quarta-feira, 8 de janeiro de 2020

Soma dos ângulos internos de um polígono convexo

Colégio Estadual Dinah Gonçalves
email accbarroso@hotmail.com

Soma dos ângulos internos de um polígono convexo

Marcelo Rigonatto




Polígonos
Através de uma demonstração simples, podemos constatar que a soma das medidas dos ângulos internos de um triângulo equivale a 180o. O mesmo pode ser feito para os demais polígonos convexos. Sabendo o número de lados de um polígono, conseguimos determinar a soma das medidas de seus ângulos internos.
Um quadrilátero pode ser dividido em dois triângulos, portanto a soma das medidas de seus ângulos internos é:
S = 2∙180O = 360O
Um pentágono pode ser dividido em três triângulos, logo, a soma das medidas de seus ângulos internos é:
S = 3∙180O = 540O

Partindo da mesma ideia, um hexágono pode ser dividido em 4 triângulos. Assim, a soma das medidas de seus ângulos internos é:
S = 4∙180O = 720O

Generalizando, se um polígono convexo possui n lados, a soma das medidas de seus ângulos internos será dada por:


S = (n - 2)∙180o


Exemplo 1. Determine a soma das medidas dos ângulos internos de um icoságono.

Solução: Icoságono é um polígono convexo com 20 lados, logo, n = 20. Assim, teremos:

S = (n - 2)∙180o
S = (20 - 2)∙180o
S = 18∙180o
S = 3240o

Exemplo 2. Quantos lados possui um polígono cuja soma das medidas dos ângulos internos é igual a 1440o?

Solução: Sabemos que S = 1440o e queremos determinar a quantidade de lados que esse polígono possui, ou seja, determinar o valor de n. Vamos resolver o problema utilizando a fórmula da soma dos ângulos internos.


Portanto, o polígono cuja soma dos ângulos internos é igual a 1440o é o decágono, que apresenta 10 lados.
Observação: A soma dos ângulos externos de um polígono qualquer é igual a 3600.

Roleta Matemática com MDC e MMC

O objectivo deste jogo é calculares o m.m.c. e o m.d.c. de dois números.

O jogo é constituído por duas fases.

O tempo é importante!

Boa sorte!

Joga : clique aqui

Filo Mollusca


Colégio Estadual Dinah Gonçalves
email accbarroso@hotmail.com



Representantes do Filo Mollusca.
Os moluscos são animais de vida livre, que vivem em ambientes terrestres e aquáticos, de água doce ou salgada. Sendo provavelmente o segundo ou o terceiro filo de animais com maior número de espécies, atrás apenas do Filo Arthropoda (que lideram o ranking da escala zoológica) e talvez do Filo Nematoda.

Esse filo reúne os animais de corpo mole (com ou sem concha), triblásticos, portadores de celoma, simetria bilateral e corpo dividido em três partes básicas: a cabeça, o pé e a massa visceral.

- Na cabeça estão localizados os órgãos sensoriais e considerável concentração de gânglios cerebrais;
- O pé é uma estrutura musculosa possuindo funções variadas de acordo com o grupo de animais, empregado no rastejamento, natação e captura de presas quando modificados em tentáculos;
- A massa visceral aloja os principais órgãos, sendo revestida por uma dobra da epiderme denominada de manto ou pálio (região que produz a concha), contendo a abertura do sistema digestivo e excretor, e as brânquias (nas espécies marinhas) ou os pulmões (nas espécies terrestres).

As principais características da anatomia e fisiologia desse grupo são:

Sistema Digestivo → completo (possuindo o intestino regiões diferenciadas e glândulas digestivas associadas). A digestão é predominantemente extracelular, embora também ocorra a intracelular;

Sistema Circulatório → presente, do tipo aberto ou lacunar (em que o sangue sai dos vasos e cai nos espaços entre as células), e fechado (em que o sangue circula somente no interior dos vasos);

Sistema Respiratório → presente (as trocas gasosas ocorrem em órgãos especializados, as brânquias ou pulmões). Esse sistema está acoplado ao circulatório, pois os gases são transportados pelo líquido sangüíneo;

Sistema excretor → presente (realizada por meio de nefrídeos, estruturas especializadas na remoção de resíduos nitrogenados);

Sistema Nervoso → presente (composto por três ou quatro pares de gânglios nervosos ligados a nervos que se estendem por todo o corpo).

Sistema Reprodutor → a reprodução é sexuada, com espécies monóicas e dióicas. Em algumas o desenvolvimento é direto, e nas demais ocorrem estágios larvais.

CLASSIFICAÇÃO DO FILO MOLLUSCA

Monoplacophora (monoplacóforos): concha única em forma de capuz, recobrindo totalmente a massa visceral.
Exemplo: neopilina.

Amphineura ou Polyplacophora (anfineuros): concha formada por oito placas articuladas, circundadas por um cinturão carnoso.
Exemplo: chinton.

Scaphopoda (escafópodos): concha formada por uma única peça consistente, aberta nas duas extremidades.
Exemplo: dentalium.

Pelecypoda ou Bivalvia (bivalves): concha formada por duas valvas articuladas.
Exemplo: mexilhão e ostra.

Gastropoda (gastrópodes): concha univalve espiralada ou sem conchas.
Exemplos: caracol e lesma do mar.

Cephalopoda (cefalópodes): concha inteira ou sem concha, em algumas espécies é interna em outras externa espiralada.
Exemplo: lula, polvo e nautilus.
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Múltiplos de Sete





Quantos múltiplos de 7 existem entre 20 e 1000

Pela matemática convencional, teremos:
  • a) qual o primeiro número que vem após 20 que é múltiplo de 7. Resp.: 21
  • b) qual o número que antecede 1000 que é múltiplo de 7. Resp.: 994

Aplicando-se o termo geral da P.A., teremos

Resolvendo através de macetes, teremos:

fonte:matematicapratica.com

Parábola e hipérbole

Professor de Matemática no Colégio Estadual Dinah Gonçalves
E Biologia na rede privada de Salvador-Bahia email accbarroso@hotmail.com

Parábola e hipérbole

Caso você não saiba, parábola, hipérbole e elipse são as chamadas curvas cônicas. Elas recebem esse nome porque resultam de cortes em um cone.

