem esposa e 2 filhos. Quanto cada filho vai receber?

5. Será distribuído entre dois atletas o patrocínio de 42 mil reais, o melhor classificado receberá sua parte proporcional a 3 e o segundo, a 1. Determine quanto cada um recebeu.

6. Pedro quer dividir uma régua de 42 cm em parte proporcionais a 3, 5 e 6, quanto medirá cada parte.

7. A diretora de uma escola recebeu 372 livros para repartir proporcionalmente entre duas turmas. A 5ª A possui 32 alunos e 5ª B possui 30 alunos. Quantos cadernos cada turma vai receber?

8. Divida 45 em partes inversamente proporcionais a 3, 4 e 6.

9. Divida 295 em partes inversamente proporcionais a 5, 1 e 9.

10.Divida 560 em partes inversamente proporcionais a 1, 3, 4 e 7.


RESPOSTAS


1) 4
2) 36
3) Humberto = 400, Aline = 600 e Nilson = 800
8) 20, 15 e 10
9) 45, 225 e 25
10) 9408/29, 3136/29, 2352/29, 1344/29

Determinantes

Se A é uma matriz quadrada A de ordem 2, dada por:

a11 a12
a21 a22

definimos o determinante desta matriz A, denotado por det(A), como:

det(A) = a11.a22 - a21.a12
Se A é uma matriz quadrada A de ordem 3, dada por:

a11 a12 a13
a21 a22 a23
a31 a32 a33

definimos o determinante desta matriz A, como:

det(A) = a11.a22.a33 + a21.a32.a13 + a31.a12.a23
- a11.a32.a23 - a21.a12.a33 - a31.a22.a13

---------------------------------------------------------
Propriedades dos determinantes

Seja A uma matriz quadrada de ordem n maior ou igual a 2.

Se uma linha (ou coluna) da matriz A for nula, então:

det(A)=0

O determinante da transposta de A é igual ao determinante de A, isto é:

det(At)= det(A)

Se B é a matriz obtida pela multiplicação de uma linha (ou coluna) da matriz A por um escalar k, então:

det(B) = k det(A)

Se B é a matriz obtida pela troca de duas linhas (ou colunas) de A, então:

det(B) = - det(A)

Se A tem duas linhas (ou colunas) iguais, então:

det(A) = 0

Se uma linha ( ou coluna) de A for múltipla de uma outra linha (ou coluna) de A, então:

det(A) = 0

Frase – Oração – Período

Frase, oração e período são fatores constituintes de qualquer texto escrito em prosa, pois o mesmo compõe-se de uma sequencia lógica de ideias, todas organizadas e dispostas em parágrafos minuciosamente construídos.
Por isso, é importante saber o conceito de cada um deles. Então vamos lá!

Frase – É todo enunciado linguistico dotado de significado, ou seja, é uma comunicação clara, precisa e de fácil entendimento entre os interlocutores, seja na língua falada ou escrita.
Neste caso, temos a frase nominal e verbal. A frase nominal não é constituída por verbo.

Ex: Que dia lindo!

Já na frase verbal há a presença do verbo.

Ex: Preciso de sua ajuda.

Oração - É todo enunciado linguístico dotado de sentido, porém há, necessariamente, a presença do verbo ou de uma locução verbal. Este verbo, por sua vez, pode estar explícito ou subentendido.

Ex: Os garotos adoram ir ao cinema e depois ao clube.

Podemos perceber a presença do sujeito e do predicado.

Período – É um enunciado linguístico que se constitui de uma ou mais orações. Este se classifica em:

- Período simples - formado por apenas uma oração, também denominada de oração absoluta.

Ex: Os professores entregaram as provas.-Composto - formado por duas ou mais orações

Ex: Hoje o dia está lindo, por isso os garotos irão ao cinema, ao clube e depois voltarão para casa felizes.



