terça-feira, 3 de março de 2020

Área em Coordenadas Polares











Área em Coordenadas Polares


O Cálculo Diferencial e Integral realmente é algo impressionante. Quanto mais eu estudo, mas fico admirado com sua empregabilidade na resolução de problemas. Houve uma revolução na matemática depois de Descartes, onde foi possível escrever e resolver equações em coordenadas cartesianas; denotar um ponto por meio de um par ordenado (xy) e assim a construção de gráficos para ilustrar as curvas. Em algumas situações é mais conveniente usar um outro sistema de coordenadas, como as coordenadas polares.
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[Figura 1: Espiral de Arquimedes: r = a +bθ]
Antes de continuar a leitura deste artigo, sugiro que leiam sobre O Sistema de Coordenadas Polares no blog Fatos Matemáticos, onde o Professor Mestre Paulo Sérgio explana de maneira brilhante sobre o assunto. Se você, caro leitor, já está acostumado com este sistema, por favor, continue a leitura.
Para estabelecermos um sistema de coordenadas polares no plano, primeiro denotemos um ponto fixo O que será o pólo e um raio r, que é uma semi-reta orientada com origem em O, que chamamos de eixo polar. Um ângulo na posição padrão tem vértice no pólo e o eixo polar como seu lado inicial.
Seja P um ponto genérico no plano e seja r a distância entre P e o pólo. Assim:
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Se P ≠ 0, então P pertence a uma única semi-reta com origem em Oconstituindo o lado terminal do ângulo. Este ângulo é denotado por θ e poderá ser em graus ou em radianos. Assim, o par ordenado do ponto P em coordenadas polares é indicado como:
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As coordenadas polares estabelecem a posição de um ponto P em relação a uma grade, formada por círculos concêntricos com centro no pólo e semi-retas partindo de O. O valor de r localiza P num círculo de raio r; o valor de θ localiza P numa semi-reta que é o lado terminal do ângulo θ; e P é determinado pela intersecção do círculo com a semi-reta.
O gráfico de uma equação polar consiste em todos os pontos P do plano que tem pelo menos um par de coordenadas polares (r, θ) satisfazendo a equação.
Da mesma forma que podemos determinar a área de uma região sob a curva num plano cartesiano aplicando o conceito de integral definida, podemos determinar a área de uma região plana em coordenadas polares compreendia entre as semi-retas que determinam o ângulo θ.
Considere a figura abaixo, cuja equação polar é r = f (θ), onde f é uma função contínua. Quando θ cresce de θ = α para θ = β, o ponto P = (f (θ), θ) se desloca ao longo da curva polar de (f (α), α) para (f (β), β) e o segmento de reta OPpercorre uma região plana. Esta é a região compreendida pela curva polar entre as semi-retas que determinam o ângulo θ, ou seja, entre θ = α e θ = β.
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[Figura 2]
A região polar mais simples talvez seja o setor circular compreendido pelo círculo de raio r entre θ = α e θ = β:
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[Figura 3]
Sabemos que a área de um círculo de raio r é dada por:
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Assim, a área do setor ocupa a fração (β – α) / 2π de todo o círculo e a área do setor será:
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Geralmente, mesmo que a curva polar não seja um círculo, quando o ângulo cresce de θ para θ + dθ, ou seja, tem uma variação infinitesimal, o segmentoOP percorrerá uma região infinitesimal que podemos tomá-la como um setor infinitesimal de um círculo de raio r = f (θ):
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[Figura 4]
Quando Δθ for infinitesimal, então a área infinitesimal do setor será dada por:
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Para que tenhamos a área total da região desejada, devemos somar estes infinitésimos, isto é, integramos as áreas de todos estes setores infinitesimais, desde θ = α a θ = β. Assim, teremos:
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Podemos representar esta fórmula sob a forma:
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Exemplo 1: Encontrar a área do hemisfério superior da região compreendida pela curva polar cardióide, cuja equação é:
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[Figura 5]
Quando θ varia de 0 a π, o segmento OP percorre o hemisfério superior da região interior à cardióide. Portanto, a área A da região será dada por:
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Exemplo 2: Encontrar a área da região compreendida pela lemniscata de equação:
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[Figura 6]
Vamos considerar somente 1/4 da lemniscata, já que é simétrica em relação ao pólo devido ao grau 2 de r. Assim, vamos considerar a porção da lemniscata para a qual:
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Quando θ = 0 e r = 2, e como θ cresce, o ponto P = (r, θ) se desloca para a esquerda ao longo da parte superior da lemniscata até chegar ao pólo O, quando θ = π/4. Assim, o segmento OP percorre um quarto da área:
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Este exemplo mostra que devemos saber o comportamento da curva para que possamos definir os limites de integração.
Quando utilizamos a fórmula clip_image048 para encontrar a área de uma região compreendida por uma curva polar r = f (θ) num intervalo Δθ, devemos estar certos que α ≤ β e que o segmento de reta radial OP, percorre apenas uma vez cada ponto no interior da região. Por exemplo, se quisermos determinar a área total no interior do limaçon r = 2 – 3sen(θ), seria incorreto integrar de 0 a 2π, pois quando θ vai de 0 a 2π, o segmento OP percorre duas vezes todos os pontos pertencentes ao laço interior.
Exemplo 3: Encontrar a área do laço interior ao limaçon de equação:
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[Figura 7]
Quando θ = 0, r = 2 e o ponto P (r, θ) = (2, 0) se encontra no eixo polar. Quando θ começa acrescer, r = 2 – 3sen(θ) começa a decrescer, atingindo 0 quando θ = sen–1(2/3), que é aproximadamente 41,8°. Neste ponto, o segmentoOP inicia o percurso da região desejada. Quando θ atinge o valor de π/2, então r= –1 e o segmento de reta OP, cujos pontos se movem para baixo, percorre exatamente metade a área desejada. Desta forma, a área da região será:
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Sendo:
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e
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Então:
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Também ocorre com freqüência a necessidade de encontrarmos a área de uma região plana compreendida por duas curvas, como por exemplo r = f (θ) e r = g(θ) entre dois pontos sucessivos de intersecção P1 e P2, onde:
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[Figura 8]
Se a região compreendida pela curva r = g (θ) entre P1 e P2 está contida na região compreendida pela curva r = f (θ) entre P1 e P2, então a área desejada Aé apenas a diferença de áreas das duas regiões:
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Exemplo 4: Encontrar a área da região interior ao círculo r = 4 cos(θ), que seja exterior ao círculo r = 2.
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[Figura 9]
Os dois círculos se interceptam em P1 = (2, – π/3) e P2 = (2, π/3). A área A da região procurada é dada por:
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Referências:
[1] Cálculo V1 – Munem-Foulis
fonte http://obaricentrodamente.blogspot.com.br/