Ao cortar um cone na horizontal ou no sentido oblíquo obtemos um círculo ou uma elipse. Veja:


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Figura 1 - Cortes de um cone que resultam em círculo e elipse.



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Figura 2 - Cortes de um cone que resultam em parábola e hipérbole.



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Figura 3 - Parábola: y - x2 = 0



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Figura 4 - Hipérbole: y2 - x2 = 1

Veja no texto "Elipse" como as equações reduzidas dessas duas curvas se equiparam às equações da elipse:

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Nota: os centros da hipérbole e da elipse possuem coordenadas (0,0), sendo que a parábola tem o seu vértice nesse ponto, enquanto a, b, c, d e k são constantes correspondentes a cada curva.
*Carlos Alberto Campagner

terça-feira, 7 de janeiro de 2020

Equação Biquadrada

Colégio Estadual Dinah Gonçalves
email accbarroso@hotmail.com
www.youtube.com/accbarroso1     

Toda equação tem uma forma geral que a representa, as equações biquadradas possuem a seguinte forma:

ax4 + bx2 + c = 0

Sendo que a, b e c podem assumir qualquer valor real desde que a seja diferente de zero. Veja alguns exemplos de equações biquadradas.

2x4 + 5x2 – 2 = 0; a = 2, b = 5, c = -2

-x4 – x = 0; a = -1, b = -1, c = 0

x4 = 0; a = 1, b = 0, c = 0

Observando as equações biquadradas percebemos uma de suas características: são equações onde os expoentes das suas incógnitas são sempre pares.

Para resolver esse tipo de equação é preciso substituir as incógnitas, tornando-a uma equação do segundo grau, veja os exemplos abaixo e compreenda como resolver passo a passo uma equação biquadrada.

Exemplo 1:

Resolva a equação biquadrada (x2 – 1) (x2 – 12) + 24 = 0. Devemos organizá-la primeiro, ou seja, tirar os parênteses e unir os termos semelhantes.

(x2 – 1) (x2 – 12) + 24 = 0
x4 – 12x2 – x2 + 12 + 24 = 0
x4 – 13x2 + 36 = 0

Agora devemos substituir a incógnita x2 por y.

x2 = y

x4 – 13x2 + 36 = 0
x2 . x2 – 13x2 + 36 = 0

y2 – 13y + 36 = 0

Resolvendo essa equação do segundo grau encontraremos como resultados de y’ e y’’ respectivamente os valores 9 e 4, como a incógnita da equação biquadrada é x, substituímos os valores de y na igualdade x2 = y e obteremos os respectivos valores de x.

Para y = 9
x2 = y
x2 = 9
x = ±√9
x = ± 3

Para y = 4
x2 = y
x2 = 4
x = ±√4
x = ±2

Portanto, a solução dessa equação biquadrada será {-3, -2, 2, 3}.

Exemplo 2:

Resolva a equação x4 – 5x2 + 10 = 0

Substituindo a incógnita x2 por y.

x2 = y

y2 – 5y + 10 = 0

Resolvendo essa equação do segundo grau o valor do discriminante ∆ será negativo, assim a solução será vazia.
extraido de www.mundoeducacao.com.br

Noções Fundamentais da Geometria. Idéias de ponto, reta e plano.


Ponto, Reta e Plano: Noções fundamentais da Geometria
by Roberto M.
O que é ponto? O que é reta? O que é plano
A Geometria tem seu início com as noções (idéias) de ponto, de reta e de plano.
Primeiramente, vou dizer que não existe definição para ponto,reta e plano.
Eles são conceitos que apreendemos através de nossas observações e experiências. Com nossos sentidos, formamos idéias, temos impressão, imaginamos o significado de ponto, reta e plano.
Vamos então imaginar: 

Ponto

- O ponto não tem tamanho;
- O ponto não tem dimensão;
- O simples toque do lápis no papel nos dá a idéia de um ponto;
- Uma estrela no céu, ou uma picada de agulha na pele são outras sensações de ponto;
- Por não ter tamanho, ele está em qualquer lugar, sendo assim, tudo é formado por pontos, toda e qualquer figura geométrica é formada por infinitos pontos. As figuras geométricas são formadas por um conjunto de pontos.
- Geralmente, para se indicar os pontos, usam-se as letras maiúsculas do nosso alfabeto: A, B, C, D, E, O, P, Q, etc.
- É fácil representar as imagens de pontos. Pegando um lápis e uma folha de papel, é só encostar a ponta do lápis no papel e estará representado o ponto. Vejam:
Os pontos na geometria

Reta

- A reta tem tamanho somente em uma direção;
- A reta tem somente uma dimensão;
- Se esticarmos um fio de linha bem esticadinho, teremos a noção de um “pedaço” de reta;
- Se esse fio de linha for pego de um carretel gigantesco, for infinito, não tiver começo nem fim, nos dará a idéia de uma reta;
- Como toda figura geométrica, a reta é formada por pontos, por infinitos pontos. A reta é um conjunto cujos elementos são pontos.
- Geralmente para se indicar as retas, usam-se as letras minúsculas do nosso alfabeto: a, b, c, r, s, t, etc.
- É fácil representar as imagens de retas. Com um lápis, um papel e uma régua, é só traçar uma linha e estará representada a reta. Vejam:
As retas e a geometria

Plano

- O plano tem tamanho em duas direções;
- O plano tem duas dimensões;
- Se olharmos uma folha de papel, teremos a noção de um pedaço de um plano;
- Se esse papel fosse gigantesco, não tivesse nem fim nem começo em qualquer lado que olhássemos, teríamos a idéia de um plano;
- Como toda figura geométrica, o plano é formado por pontos, por infinitos pontos. O plano é um conjunto cujos elementos são pontos.
- Geralmente para se indicar os planos, usam-se as letras minúsculas do alfabeto grego: (alfa), (beta), (gama), (delta), etc.
- Podemos representar as imagens de planos, desenhando na folha de papel, partes da própria folha de papel. Vejam:
O plano na geometria

Fixando o Conceito

- Veja o desenho de um campo de futebol:
O plano, a reta e os pontos em um campo de futebol

- O piso do gramado nos dá idéia de plano. O plano (alfa).
- A linha que divide o gramado em duas partes nos dá idéia de reta. A reta r.
- As duas marcas de pênalti nos dão idéia de pontos. Os pontos A e B.