Para treinarmos um pouco mais sobre o assunto, façamos alguns exercícios completando as lacunas, atribuindo a nomenclatura de frase, período simples ou composto:

a) Pedro chegou estressado em casa. ________________________
b) Nossa! Pare com tantos comentários indesejáveis. ______________________
c) Razão e emoção... as duas vértices da vida. __________________________
d) Caso você venha amanhã, traga-me aquele seu vestido vermelho. __________
e) Não concordo com suas atitudes, pois elas vão de encontro aos meus princípios. ________________

Gabarito: período composto (haja vista que o verbo estar se encontra subentendido); período simples; período simples (formado por apenas um oração oração(tendo em vista que o verbo se encontra implícito - "são"); período composto(formado por duas orações); período composto. Por Vânia Duarte
Graduada em Letras

O gênero dos substantivos

Ao tratarmos sobre o assunto em questão devemos nos atentar para algumas peculiaridades, uma vez que estas fazem toda a diferença no momento da linguagem escrita.
Dispormos de nossos conhecimentos no que se refere às normas gramaticais, com todas as regras e as possíveis exceções, faz parte da construção de nosso perfil linguístico.

Razão pela qual conheceremos adiante um pouco mais sobre formação do gênero referente à classe gramatical denominada “substantivo”.
Quando falamos em gênero, estamos nos referindo ao masculino e feminino. Vejamos sua classificação:

Substantivos biformesSão aqueles que possuem duas formas distintas, tanto para o feminino quanto para o masculino.
Exemplos:

menino – menina

gato – gata

cão - cadela

Substantivos comum-de-doisSão aqueles que possuem uma só forma para o masculino e para o feminino, mas permitem a variação de gênero por meio de palavras modificadoras, entre estas, os artigos, adjetivos e pronomes.
Exemplos:

a estudante

o estudante

meu fã

minha fã

Substantivos epicenosSão aqueles que possuem apenas um gênero e indicam nomes de certos animais, sendo necessário o emprego das palavras “macho e fêmea” para designá-los.
Exemplos:

jacaré macho

jacaré fêmea

cobra macho

cobra fêmea

Substantivos sobrecomuns São aqueles que não possuem distinção nenhuma para designar os dois gêneros, ou seja, um único termo é usado para representá-los.
Exemplos:

a criança

a testemunha

o indivíduo.

Por Vânia Duarte
Graduada em Letras

Estrutura das palavras

As palavras são constituídas por diferentes unidades significativas chamadas de elementos mórficos ou morfemas.
Exemplos:
gatinho: gat - inh - o
cachorrinhos: cachorr - inh - o - s

Os morfemas que constituem as palavras são os seguintes:









  • Radical: é o elemento irredutível que informa o significado básico da palavra. As palavras que possuem o mesmo radical são as famílias de palavras ou palavras cognatas.
    Exemplo: folha, desfolhar, folhagem, folhinha.
  • Afixos: são os morfemas que se unem ao radical para formar novas palavras. Quando os afixos aparecem antes do radical são chamados de prefixos (infeliz, refazer, desmentir); quando aparecem depois do radical são chamados de sufixos (crueldade, felizmente, lealdade).
  • Desinências: são elementos que aparecem depois do radical para indicar as flexões de gênero e número, de modo-tempo e número-pessoa das palavras variáveis. Podem ser nominais e verbais:
    a) Desinências nominais - indicam o gênero e o número das palavras.
    Exemplo:

    Página 3

    b) Desinências verbais - indicam o modo e o tempo (desinências modo-temporais), o número e a pessoa (desinências número-pessoais) dos verbos.
    Exemplo:

    Página 3
  • Vogais temáticas: são as vogais que possibilitam a ligação entre o radical e as desinências.
    Exemplos:
    amava: am - a - va
    pedisse: ped - i - sse
    carta: cart - a
    livro: livr - o
    mares: mar - e - s

    Página 3

    As vogais temáticas, nos verbos, indicam a conjugação a que eles pertencem:
    Falar: vogal temática -a-, que indica a 1a conjugação.
    Viver: vogal temática -e-, que indica a 2a conjugação.
    Pedir: vogal temática -i-, que indica a 3a conjugação.
  • Tema: é o radical acrescido da vogal temática. Portanto, o tema é o radical pronto para receber as desinências.
    Exemplos:
    amava (tema: ama - )
    vendemos (tema: vende -)
  • Vogais e consoantes de ligação: intercalam-se na palavra, normalmente entre o radical e o sufixo (ou entre radicais, em algumas palavras compostas), para facilitar a pronúncia.
    Exemplos:
    - Consoantes de ligação - paulada, chaleira, cafeteira.
    - Vogais de ligação - cafeicultura, gasômetro.

  • *Patrícia Cordeiro Sbrogio é formada em Letras pela Universidade de São Paulo e é professora de Língua Portuguesa na rede particular de ensino do Estado de São Paulo.