produtos notáveis










Ex: (x + 2)(x - 2) = x2 – 22 = x2 – 4
fonte: matematiques.com.br

Dia Nacional da Matemática - 6 de maio

Aqui estão disponíveis algumas sugestões de atividades para serem realizadas, no dia 06 de maio, em comemoração ao Dia Nacional da Matemática. Secretaria Educação PARANÁ
Dia 14 de março (3,14...) DIA INTERNACIONAL DE PI - http://www.piday.org/
Dia 7 de março (Dia MUNDIAL de Matemática) http://www.worldmathsday.com/
Outros dias da Matemática organizados por instituições
http://www.msri.org/people/members/chillar/badmathday/

Jogos no Ensino de Matemática




Alguns substantivos e seu aumentativo

O aumentativo liga-se diretamente a uma das flexões referentes ao substantivo. Trata-se de uma das particularidades concernentes à Gramática, a qual precisamos tomar conhecimento de modo a torná-lo prático, tanto na fala quanto na escrita.
Em virtude de alguns substantivos apresentarem mais de uma forma, o fato torna-se alvo de alguns questionamentos, resultando na pronúncia ou na grafia de forma incorreta.

Entretanto, ao estabelecermos um contato mais efetivo com a leitura e a escrita, vamos agregando conhecimentos à nossa competência linguística, aperfeiçoando o vocabulário, bem como nossa capacidade argumentativa.

No intuito de colaborarmos para tal aquisição, evidencia-se a seguir uma relação com alguns substantivos e seu respectivo grau aumentativo:



Por Vânia Duarte
Graduada em Letras
Equipe Brasil Escola

Nomenclatura de ácidos, bases, sais e óxidos


Colégio Estadual Dinah Gonçalves
email accbarroso@hotmail.com        
   

ÁCIDOS

Para ácidos não oxigenados, usamos a terminação IDRICO. Exemplo:

* HCl – ácido clorídrico
* H2S – ácido sulfídrico
* H2Se – ácido selenídrico

Para ácidos oxigenados, a coisa complica um pouco.

Se o elemento possuir somente uma valência, usamos a terminação ICO. Exemplo :

* H2CO3 – ácido carbônico
* HBO3 – ácido bórico

Se o elemento tiver 2 valências, para a maior usamos ICO e para a menor OSO. Exemplos :

* H2SO3 – ácido sulfuroso
* H2SO4 – ácido sulfúrico
* HNO2 – ácido nitroso
* HNO3 – ácido nítrico

Se o elemento tiver 3 ou mais valências, usamos o prefixo HIPO junto com o sufixo OSO, e o prefixo PER junto com o sufixo ICO, nesta ordem.Exemplos :

* HClO – ácido hipocloroso
* HClO2 – ácido cloroso
* HClO3 – ácido clórico
* HClO4 – ácido perclórico

Existem casos em que o elemento forma diversos ácidos, porém sempre com a mesma valência. Usamos então os prefixos ORTO, META e PIRO. Exemplos :

* H3PO4 – ácido ortofosfórico
* HPO3 – ácido metafosfórico
* H4P2O7 – ácido pirofosfórico

Note que nos três ácidos o fósforo tem valência +5.


BASES

Se o elemento possuir somente uma valência, usamos a expressão “hidróxido de” seguida do nome do elemento. Exemplo :

* NaOH – hidróxido de sódio
* Ca(OH)2 – hidróxido de cálcio

Se o elemento possuir duas valências, usamos a expressão “hidróxido de” seguida do nome do elemento e os sufixos OSO e ICO, ou então a valência em números romanos. Exemplo :

Fe(OH)2 – hidróxido ferroso ou hidróxido de ferro II

Fe(OH)3 – hidróxido férrico ou hidróxido de ferro III


ÓXIDOS

Se o elemento possuir somente uma valência, usamos a expressão “óxido de” seguida do nome do elemento. Exemplo :

* BaO – óxido de bário
* K2O – óxido de potássio

Se o elemento possuir duas valências, usamos a expressão “óxido de” seguida do nome do elemento e os sufixos OSO e ICO, ou então a valência em números romanos. Exemplo :

* Cu2O – óxido cuproso ou óxido de cobre I
* CuO – óxido cúprico ou óxido de cobre II
* NiO – óxido niqueloso ou óxido de níquel II
* Ni2O3 – óxido niquélico ou óxido de níquel III


SAIS

Os sais derivam da reação de um ácido ou óxido com uma base.