Uma Constatação

- Por dois pontos distintos passa uma única reta;
- Isso nos leva a concluir que para Determinar uma Reta, bastam apenas dois pontos.
- Por isso, geralmente denominamos uma reta r qualquer que passa pelos pontos A e B, também por reta AB. Vejam os exemplos:
Bastam apenas dois pontos para determinar uma reta

Uma Definição

- Dois ou mais pontos que pertencem à mesma reta são chamados colineares, ou seja, estão na mesma linha. Veja os exemplos:
Dois ou mais pontos que pertencem à mesma reta são chamados colineares.

- Desse modo, como A, B, C e D pertencem à reta r, dizemos que A, B, C e D são colineares e, portanto a reta r passa pelos pontos A, B, C e D.
- Da mesma maneira, como X, Y e Z pertencem à reta t, dizemos que X, Y e Z são colineares e que a reta t passa pelos pontos X, Y e Z.
- Analogamente, com R e S pertencem à reta a, podemos dizer que R e S são colineares e que a reta a passa pelos pontos R e S.

Artigos Recomendados:

Equação Biquadrada

Toda equação tem uma forma geral que a representa, as equações biquadradas possuem a seguinte forma:

ax4 + bx2 + c = 0

Sendo que a, b e c podem assumir qualquer valor real desde que a seja diferente de zero. Veja alguns exemplos de equações biquadradas.

2x4 + 5x2 – 2 = 0; a = 2, b = 5, c = -2

-x4 – x = 0; a = -1, b = -1, c = 0

x4 = 0; a = 1, b = 0, c = 0

Observando as equações biquadradas percebemos uma de suas características: são equações onde os expoentes das suas incógnitas são sempre pares.

Para resolver esse tipo de equação é preciso substituir as incógnitas, tornando-a uma equação do segundo grau, veja os exemplos abaixo e compreenda como resolver passo a passo uma equação biquadrada.

Exemplo 1:

Resolva a equação biquadrada (x2 – 1) (x2 – 12) + 24 = 0. Devemos organizá-la primeiro, ou seja, tirar os parênteses e unir os termos semelhantes.

(x2 – 1) (x2 – 12) + 24 = 0
x4 – 12x2 – x2 + 12 + 24 = 0
x4 – 13x2 + 36 = 0

Agora devemos substituir a incógnita x2 por y.

x2 = y

x4 – 13x2 + 36 = 0
x2 . x2 – 13x2 + 36 = 0

y2 – 13y + 36 = 0

Resolvendo essa equação do segundo grau encontraremos como resultados de y’ e y’’ respectivamente os valores 9 e 4, como a incógnita da equação biquadrada é x, substituímos os valores de y na igualdade x2 = y e obteremos os respectivos valores de x.

Para y = 9
x2 = y
x2 = 9
x = ±√9
x = ± 3

Para y = 4
x2 = y
x2 = 4
x = ±√4
x = ±2

Portanto, a solução dessa equação biquadrada será {-3, -2, 2, 3}.

Exemplo 2:

Resolva a equação x4 – 5x2 + 10 = 0

Substituindo a incógnita x2 por y.

x2 = y

y2 – 5y + 10 = 0

Resolvendo essa equação do segundo grau o valor do discriminante ∆ será negativo, assim a solução será vazia.
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Fator comum

Para fatorar expressões algébricas é necessário observar atentamente qual caso de fatoração pode ser aplicado.

São sete os casos diferentes utilizados na fatoração de expressão algébricas. O primeiro caso é a fatoração por meio do termo em comum ou colocação de termos em evidência.

Para fatorar uma expressão algébrica utilizando esse primeiro caso de fatoração, todos os monômios da expressão algébrica devem ter pelo menos algum termo em comum.
A fatoração é feita colocando o termo comum em evidência, veja alguns exemplos:

►a – ab é uma expressão algébrica, veja como devemos fatorar:

É preciso analisar se o 1º caso poderá ser utilizado para a fatoração, então é necessário analisar todos os seus monômios (termos) para ver se há termos em comum.

a – ab essa expressão tem dois monômios a e ab
Os dois possuem termos semelhantes: o termo semelhante é a. Então, colocamos esse termo comum em evidência.

Quando colocamos a em evidência devemos dividir a e ab (os monômios) por a (termo comum), assim:

a : a = 1, pois todo número (ou letra) dividido por ele mesmo é igual a 1.

ab : a = b, pois a : a = 1, então ficaria 1b que é o mesmo que b.

Portanto a – ab = a (1 – b)

Termos
em evidência

►a3 – 4a2 é uma expressão algébrica, veja como fatorar:

Essa expressão algébrica tem 2 monômios a3 e 4a2, eles têm o a como termo semelhante, então podemos colocá-lo em evidência, mas poderá surgir uma dúvida, devemos colocar o a3 ou a2? Devemos colocar sempre o de menor expoente, então colocamos a2.

Assim, devemos dividir a3 e 4a2 por a2, assim:

a3 : a2 = a, pois a3 = a .a .a, então a . a . a : a2 é o mesmo que 1a = a.

4a2 : a2 = 4, pois a2 : a2 = 1, então ficaria 4 . 1 que é mesmo que 4.

Portanto a3 – 4a2 = a2 (a – 4).

Termos
em evidência


►x4 - 2x3 + x2 + x é uma expressão algébrica que tem quatro monômios, eles têm termos em comum, como esses termos têm mesma base devemos pegar o de menor expoente, então o termo em comum é x.

O termo em evidência deverá ser dividido pelos monômios x4 , 2x2 , x2 e x, assim:

x4 : x = x3, pois em bases iguais conservamos a base e diminuímos os expoentes.

2x3 : x = 2x2, pois em bases iguais conservamos a base e diminuímos os expoentes.

x2 : x = x, pois em bases iguais conservamos a base e diminuímos os expoentes.

x : x = 1, pois qualquer número ou letra dividido por ele mesmo é igual a 1.

Portanto x4 - 2x3 + x2 + x = x (x3 – 2x2 + x – 1).

Termos
em evidência

► 4r + 12 é uma expressão algébrica, olhando rapidamente podemos pensar que não existe termo semelhante, o que seria errado, pois o número 12 pode ser fatorado em dois fatores 12 = 4 . 3, com essa fatoração percebemos que há um termo em comum na expressão algébrica, esse é o 4.

Então, pegamos os monômios 4r e 12 e dividimos por 4, ficando assim:

4r : 4 = 1r ou r

12 : 4 = 3

Portanto, 4r + 12 = 4 (r + 3)

Termos
em evidência

► Para fatorarmos a expressão algébrica (x + 1) (x – 3) + 2 (x + 1) devemos ter um pouco mais de cuidado, pois em primeiro lugar separamos os termos:

(x + 1) (x – 3) + 2 (x + 1) a expressão possui dois termos.
↓ ↓
1º termo 2º termo

O termo semelhante é (x + 1), pois é encontrado tanto no 1º termo, como no 2º.

Então, devemos dividir o 1º termo e o 2º por (x + 1), ficando assim:

[(x + 1) (x – 3)] : (x + 1) = (x – 3)

2 (x + 1) : (x + 1) = 2

Portanto, (x + 1) (x – 3) + 2 (x + 1) = (x + 1) (x – 3 + 2)
(x + 1) (x – 3) + 2 (x + 1) = (x + 1) (x – 1)

Termos
em evidência

Para conferir se as fatorações estão corretas, basta efetuar as fatorações, veja:

Para verificar se a fatoração 4r + 12 = 4 (r + 3) está correta, basta pegar a expressão algébrica fatorada 4 (r + 3) e resolvê-la:

Aplicando a propriedade distributiva temos: 4 (r + 3) = 4 . r + 4 . 3 = 4r + 12. Podemos concluir que a fatoração está correta.

Variância e Desvio Padrão

Observe as notas de três competidores em uma prova de manobras radicais com skates.

Competidor A: 7,0 – 5,0 – 3,0

Competidor B: 5,0 – 4,0 – 6,0

Competidor C: 4,0 – 4,0 – 7,0

Ao calcular a média das notas dos três competidores iremos obter média cinco para todos, impossibilitando a nossa análise sobre a regularidade dos competidores.
Partindo dessa ideia, precisamos adotar uma medida que apresente a variação dessas notas no intuito de não comprometer a análise.

Variância e Desvio Padrão

A variância é calculada subtraindo o valor observado do valor médio. Essa diferença é quanto um valor observado se distância do valor médio. Observe os cálculos:

Competidor A



Competidor B



Competidor C




Desvio Padrão
É calculado extraindo a raiz quadrada da variância.

Competidor A
√2,667 = 1,633

Competidor B
√ 0,667 = 0,817

Competidor C
√2 = 1,414

Podemos notar que o competidor B possui uma melhor regularidade nas notas.
Por Marcos Noé

Função Modular

Inicialmente definimos módulo de um número real como |x| , ou valor absoluto de x.
Entende-se módulo como:

, assim o significado destas sentenças é:

i) o módulo de um número real não negativo é o próprio número.
ii) o módulo de um número real negativo é o oposto do número.

Exemplo:

|1| = 1 , |–3| = 3 , |+5| = 5, – | – 1| = –1.

Conseqüências importantes:

Função Modular é aquela que associa a cada elemento x real um elemento |x|

Para que o conceito de função fique claro adotamos a notação de uma função f(x) = |x|, como sendo:

Sendo que o gráfico de f(x) = |x| é semelhante ao gráfico de f(x) = x, sendo que a parte negativa do gráfico será “refletida” sempre para um f(x) positivo.

Um outro exemplo para uma função modular seria a função modular do 2º grau ,
sendo f(x) = |x2 – 4| , assim :

assim temos o gráfico:

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Cálculo estequiométrico

O cálculo estequiométrico, apesar de temido por muitos vestibulandos, deixa de ser um problema se os seguintes passos forem seguidos:

1.° passo – Montar e balancear a equação química.

2.° passo – Escrever a proporção em mols (coeficientes da equação balanceada).

3.° passo – Adaptar a proporção em mols às unidades usadas no enunciado do exercício (massa, volume nas CNTP, n.° de moléculas etc).

4.° passo – Efetuar a regra de três com os dados do exercício.

Equações químicas

As reações que os elementos têm entre si para formar um composto são representadas por equações químicas. Exemplo da reação do hidrogênio com o oxigênio para formar água:



As substâncias no lado esquerdo são chamadas reagentes e, no lado direito, produtos. Os números antes dos símbolos (omitido se for 1) indicam a quantidade de moléculas. Os símbolos entre parênteses indicam o estado físico: (s) sólido, (l) líquido, (g) gasoso e (aq) solução aquosa (muitas substâncias só reagem em solução aquosa). Lembrar que a equação química indica a possibilidade de uma reação. Isto significa que a reação nem sempre ocorrerá com o simples contato físico das substâncias. Algumas precisam de aquecimento, outras,de meio aquoso, outras,de ignição (é o caso do exemplo),etc.

Uma equação química deve ser balanceada, isto é, cada elemento deve ter o mesmo número de átomos em ambos os lados da equação. No exemplo dado, esta condição está satisfeita. O balanceamento significa a necessária igualdade de massas entre os dois lados da equação uma vez que não pode haver perda ou ganho de massa.

Massa atômica, massa molecular

Em química, no lugar das unidades convencionais, a massa de um átomo é expressa em unidades de massa atômica (u) que equivale exatamente a 1/12 da massa do isótopo 12C (carbono 12). Na unidade comum, corresponde a 1,6605402 x 10-27 kg . Pelo fato de o carbono 12 possuir 6 prótons e 6 nêutrons, concluímos que a unidade de massa atômica é, aproximadamente, a massa de um próton ou de um nêutron(1 próton=1,0081u; 1 nêutron=1,0090u). O átomo de 12C foi escolhido como átomo padrão na construção das escalas de massas atômicas. Sua massa atômica foi fixada em 12u.