Os sais sem oxigênio mudam a terminação IDRICO para a terminação ETO. Exemplo :

* CaS – sulfeto de cálcio, vem do ácido sulfídrico
* RbH – fluoreto de rubídio, vem do ácido fluorídrico

Os sais oxigenados de menor valência mudam a terminação OSO para ITO. Exemplo :

* Na2SO3 – sulfito de sódio, vem do ácido sulfuroso
* LiNO2 – nitrito de lítio, vem do ácido nitroso

Os sais oxigenados de maior valência mudam a terminação ICO para ATO. Exemplo :

* Na2SO4 – sulfato de sódio, vem do ácido sulfúrico
* NaClO3 – clorato de sódio, vem do ácido clórico.

Os prefixos HIPO, PER, ORTO, META E PIRO são mantidos inalterados nos sais, mudando apenas as terminações de OSO para ITO e de ICO para ATO. Exemplos :

* NaPO3 – metafosfato de sódio, vem do ácido metafosfórico
* Ca2P2O7 – pirofosfato de cálcio, vem do ácido pirofosfórico.

Para terminar, os nomes dos cátions seguem as regras mencionadas acima para as bases e o óxidos, usando os sufixos OSO e ICO ou algarismos romanos para as valências.

Locução Adjetiva

Locução adjetiva é uma expressão constituída por mais de uma palavra para caracterizar o substantivo, e possuem o mesmo valor, sentido e função de um adjetivo.

Amor de pai (locução adjetiva) - substituir por paterno (adjetivo)

Cara de anjo
(locução adjetiva) - substituir por angelical (adjetivo)

Carne de porco
(locução adjetiva) - substituir por suíno (adjetivo)

Uma vez por ano
(locução adjetiva) - substituir por anual (adjetivo)

Curso da tarde
(locução adjetiva) - substituir por vespertino (adjetivo)

Máscara de cabelo
(locução adjetiva) - substituir por capilar (adjetivo)
www.colegioweb.com.br

Jogo matemático: Dedo no gatilho

Crianças têm muita dificuldade em “decorar” a tabuada. Uma das maneiras de tornar essa atividade mais prazerosa e menos monótona é utilizar jogos matemáticos como apoio. Um deles é o dedo no gatilho que é adequado para crianças de 8 a 11 anos.

Esse jogo contém: duas cartelas com frente e verso, nelas terão que ter resultados de duas tabuadas a sua escolha. No exemplo iremos colocar o resultado das tabuadas de 3 e 4.



Número de participante: 2 (um para cada lado da tabela).

Regras do jogo:
• Cada participante escolhe um lado da cartela (frente ou verso)
• Depois de fazer a escolha, o professor propõe uma multiplicação referente à tabela de 3 ou 4. Os jogadores devem apontar o resultado em sua cartela.
• O jogador que apontar primeiro, marca um ponto.
• O jogo continua com o professor propondo outras multiplicações.
• Vence quem obtiver o maior número de pontos.

OBSERVAÇÂO:

• Caso o professor não tenha como construir as cartelas, uma opção é fazê-las no quadro e propor a competição dividindo a turma em dois grupos, cada um deles ficará com um lado da tabela. Cada grupo forma uma fila e conforme o professor for falando uma multiplicação o primeiro de cada fila corre em direção ao quadro e aponta o resultado correto, quem apontar primeiro o resultado correto marca um ponto.
• Não é necessário trabalhar apenas com multiplicação com esses números, o professor pode trabalhar problemas matemáticos como outras operações, como: adição, divisão, subtração, radiciação ou potenciação.
Por Danielle de Miranda

Função inversa



O objetivo de uma função inversa é criar funções a partir de outras. Uma função somente será inversa se for bijetora, isto é, os pares ordenados da função f deverão pertencer à função inversa f –1 da seguinte maneira: (x,y) Є f –1 (y,x) Є f.


Dado os conjuntos A = {–2,–1,0,1,2} e B = {3, 4, 5, 6, 7} e a função A→B definida pela fórmula f(x) = x + 5, veja o diagrama dessa função abaixo:

Então: f = { (–2, 3) ; (–1, 4) ; (0, 5) ; (1, 6) ; (2, 7)}

Essa função é bijetora, pois cada elemento do domínio está ligado com um elemento diferente no conjunto imagem. Assim, podemos dizer que essa função, por ser bijetora, admite inversa.