Unidade de massa atômica (u) é a massa de 1/12 do átomo de 12C.

Massa atômica de um átomo – É a massa desse átomo expressa em u. Indica quantas vezes a massa do átomo é maior que 1/12 da massa de 12C.

Massa atômica de um elemento – A massa atômica de um elemento é a massa média dos átomos desse elemento expressa em u. É igual à média ponderada das massas atômicas dos isótopos constituintes do elemento.
Aplicação

Na reação N2 + H2 NH3, qual é a massa de H2 que reage, quando são obtidos 3 mols de NH3?

Solução:

Fórmula molecular (ou bruta) e fórmula empírica

A fórmula química para um composto obtido por análise de composição sempre é a fórmula empírica. Podemos obter a fórmula molecular da fórmula empírica se nós soubermos a massa molecular do composto. A fórmula molecular sempre será algum múltiplo inteiro da fórmula empírica (isto é, múltiplos inteiros das subscrições da fórmula empírica).

Ex: a Vitamina C (ácido ascórbico) contém 40,92% de C; 4,58% de H e 54,50% de O, em massa. A massa molecular experimentalmente determinada é 176u. Quais são as fórmulas empírica e molecular para o ácido ascórbico?

Em 100 gramas de ácido ascórbico, temos: 40,92 gramas de C; 4,58 gramas de H; 54,50 gramas de O. Isto nos dá os mols de cada elemento:

(40,92g C) x (1mol/12,011g)=3,407moles de C.

(4,58g H) x (1mol/1,008g)=4,544mols de H.

(54,50g O) x (1mol/15,999g)=3,406mols de O.

Determina-se a relação com menor número inteiro, dividindo-se cada valor pelo de menor quantidade de mols (3.406 moles do Oxigênio):

A quantidade relativa de mols de carbono e oxigênio parece ser igual, mas a quantia relativa de hidrogênio é mais alta. Considerando que não podemos ter “átomos fracionários” em um composto, nós precisamos normalizar a quantia relativa de hidrogênio para ser igual a um inteiro. 1.333 é 1 + 1/3, assim se multiplicarmos as quantias relativas de cada átomo por ‘3’, deveremos obter valores inteiros para cada átomo.

C = (1.0) x 3 = 3

H = (1.333) x 3 = 4

O = (1.0) x 3 = 3

ou, C3H4O3

Esta é a fórmula empírica para o ácido ascórbico. E a fórmula molecular? Falamos que, experimentalmente, foi determinada uma massa molecular de 176u.Qual é a massa molecular dafórmula empírica?

(3 x 12,011) + (4 x 1,008) + (3 x 15,999) = 88,062u.

A massa molecular da fórmula empírica é menor que a experimentalmente determinada. Qual é a relação entre os dois valores?

(176u /88,062u) = 2,0

Se multiplicarmos a fórmula empírica por ‘2’, então a massa molecular estará correta. Assim, a fórmula molecular é:

2 x C3H4O3 = C6H8O6
extraido de www.colaweb.com.br

Progressão Aritmética

A regra de Cramer é uma das maneiras de resolver um sistema linear, mas só poderá ser utilizada na resolução de sistemas que o número de equações e o número de incógnitas forem iguais.

Portanto, ao resolvermos um sistema linear de n equações e n incógnitas para a sua resolução devemos calcular o determinante (D) da equação incompleta do sistema e depois substituirmos os termos independentes em cada coluna e calcular os seus respectivos determinantes e assim aplicar a regra de Cramer que diz:

Os valores das incógnitas são calculados da seguinte forma:

x1 = D1
D

x2 = D2
D

x3 = D3 ... xn = Dn
D D

Veja no exemplo abaixo de como aplicar essa regra de Cramer:

Dado o sistema linear , para resolvê-lo podemos utilizar da regra de Cramer, pois ele possui 3 equações e 3 incógnitas, ou seja, o número de incógnitas é igual ao número de equações.

Devemos encontrar a matriz incompleta desse sistema linear que será chamada de A.


. Agora calculamos o seu determinante que será representado por D.



D = 1 + 6 + 2 + 3 – 1 + 4
D = 15.

Agora devemos substituir os temos independentes na primeira coluna da matriz A, formando assim uma segunda matriz que será representada por Ax.



. Agora calcularmos o seu determinante representado por Dx.



Dx = 8 + 4 + 3 + 2 – 8 + 6
Dx = 15

Substituímos os termos independentes na segunda coluna da matriz incompleta formando a matriz Ay.


. Agora calcularmos o seu determinante Dy.



Dy = -3 + 24 +4 – 9 – 2 + 16
Dy = 30

Substituindo os termos independentes do sistema na terceira coluna da matriz incompleta formaremos a matriz Az.


. Agora calculamos o seu determinante representado por Dz.



Depois de ter substituído todas as colunas da matriz incompleta pelos termos independentes, iremos colocar em prática a regra de Cramer.

A incógnita x = Dx = 15 = 1
D 15

A incógnita y = Dy = 30 = 2
D 15

A incógnita z = Dz = 45 = 3
D 15

Portanto, o conjunto verdade desse sistema será V = {(1,2,3)}.

Seja (a1, a2, a3, ... , ak, ... , a50) uma progressão aritmética. Se a2 = 14, a5 – a3 = 18 e

ak = 239, então k é igual a:

Resolução:
Retirando os dados do problema temos:

a2 = 14
a5 – a3 = 18
ak = 239
k = ?
Para o calculo de k deveremos utilizar a equação ak = a1 + (k – 1) . r , mas para darmos continuidade devemos achar o valor de a1 e de r, então observe os cálculos abaixo:

Utilizando o termo geral da P.A, an = a1 + (n-1) . r podemos dizer que:
a2 = a1 + r
14 = a1 + r

Utilizando novamente o termo geral da P.A, podemos dizer que:
a5 = a1+ 4r e a3 = a1 + 2r

Substituindo no dado do problema a5 – a3 = 18, temos:

a1 + 4r - a1 - 2r = 18 → unindo os termos semelhantes.

a1 - a1 + 4r - 2r = 18 → operando os termos semelhantes.

2r = 18

r = 18 : 2

r = 9

Agora devemos descobrir o valor de a1, para isso substituiremos o valor de r = 9 na equação 14 = a1 + r:

a1 + 9 = 14

a1 = 14 – 9

a1 = 5

Agora que sabemos que a1 = 5 e r = 9 podemos calcular qual é o termo de k:

ak = a1 + (k – 1) .r → Substituído os dados na equação.

239 = 5 + (k – 1) . 9

239 = 5 + 9k – 9 → unindo os termos semelhantes.

239 -5 + 9 = 9k
243 = 9k

k = 243 : 9

k = 27

Assim descobrimos que ak é o vigésimo sétimo termo da P.A.


Uma P.G de razão 3 foi formada introduzindo–se três termos entre o 2º termo e 486. Qual o 1º termo da P.G?

Resolução:

q = 3
Como foram introduzidos três termos entre o 2º termo e 486 podemos então concluir que 486 é o sexto termo da minha P.G.

a1 , a2, a3, a4, a5, 486

a3 , a4 e a5 são os três termos introduzidos.

Então podemos dizer que a6 = 486, utilizando o termo geral de uma P.G
an = a1 . qn - 1, temos:

a6 = a1 . qn – 1 → Substituindo os dados.

486 = a1 . 36 – 1

486 = a1 . 35

486 = a1 . 243

a1 = 486 : 243

a1 = 2

Observe a seqüência abaixo:
( 2, 5, 8, 11, ...)
Notemos que a diferença entre um termo qualquer dessa seqüência e seu antecedente é sempre igual a 3:
5 – 2 = 3
8 – 5 = 3
11 – 8 = 3


Assim:

Progressão Aritmética (P.A) é uma seqüência de números reais em que a diferença entre um termo qualquer ( a partir do segundo) e o tremo antecedente é sempre a mesma (constante).
Essa constante é chamada de razão da P.A representada por r.
Exemplos:
• (-5, -3, -1, 1, 3, 5, 7, ...) é P.A de razão r = 2.


• (23, 20, 17, 14,...) é P.A de razão r = -3.


• (5, 5, 5, 5,...) é P.A de razão r = 0.

A razão tem algumas particularidades como:
• r > 0, dizemos que a P.A é crescente
• r < 0, dizemos que a P.A é decrescente
• r = 0, todos os termos da P.A são iguais, ou seja, a P.A é constante.

TERMO GERAL DA P.A.

Considerando a P.A (a1, a2, a3, a4, ...., an) de razão r. Temos:
• a2 - a1 = r → a2 = a1 + r


• a3 - a2 = r → a3 = a2 + r → a3 = a1 + 2r


• a4 – a3 = r → a4 = a3 + r → a4 = a1 + 3r
. . .

. . .

. . .
Assim:

an = a1 + ( n – 1) . r

Essa fórmula acima é conhecida como a fórmula do termos geral de uma P.A.

Exmplo:
Vamos calcular o 20º termo da P.A (26, 31, 36, 41, ...):
Para efetuarmos os calulos é necessário que retiremos os dados necessários.
Como: a1 = 26 e r = 31 – 26 = 5
Utilizando a fórmula do termo geral caculemos o 20º termo da P.A.
a20 = 26 + ( 20 – 1) . 5
a20 = 26 + 19 . 5
a20 = 26 + 95
a20 = 121
Conclimos que o 20º termo dessa P.A é 121.

NOTAÇÕES ESPECIAIS

Para determinar uma P.A apartir de seus elementos utilizamos de algumas notações que facilitam a resolução de alguns exercícios.

• Para três termos em P.A, podemos escrever:
( x – r , x , x + r )


• Para cinco termos em P.A, podemos escrever:
(x – 2r , x – r , x , x + r , x – 2r )

Exemplo:
Determine três números em P.A, sabendo que o elemento central é 4 e o produto entre eles é 28.
Para efetuarmos os calculos é necessário que retiremos os dados:
Como a P.A tem 3 termos ( x – r , x , x + r ) e x = 4
(x – r) . x . (x + r) = 28.
Então:
(4 – r) . 4 . (4 + r) = 28
r = +3 e r = -3
Assim iremos obter duas P.A
Para r = +3 a P.A será ( 1, 4, 7)
Para r = -3 a P.A será ( 7, 4, 1)

SOMA DOS n PRIMEIROS TERMOS DE UMA P.A

A fórmula que nos permite calcular a soma dos n primeiros termos de uma P.A qualquer é preciso:
Considere a P.A (a1, a2, a3, ..., an - 2, an – 1 , ... , an, … ) Indiquemos a soma dos n primeiros termos por Sn. Temos então:


Sn = a1 + a2 + a3 + ... + an – 2 + an - 1 + an ou
Sn = an + an - 1 + an - 2 + ... +a3 + a2 + a1

Somando essas igualdades membro a membro, obtemos:

sn=a1+an.n/2
Progressão Geométrica

Observe a seqüência:
( 3, 6, 12, 24, 48, ... )
Notemos que, dividindo um termo qualquer dessa seqüência pelo termo antecedente, o resultado é sempre igual a 2:

a2 : a1 = 6 : 3 = 2
a4 : a3 = 24 : 12 = 2
a5 : a4 = 48 : 24 = 2

Progressão Geométrica (P.G) é a seqüência de números reais não nulos em que o quociente entre um termo qualquer (a partir do 2º) e o termo antecedente é sempre o mesmo (constante).
Essa constante é chamada de razão, representada pela letra q.
Exemplos:

• (2, 6, 18, 54,...) é uma P.G de razão q = 3
• (-5, 15, -45, 135,...) é uma P.G de razão q = -3


TERMO GERAL DE UMA P.G

Vamos agora encontrar uma expressão para obtermos o termo geral de uma P.G conhecendo apenas o primeiro termo (a1) e a razão (q).
Isso é possível graças à lei de formação específica da P.G.:
Seja ( a1, a2, a3, ... , an) uma P.G de razão q. Temos:

a2 : a1 = q → a2 = a1 . q

a3 : a2 = q → a3 = a2 . q → a3 = a1 . q²

a4 : a3 = q → a4 = a3 . q → a4 = a3 . q³
. . .
. . .
. . .
Seguindo chegaremos ao termo an, que ocupa a n-ésimo posição da P.G. Dada pela expressão:


an = a1 . qn – 1

Essa expressão é conhecida como a fórmula do termo geral de uma P.G..
Exemplo:

Vamos determinar o 10º termo da P.G ( , 1, 3, 9, ... ):
Sabendo que a1 = 1 e que q = 3.
Assim, pela expressão do termo geral da P.G, podemos escrever:
a10 = a1 . q9 → a10 = 1 . 39 → a10 = 19683

SOMA DOS n PRIMEIROS TERMOS DE UMA P.G

Para somarmos os elementos de uma P.G, considere a seqüência como uma P.G (a1, a2, a3, ..., an) de razão q ≠ 1.