A sua função inversa será indicada por f –1: B→A, e será preciso realizar a troca entre x e y na função y = x + 5, dessa forma temos: x = y + 5 → –y = –x + 5 → y = x – 5, portanto f –1(x) = x – 5.
Veja o diagrama abaixo:

Então: f –1(x)= {(3, –2); (4, –1) ; (5, 0); (6, 1) ; (7, 2)}

O que é domínio na função f vira imagem na f –1(x)e vice e versa.



Dada uma sentença de uma função y = f(x), para encontrar a sua inversa é preciso seguir alguns passos. Observe:

Exemplo 1

Dada a função f(x) = 3x -5, para determinarmos a sua inversa f –1(x) precisamos fazer uma troca x e y na expressão y = 3x – 5. Assim teremos x = 3y – 5, logo:

x = 3y – 5
–3y = –x –5 (multiplicar por –1)
3y = x + 5
y = (x + 5)/3

Portanto, a função f(x) = 3x -5 terá inversa igual a f –1(x) = (x + 5)/3.



Exemplo 2

Dada a função f(x) = x² a sua inversa será:

Realizando a troca entre x e y na expressão y = x² → x = y², logo:

x = y²
√x = √y²
√x = y
y = √x

A função f(x) = x² terá inversa f –1(x) = √x


Exemplo 3

Determine a inversa da função f(x) = (2x+3)/(3x–5), para x ≠ 5/3.

Realizando a troca entre x e y na expressão y = (2x+3)/(3x–5) → x = (2y+3)/(3y–5), logo:

x = (2y+3)/(3y–5)
x*(3y–5) = 2y + 3
3yx – 5x = 2y + 3
3yx – 2y = 5x + 3
y(3x – 2) = 5x + 3
y = (5x+3)/(3x–2), para x ≠ 2/3.
extraido de www.mundoeducacao.com.br

Divisão de polinômios

Polinômio é uma expressão algébrica composta por dois ou mais monômios. Na divisão de polinômios, utilizamos duas regras matemáticas fundamentais: realizar a divisão entre os coeficientes numéricos e divisão de potências de mesma base (conservar a base e subtrair os expoentes).
Quando trabalhamos com divisão, utilizamos também a multiplicação no processo. Observe o seguinte esquema:
Vamos dividir um polinômio por um monômio, com o intuito de entendermos o processo operatório. Observe:

Exemplo 1:
Caso queira verificar se a divisão está correta, basta multiplicar o quociente pelo divisor, com vistas a obter o dividendo como resultado.

Verificando → quociente * divisor + resto = dividendo4x * (3x² + x – 2) + 0
12x³ + 4x² – 8x

Caso isso ocorra, a divisão está correta. No exemplo a seguir, iremos dividir polinômio por polinômio. Veja:

Exemplo 2:
Verificando → quociente * divisor + resto = dividendo(2x – 5) * (5x – 9) + (–5)
10x² – 18x – 25x + 45 + (–5)
10x² – 43x + 45 – 5
10x² – 43x + 40


Observe o exemplo de número 3:
Verificando → quociente * divisor + resto = dividendo
(3x² + x – 1) * (2x² – 4x + 5) + 0
6x4 – 12x³ + 15x² + 2x³ – 4x² + 5x – 2x² + 4x – 5
6x4 – 10x³ + 9x² + 9x – 5


Exemplo 4:

Verificando → quociente * divisor + resto = dividendo
(4x – 5) * (3x² – x + 2) + (2x + 7)
12x³ – 4x² + 8x – 15x² + 5x – 10 + (2x + 7)
12x³ – 19x² + 13x – 10 + 2x + 7
12x³ – 19x² + 15x – 3
Por Marcos Noé