Somando todos os termos dessa P.G:
Sn = a1 + a2 + a3 + ... + an-1 + an (I)
Multiplicando os dois membros da igualdade acima por q, e lembrando a formação dos elementos de uma P.G., vem:

q . Sn = q (a1 + a2 + a3 + a4 + ... + an - 1 + an) = a1 . q + a2 . q + a3 . q + … + an-1 . q + an .

q . Sn = a2 + a3 + a4 + … + an + an .q (II)

Fazendo (II) – (I), temos:
q . Sn – Sn = ( a2 + a3 + … + an-1 + an + an . q) - (a1 + a2 + a3 + … + an-1 + an)
Sn . (q – 1) = an . q – a1
Como an = a1 . qn – 1 , vem:
Sn . (q – 1 ) = a1 qn – 1 . q - a1, isto é,



Seqüência é sucessão, encadeamento de fatos que se sucedem.
É comum percebermos em nosso dia-a-dia conjuntos cujos elementos estão dispostos em certa ordem, obedecendo a uma seqüência.
Por exemplo:
Todos nós sabemos que o Brasil é penta campeão mundial de futebol e os anos, em ordem cronológica, em que ele foi campeão mundial são: 1958, 1962, 1970, 1994 e 2002. Essas datas formam um conjunto com os elementos dispostos numa determinada ordem.
O estudo de seqüência dentro da matemática é o conjunto de números reais dispostos em certa ordem. Assim chamado de seqüência numérica.

Exemplo:
• O conjunto ordenado (0, 2, 4, 6, 8, 10,...) é a seqüência de números pares.
• O conjunto ordenado (7, 9, 11, 13,15) é a seqüência de números impares ≥ 7 e ≤ 15.
• O conjunto ordenado (2, 10, 12, 16, 17, 18, 19, 200) é uma seqüência de números que começa com a letra D.

Matematicamente quando temos uma seqüência numérica qualquer, representamos o seu 1º termo por a1 assim sucessivamente, sendo o n-ésimo termo an.
Exemplo:
• (2, 4, 6, 8, 10) temos: a1 = 2; a2 = 4; a3 = 6; a4 = 8; a5 = 10

A seqüência acima é uma seqüência finita sua representação geral é (a1, a2, a3,..., an ), para as seqüências que são infinitas a representação geral é (a1, a2, a3, an, ... ).

Para determinarmos uma seqüência numérica precisamos de uma lei de formação.
Exemplo:
A seqüência definida pela lei de formação an = 2n² - 1, n N*, onde n = 1, 2, 3, 4, 5, ... e an é o termo que ocupa a n-ésima posição na seqüência. Por esse motivo, an é chamado de termo geral da sequência.
Utilizando a lei de formação an = 2n² - 1, atribuindo valores para n, encontramos alguns termos da seqüência.
• n = 1 → a1 = 2 . 1² - 1 → a1 = 1
• n = 2 → a2 = 2 . 2² - 1 → a2 = 7
• n = 3 → a3 = 2 . 3² - 1 → a3 = 17
• n = 4 → a4 = 2 . 4² - 1 → a4 = 31
.
.
.
Assim a seqüência formada é (1, 7, 17, 31, ...)
http://carlinho.blig.ig.com.br/

Angulos Complementares, Angulos Suplementares e Angulos Adjacentes

Colégio Estadual Dinah Gonçalves
email accbarroso@hotmail.com        


Podemos determinar ângulo como a região do plano limitada por duas semirretas de mesma origem que recebem o nome de lados do ângulo e a origem é denominada vértice. Observe:
Ângulos complementares são dois ângulos que somados totalizam 90º, isto é, um é complemento do outro.



Na ilustração temos que:

α + β = 90º ou
α = 90º – β e ainda
β = 90º – α


Ângulos suplementares são dois ângulos que somados são iguais a 180º, um é suplemento do outro.


Na ilustração temos que:

α + β = 180º ou
α = 180º – β e ainda
β = 180º – α


Ângulos adjacentes são aqueles que possuem um lado em comum, mas as regiões determinadas não possuem pontos em comum. Observe a ilustração:
Os ângulos AÔB e BÔC são adjacentes, pois possuem o lado OB em comum, mas suas regiões determinadas não possuem pontos em comum.

Os ângulos AÔC e AÔB não são adjacentes, embora possuam um lado em comum, suas regiões determinadas possuem pontos em comum. A região AÔB pertence à região AÔC.


Ângulos adjacentes e suplementares

De acordo com a ilustração acima, os ângulos AÔB e BÔC são adjacentes, pois possuem o lado OB e suas áreas determinadas não possuem duplicidade de pontos. São suplementares, pois a soma dos ângulos α e β totalizam 180º.
Marcos Noé

Dificuldades no Emprego do S e do Z


Em latim, o s intervocálico tinha valor fonético eqüivalente ao ss do português, tal como em espanhol. Em nossa língua, entretanto, o s intervocálico adquiriu som de z, o que gera, freqüentemente, confusão e incerteza na grafia de certas palavras, quando titubeamos entre s e z.

Não raro, lemos em escritos médicos expressões como estas: "hérnia hiatal por deslisamento", "retardo de esvasiamento", "extravazamento de líquido", "atrazo na eliminação do contraste", e outras semelhantes.

Analisemos os exemplos citados:

1. Deslizamento - Derivado do verbo deslizar. Há em português o verbo deslisar, com s (des + liso + ar), com o mesmo sentido de alisar, tornar liso, e deslizar, com z, que significa escorregar, resvalar, passar de manso.[1]

O verbo deslizar, de origem incerta e de formação mais antiga que deslisar, já se encontra registrado no dicionário de Moraes (1813). Em espanhol, o verbo deslizar também se escreve com z enquanto liso se escreve com s, fato este que, segundo Nascentes indica origens diversas para ambos os vocábulos.[2] Para outros, o vocábulo teria vindo para o português através do espanhol, o que explicaria a grafia com z.[3]

2. Esvaziamento - Derivado de esvaziar, que por sua vez, origina-se de vazio, do latim vacivus, vago, desocupado. Neste caso, entende-se mais facilmente porque vazio se deve grafar com z. Segundo a fonética histórica, os grupos ti e ci, do latim vulgar, evoluíram naturalmente para z. Ex.: judiciu, juízo; cinícia, cinza; ratione, razão. Somente em palavras introduzidas posteriormente pelas camadas mais cultas da população, ti evoluiu para ç. Ex.: gratia, graça; capitia, cabeça.[4]

3. Extravasamento - Embora vazio e vazar se escrevam com z, extravasar, do mesmo modo que envasar, deve grafar-se com s. Todos os léxicos relacionam estes verbos com vaso, do latim vasum.

4. Atraso - Deverbal de atrasar, formado de atrás + ar. Atrás por sua vez, formou-se da preposição a + trás, que se escreve com s, ao contrário de traz, do verbo trazer, que se escreve com z. É óbvio, portanto, que atraso e todos os seus cognatos devem ser escritos com se não com z.

Muitas outras palavras existem em que vacilamos entre s e z. Na dúvida, o melhor é recorrer a um bom dicionário ou, se possível, a mais de um, pois muitas vezes há divergências até mesmo entre os lexicógrafos.

Nos exemplos citados as formas corretas são: "hérnia hiatal por deslizamento", "retardo de esvaziamento", "extravasamento de líquido" e "atraso na eliminação do contraste".

Referências

1. FERREIRA, A.B.H., Novo dicionário da língua portuguesa, 3.ed. Rio de Janeiro, Ed. Nova Fronteira, 1999.
2. NASCENTES, A., Dicionário etimológico da língua portuguesa. Rio de Janeiro, Liv. Francisco Alves, 1932.
3. CARVALHO, J.M., Dicionário prático da língua nacional. Rio de Janeiro, Editora Globo, 1957.
4. COUTINHO, Ismael de Lima - Pontos de gramática histórica, 5.ed. Rio de Janeiro, Liv. Acadêmica, 1962, p.149.

segunda-feira, 6 de janeiro de 2020

Tabuada Antonio Carlos C Barroso

Equação irracional

Equação irracional é toda equação que possui incógnita no radicando

Resolução de uma Equação Irracional

A resolução de uma equação irracional deverá ser efetuada procurando transformá-la, inicialmente, numa equação racional, obtida
quando elevarmos ambos os membros da equação a uma potência conveniente. Se for uma raiz quadrada elevaremos ao quadrado,
se for uma raiz cúbica elevaremos ao cubo, e assim, por diante.

Em seguida, resolvemos a equação racional encontrada e, finalmente, verificamos se as raízes da equação racional obtidas podem
ou não ser aceitas como raízes da equação irracional original ( verificar a igualdade).

É necessária essa verificação, pois, ao elevarmos os dois membros de uma equação a uma potência, podem aparecer na equação
obtida raízes estranhas à equação original.

Observemos alguns exemplos de resolução de equações irracionais no conjunto dos reais.

Exercícios Resolvidos








Respostas dos Exercícios Propostos

01 x = 11 02 x = 2 03 x = 7
04 x = 35 05 x = 8 06 x = 1 ou x = 2
07 x = 2 ou x = 3 08 x = 4 ou x = 5 09 x = 3
10 x = 4 11 x = 4 12 x = 9
13 x = 2 14 x = 1 15 x = 4 ou x = - 4
16 x = 10 17 x = 8 ou x = 1 18 x = 5
19 x = 15 20 x = 24 21 k = 15
22 x = 4 23 x = 5 24 x = 9
25 x = 7 26 x = 7 27 x = 2
28 k = 16 29 a = 2/3 30 x = 5

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Tecido Muscular


Colégio Estadual Dinah Gonçalves
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www.youtube.com/accbarroso1     


Tecido Muscular
O tecido muscular é uma parte do corpo humano que apresenta a contratibilidade como característica essencial, ou seja, quando submetido a um estímulo suas células encurtam-se. Esses estímulos podem ser de origem mecânica, elétrica ou química.

As células do tecido muscular têm origem mesodérmica e apresentam uma membrana, um citoplasma fundamental e um ou vários núcleos.

Existem três variedades de tecido muscular: tecido muscular liso, tecido muscular estriado esquelético, tecido muscular estriado cardíaco.

O tecido muscular liso é formado por células alongadas fusiformes, uninucleadas, contendo no citoplasma miofibrilas muito finas. Apresenta contrações lentas e involuntárias e é encontrado nas paredes do tubo digestivo, nas vias respiratórias, nos vasos sangüíneos e nos órgãos do sistema urogenital.

As células alongadas, plurinucleadas compõe o tecido muscular estriado. Os músculos esqueléticos apresentam contrações rápidas e voluntárias. Esses músculos envolvem as vísceras e a locomoção.

O tecido muscular estriado cardíaco tem contração rápida, involuntária e rítmica; é composto de células uninucleadas. No citoplasma dessas células encontram-se
miofibrilas produzindo discos claros e escuros. Esse tecido constitui o músculo do coração.

As fibras musculares são formadas por 80% de água, 1% de sais minerais e compostos orgânicos, como a glicose, fosfocreatina, proteínas, utilizados em seu metabolismo.

O tecido muscular estriado esquelético é constituído por várias fibras com estrias transversais, o que faz dele o tipo muscular considerado para a compreensão do funcionamento dos músculos.
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